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Felipe Salomão
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A próxima geração de fluidos para a era dos veículos elétricos



Toro Diesel com o motor sem funcionamento, parafuso de fixação interna da bomba de vácuo se soltou e entrou entre as engrenagens do comando de válvulas ocasionando o motor a sair de sicronismo e ocasionando a quebra dos dentes das engrenagens. Fiquem atentos ok.

A sangria é o processo de retirada do ar confinado do interior do sistema de freio, um procedimento essencial para a conservação dos componentes de frenagem. Vamos para o passo a passo: 1. Eleve o carro e retire os pneus. Utilize para isso uma plataforma de elevação ou cavaletes para posicionar o veículo de maneira adequada; 2. Localize os parafusos referentes à sangria e manuseie esta peça com muita cautela. Use chaves de purga; 3. Avalie o nível do fluido no reservatório hidráulico e, se necessário, preencha-o até a marcação indicada. Encontrá-lo é fácil, procure por um recipiente transparente próximo ao cilindro-mestre do freio; 4. Lubrifique os freios na ordem adequada, normalmente iniciando pelo freio que estiver mais longe do cilindro-mestre. Vale também verificar a recomendação expressa no manual do carro; 5. Use uma garrafa PET de 2L e um tubo fino. Posicione uma extremidade do tubo no parafuso da sangria e a outra ponta no interior da garrafa. Sempre segurando acima das pinças do freio; 6. Peça ajuda de algum colaborador da oficina. Enquanto o ajudante pisa no pedal do freio, o reparador consegue verificar o nível de fluido no reservatório e constatar se há bolhas de ar; 7. Repita o passo 6 por, no mínimo, cinco vezes. Pratique estes passos nos quatro freios e previna problemas como a corrosão e/ou deterioração acelerada das peças que compõem o sistema de frenagem.
Porém, não está pegando pressão para o retorno do fluido.
Bom dia, pessoal. Estou com um Basalt 2026, 13.000 km, e está aparecendo um erro de mistura pobre no cilindro número um. Alguém já encontrou esse defeito?
Estou com um VW Up! 2015 automatizado que não entra em funcionamento. O motor de partida gira, porém o carro não pega e há falha de comunicação na rede CAN. Sintomas: Painel não acende as luzes da EPC, injeção e indicação para pisar no freio. Após cerca de 3 segundos, o painel acusa falha de comunicação. Bomba de combustível não arma. Relé da injeção não atua. Corpo de borboleta não faz o autoteste. Scanner não consegue se comunicar corretamente com a ECU do motor. Testes realizados: Resistência da rede CAN em aproximadamente 68 Ω. Tensão da CAN com chave ligada em torno de 2,3 a 2,4 V. Alimentações e aterramentos da ECU conferidos. Continuidade dos chicotes verificada. ECU testada com outra unidade e o defeito permaneceu. Corpo de borboleta substituído para teste e nada mudou. A tomada OBD possui alimentação. O que chamou atenção: Fiz teste de continuidade da tomada OBD até a BCM e a continuidade chega normalmente na BCM. Também medi a continuidade das saídas da BCM para outros módulos, como a ECU do motor e o módulo do câmbio automatizado. Porém, quando tento medir diretamente da tomada OBD para esses módulos, não há continuidade, como se a comunicação estivesse sendo interrompida ou isolada na BCM. Não sei se isso é uma característica normal da arquitetura da Volkswagen ou se indica defeito na BCM ou em alguma alimentação da própria BCM. Histórico: O veículo passou por troca de embreagem antes do problema aparecer, então também considero a possibilidade de dano no chicote durante o serviço. Pergunta: Alguém já encontrou esse tipo de defeito em um Up! 2015 automatizado? A BCM realmente faz essa separação da rede CAN, impedindo continuidade direta da OBD até a ECU e o módulo do câmbio, ou essa ausência de continuidade indica um defeito? Existe algum ponto de emenda ou conector da rede CAN que costuma causar esse sintoma?
Estou com um Honda Fit 1.5 2019 que sofreu uma batida que danificou o módulo do ABS. Consegui várias peças com as mesmas especificações da peça original, mas o módulo não se comunica na rede CAN. Verificamos o chicote elétrico quanto à continuidade, resistência do circuito, curto à massa e ao positivo, sem alterações. O veículo apresenta a falha DTC U0122 - Comunicação perdida com o módulo de controle do sistema de freio. No painel, o indicador da marcha pisca um X, sinalizando a falha. Medimos a resistência nos terminais da rede CAN em cada módulo: painel de instrumentos, transmissão, airbag, injeção e EPS, todos com 120 Ohms. Porém, os módulos ABS (pinos 14 e 26) que consegui apresentam o valor de 2,4 kOhms. Acredito que esse seja o motivo pelo qual o módulo não participa da rede de comunicação, impedindo o funcionamento correto da transmissão.

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