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Demanda sofre segunda queda consecutiva

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Alexandre Akashi
12 de junho de 2009

IGD medido na segunda quinzena de maio é o menor do ano com 0,79 ponto, e pela primeira vez fica abaixo dos 0,8

 Apesar de a queda não ter sido grande em relação à quinzena anterior, o IGD (Índice Gerador de Demanda) medido pela Cinau – Central de Inteligência Automotiva chegou pela primeira a um valor abaixo de 0,8 ponto, e é considerado o menor índice do ano, com 0,79 ponto.

Diferentemente da primeira quinzena de maio, o Índice de Produtividade (IP) acompanhou a queda do IGD, e fechou a quinzena em 0,49 ponto, 11% ou 0,06 ponto percentual abaixo do registrado na quinzena anterior, quando o IP medido foi 0,55 ponto.

A redução destes dois índices indica claramente que no geral houve uma sensível diminuição de movimento nas oficinas no período.

Peças
Se para as oficinas a segunda quinzena de maio representou movimento mais fraco, para o comércio varejista de autopeças nem tanto. Isso porque segundo a pesquisa, este foi o canal preferido pelo reparador para aquisição de componentes necessários para efetivação do trabalho, ainda que em menor demanda.

As lojas de varejo obtiveram a maior marca do ano, com 89% de preferência. Já os canais distribuidor e concessionária vivem tempos de disputa, desde a primeira quinzena de abril, quando o distribuidor marcou 11% de preferência contra 4% da concessionária.

Na quinzena seguinte a concessionária deu o troco, subiu para 10%, enquanto o distribuidor caiu para 6%, voltando para 10% na primeira quinzena de maio, derrubando a concessionária para 4% novamente.

Como numa gangorra, o canal concessionária voltou a subir nesta última quinzena, para 8% da preferência do reparador, enquanto o distribuidor caiu para 4% e atingiu a menor marca desde o início da pesquisa de IGD, em janeiro deste ano.
Ao traçar um paralelo com o Índice de Variação de Preço (IVP) da autopeça sentida pelo reparador nestes períodos, é possível afirmar que quando o mecânico sente menor elevação do custo da autopeça, ele prefere comprar da concessionária em detrimento do distribuidor, e, quando sente que o custo foi maior, busca comprar mais do distribuidor, e não a concessionária (veja gráficos do IVP e Perfil de Aquisição de Peças).

O IVP reflete a variação média, em porcentagem, dos preços de autopeças na percepção do reparador, em relação à quinzena anterior.



Realização CINAU: CONRE 3ª/5616
Responsável técnico: Alexandre Carneiro – CONRE 3ª/6691-A/SP

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