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A grande ameaça ao mercado de reposição

No momento em que o FMI estima a possibilidade do PIB nacional enfrentar uma queda de algo em torno de 5,8% neste terrível 2020, nós do mercado de reposição de autopeças estamos na iminência de vivenciar uma situação inusitada e ainda mais chocante: o aftermarket pode crescer em 2020! Esta “ameaça” se materializa nas mensurações do PULSO DO AFTERMARKET. Acompanhe em mais este conteúdo exclusivo da mala-direta Oficina Brasil a possibilidade desta realidade se confirmar

Equipes CINAU e Fraga Inteligência Automotiva
28 de outubro de 2020

Ainda é cedo para afirmarmos que o ano de 2020, para o mercado de reposição, será melhor do que 2019, mas “evidências objetivas” identificadas pelo PULSO DO AFTERMARKET nos oferecem subsídios concretos para esta previsão.

O fato mais positivo é que pela primeira vez na história do aftermarket automotivo nacional há um indicador do movimento das oficinas que pode oferecer quase em tempo real o volume das vendas de autopeças considerando os serviços na oficina (origem da demanda), ponderado por outras condições como a relação do dono do carro com a oficina, da oficina com os agentes comerciais da cadeia de suprimentos, entre outros fatores que impactam no resultado final de nossa indústria.

Há anos a equipe da CINAU – Central de Inteligência Automotiva – apregoa que a resposta para a maioria dos desafios do mercado de reposição passa pelo estudo sistemático e profundo do ambiente onde se forma a demanda, ou seja, a oficina.
Aqueles profissionais que atuam no mercado de reposição, seja na indústria, distribuição, montadoras, concessionárias, lojas, etc... e  que se dedicam a estudar o comportamento da oficina nunca serão surpreendidos, pois o mercado nasce na oficina, tudo o mais que acontece “para cima” na cadeia é consequência.

Aliás esta maneira “disruptiva” de estudar o mercado tem sido o principal discurso de nossas empresas (Fraga Inteligência Automotiva e Grupo Oficina Brasil)  há mais de 30 anos. Temos enfatizado em nossa argumentação sobre a importância de orientar os negócios da reposição sobre dois pilares básicos:

1º. Frota Circulante, a “matéria”-prima do mercado de aftermarket com suas “derivadas” envolvendo aplicação de peças (catálogos), “cross reference”, cobertura de linhas para marcas e modelos,  etc. esta a especialidade da Fraga Inteligência de Automotiva;

2º. Oficinas, quantidade, localização, curva ABCD, hábitos de compra, canais, demanda por linha de produtos, ciclos de troca, etc.

A junção do conhecimento e acervo de informações proprietárias das duas empresas nos possibilitou criar o inovador conceito da DEMAND DRIVEN COMPANY, um nova forma de operar no mercado de reposição desenhado para indústrias, agentes comerciais, montadoras, concessionários, etc.  que de forma disruptiva subverte a ordem do comando estratégico da empresa da inspiração PUSH para a realidade PULL.

Nossas empresas oferecem esta experiência em forma de consultoria. Soma-se a esta parte estratégica a capacidade de comunicação do Grupo Oficina Brasil que captura de forma 100% qualificada a audiência de mais de 53 mil oficinas, o que representa mais de 70% do mercado, ou seja de cada 10 oficinas existentes no Brasil sete estão em sintonia com as ações do Oficina Brasil.

Voltando à “ameaça” que pende sobre nosso mercado que ao fim e ao cabo deste “annus horribilis” pode ser que em dezembro tenhamos uma ótima notícia e o aftermarket supere as perspectivas mais otimistas de uma queda diminuta para um superávit em relação a 2019.

Para saber em primeira mão se esta “ameaça” vai se concretizar ou não a solução é acompanhar o PULSO DO AFTERMARKET (pulsodoaftermarket.com.br).

Análise qualitativa

Depois das boas notícias  “quantitativas” do PULSO DO AFTERMARKET acelerado, como é de praxe a CINAU realizou mais uma “survey” e ouviu 650 oficinas para avaliar outros aspectos que podem comprometer o desempenho do setor, como falta de peças crédito, etc...

Os resultados você pode acompanhar nos gráficos evolutivos abaixo, mas antecipamos aqui alguns comentários:

- O percentual de oficinas oferecendo o serviço de leva e traz já diminuiu um pouco, ou seja, já tem dono de carro se dirigindo diretamente para as oficinas. Mas o fato deste número ter alcançado 73% prova que as oficinas foram ágeis na busca do serviço. Agora que este número está em queda é aguardar para vermos como será quando a pandemia for dissipada e o mundo voltar ao “normal” com a popularização da vacina;

- O número de oficinas funcionando com “hora marcada” também caiu drasticamente, indicando a volta à normalidade. Mas aqui nossa pesquisa mereceria um aprofundamento não contemplado neste estudo, pois trabalhar com agendamento é uma característica das oficinas “ultraorganizadas” e uma tendência que vinha crescendo entre os estabelecimentos mais qualificados;

- já os 3% de oficinas “fechadas” podem indicar “baixas definitivas” entre estabelecimento que já estavam com problemas antes da pandemia e a queda dos serviços foi o golpe final para encerrem as atividades. Se este for realmente o motivo (vamos continuar avaliando) podemos afirmar que as oficinas mecânicas estarão entre os segmentos que menos perderam estabelecimentos; 

- uma preocupação crescente é dificuldade de encontrar peças, que alcançou o  maior índice desde o início da serie histórica em 2009 e o maior desde o início desta avaliação específica para a pandemia. Este marcador é extremamente preocupante, pois pode ser uma das “travas” para que nosso setor não consiga atingir um superávit em relação a 2019. Observem que 16% dos donos de oficinas tem delegado a compra da peça ao dono do carro por esta razão. Aqui temos um sinal de alerta para a cadeia de abastecimento;

- falando na cadeia de abastecimento, apenas 2% dos estabelecimentos ainda estão fechados, provavelmente são lojas que deixaram de operar definitivamente, pois já estavam com as finanças abaladas no período pré-crise;

- voltando à questão da delegação da compra da peça para o cliente, este indicador aumentou, muito em função da dificuldade de encontrar peças que já referimos acima, mas também devido à falta de capital de giro e medo da inadimplência;

- em relação à inadimplência e talvez pelo fato apontado no item anterior, este não é um fator preocupante, pois está sendo “driblado” pela oficina tanto em relação ao cliente quanto em relação aos fornecedores; 

Encerramos mais esta matéria da série PULSO DO AFTERMARKET com uma visão otimista amparada em dados e fatos, aliás a melhor forma de se trabalhar expectativas. Assim, temos bons motivos para estimar que a queda em nosso setor para o ano de 2020 deverá ser baixa e certamente inferior à previsão de queda do PIB brasileiro, agora se vamos ter superávit esta é uma notícia que colocaria nossa indústria definitivamente estre as que mais se beneficiam nas crises.. É esperar, acompanhar o PULSO DO AFTERMARKET, para ver.

Até o próximo mês, quando, com exclusividade  aqui no Oficina Brasil você terá acesso a informações essenciais sobre o mercado de reposição. 

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