Os sensores do sistema de injeção eletrônica são fundamentais para o funcionamento correto do motor. Eles monitoram diferentes condições do veículo e enviam essas informações, em forma de sinais elétricos, para a central eletrônica (ECU).
Com esses dados, a central consegue controlar parâmetros como injeção de combustível, ignição e funcionamento do motor, buscando o melhor desempenho e eficiência.
Existem diferentes tipos de sensores, cada um responsável por uma função específica. A seguir, conheça os principais sensores da injeção eletrônica e suas funções.
SENSOR DE ROTAÇÃO
Este sensor está localizado sobre a roda dentada ou fônica, seu sinal é enviado de acordo com as oscilações provocadas quando os dentes da roda fônica passam pelo sensor de rotação.
Sua função é fornecer para a central informações relacionadas à:
- rotação do motor;
- posição do virabrequim;
- referência necessária para o gerenciamento do motor.
Com essas informações, a central consegue determinar parâmetros importantes para o funcionamento dos sistemas de injeção e ignição.
SENSOR DE FASE
O sensor de fase trabalha em conjunto com outras informações da central eletrônica para identificar a fase de funcionamento do motor.
Sua função é informar a referência de fase do 1º cilindro, assim ele pode determinar o momento da injeção e/ou ignição. O sinal enviado à central eletrônica é gerado por um sensor de efeito HalI montado junto à polia do eixo comando.
Para diferenciar os sensores veja os sinais emitidos por cada sensor.
SENSOR DE DETONAÇÃO
O sensor de detonação, como o nome já diz, é um dispositivo que capta as vibrações da detonação no bloco do motor. Ele as transforma em sinais elétricos.
O sensor de detonação fornece um sinal de resposta que é utilizado para o controle do avanço da ignição. Esse sinal auxilia na melhoria do desempenho do motor e na economia de combustível.
SENSOR DE POSIÇÃO DA BORBOLETA
O sensor de posição da borboleta, também conhecido como TPS (Throttle Position Sensor), informa à central a posição da borboleta do corpo de aceleração.
Este sensor é similar a um potenciômetro, ele mede o ângulo de abertura da borboleta do TBI, converte em um sinal elétrico e envia à Central de Injeção.
Através deste sensor, a Central de Injeção obtém informações da aceleração ou desaceleração realizada pelo motorista. Estas informações são utilizadas para o cálculo do tempo de injeção.
SENSOR DE OXIGÊNIO
O sensor de oxigênio, popularmente conhecido como sonda lambda, monitora a presença de oxigênio nos gases de escape.
A informação é enviada para a central eletrônica e utilizada no gerenciamento da relação ar-combustível.
Alguns sistemas possuem duas sondas, sendo a segunda para o monitoramento do catalisador.
- FINGER (GO8430), usada nos carros a álcool e gasolina.
- PLANAR (GO9441), usada nos carros flex mais modernos.
A sonda planar tem a mesma função da sonda finger, a diferença está na construção interna.
A planar é mais sensível, e a temperatura da sonda é controlada por um sinal PWM que vem da central de injeção.
SENSOR MAF (MEDIDOR DE MASSA DE AR)
Também conhecido como medidor do fluxo de ar, ele mede a massa de ar admitida pelo motor.
O sensor MAF é capaz de mensurar várias variáveis, como:
- Temperatura
- Umidade
- Densidade do ar
- Sensor com sinal de saída analógico: a tensão de saída é proporcional à massa de ar.
- Sensor com saída digital:onde a frequência de saída é proporcional à massa de ar.
Sensores Gauss
Os sensores Gauss são desenvolvidas para atender aos mais altos padrões de qualidade exigidos pelos fabricantes de veículos.
Entre seus diferenciais estão:
- elevada durabilidade;
- excelente desempenho;
- ampla cobertura da frota nacional e importada;
- controle rigoroso de qualidade;
- 1 ano de garantia de fábrica.
Clique no vídeo abaixo, acesse nosso canal e fique por dentro de todos os nossos vídeos técnicos e informativos.