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A REVOLUÇÃO DIGITAL NO AFTERMARKET: COMO A ZF ESTÁ CONECTANDO O FUTURO DA REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA

Andreas Potenza detalha como o ecossistema digital da ZF transforma a jornada do mecânico, unindo conhecimento técnico, dados e conveniência.

Bruna Bricches
09 de abril de 2026


Com mais de 20 anos de experiência em marketing e comunicação, Andreas Potenza acumulou passagens por gigantes como JCB e Mercedes-Benz antes de liderar frentes estratégicas na ZF. Nesta entrevista à Oficina Brasil, ele compartilha sua visão sobre a transição do mercado analógico para o digital e explica como o ecossistema da marca, composto pelo [pro]Amigo, [pro]Tech e [pro]Parts, está quebrando barreiras culturais no setor de reposição.


A trajetória e visão de mercado


Oficina Brasil: Andreas, o que de sua jornada de 20 anos em comunicação mais ajudou a construir sua visão atual do setor automotivo?


Andreas Potenza: Toda a jornada foi fundamental. Tive a sorte de passar por agências pequenas, onde fazia desde a criação até o planejamento de mídia, o que me deu um norte muito bom. Nas indústrias, passei pelo marketing corporativo da ZF, trabalhei com eventos e stakeholders, e liderei áreas de projetos estratégicos e e-commerce. Cada empresa trouxe uma "casca" diferente: a expansão na JCB, o desafio do centenário da ZF e a força de marca da Mercedes-Benz.


Oficina Brasil: O que você percebe como a maior mudança na comunicação automotiva hoje?


Andreas Potenza: A digitalização mudou o jogo. Eu uso uma analogia: antigamente a comunicação era como jogar boliche, você lançava a bola (informação) e esperava ver o impacto lá no fundo. Hoje, jogamos pinball. A informação bate e volta instantaneamente; você precisa reagir rápido. Hoje, todo mundo gera conteúdo com um celular na mão e a notícia está na palma da mão o tempo todo.


Ecossistema ZF: solucionando as dores do mecânico 


Oficina Brasil: Como surgiu a ideia do ecossistema que engloba o [pro]Amigo, o [pro]Tech e o [pro]Parts?


Andreas Potenza: Não foi algo que decidimos criar de uma vez; os programas surgiram naturalmente conforme identificávamos as dores do mercado. Começamos em 2017 com o [pro]amigo, focando em conteúdo técnico rápido para nivelar o conhecimento da mão de obra, que era a principal dor das oficinas. Evoluímos para o [pro]tech, que dá suporte de marketing, CRM e gestão para o dono da oficina.


Oficina Brasil: E onde entra o [pro]Parts nessa jornada?


Andreas Potenza: O [pro]Parts é a cereja do bolo. É a conveniência na hora da compra. Conectamos distribuidores e varejos para garantir estoque e entrega rápida. O mecânico pesquisa pela placa do carro, o que elimina erros de aplicação, e escolhe pelo preço ou proximidade. No fim do dia, o objetivo é garantir a mobilidade do consumidor final de forma ágil.


Desafios e o futuro do setor


Oficina Brasil: Ainda existe resistência ao digital no aftermarket?


Andreas Potenza: A barreira existe, assim como existiu para o Uber e para o Nubank. O mecânico ainda valoriza muito o relacionamento de balcão. Por isso o ecossistema é vital pra ele criar confiança. Quando o mecânico vê valor no treinamento e no suporte de marketing que oferecemos, a transição para a compra digital no [pro]Parts torna-se uma jornada mais tranquila. É uma mudança cultural sem volta.


Oficina Brasil: Como os dados influenciam as decisões da ZF hoje?


Andreas Potenza: Dados são a nossa base. O marketing é mais assertivo quando conecta estratégia, tecnologia e dados para comprovar resultados. Conseguimos mostrar para um distribuidor, por exemplo, que a demanda de uma peça está em uma região específica e não em outra, tornando o estoque dele muito mais eficiente.


Oficina Brasil: Para fechar, como você resume o futuro do aftermarket em uma frase?


Andreas Potenza: Um futuro conectado e disruptivo. As peças continuam sendo a base, mas o suporte e os serviços agregados serão o grande diferencial no mercado.


Onde a tradição encontra a inovação


Ao olhar para a trajetória de Andreas Potenza e os movimentos estratégicos da ZF, fica claro que o futuro do aftermarket não se trata apenas de substituir o antigo pelo novo, mas de potencializar o conhecimento de quem sempre esteve "na graxa" com o poder do digital. A transição do "boliche" para o "pinball", da comunicação unilateral para a interação em tempo real, reflete um mercado mais vivo, humano e conectado do que nunca.


O ecossistema criado pela ZF prova que a tecnologia, quando aplicada com propósito, não é uma barreira, mas uma ponte que leva o mecânico da dúvida técnica à eficiência do negócio. No fim do dia, a disrupção mencionada por Andreas não é sobre máquinas substituindo pessoas, mas sobre pessoas usando inteligência e dados para garantir que ninguém perca o que temos de mais valioso, que é a nossa mobilidade.


O "primeiro capítulo" desta nova era já foi escrito. Para os profissionais que, assim como a ZF, estão dispostos a evoluir sua cultura e abraçar a conectividade, o futuro reserva um horizonte de oportunidades tão vasto quanto as estradas que seus componentes ajudam a desbravar.


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