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Este foi o terceiro Conecta que participei. Nos dois primeiros, eu estava ali como gestor de oficina, olhando para o evento com a cabeça de quem vive a rotina do balcão, do pátio, da equipe e do cliente.
Desta vez, voltei em outro papel: como palestrante. E isso me fez enxergar o evento por um ângulo ainda mais forte. O Conecta cresceu em espaço, em participação e em presença da indústria.
O que mais chamou minha atenção não foi só o tamanho do evento. Foi perceber como o reparador e o gestor de oficina estão buscando conhecimento para além da parte técnica.
A técnica sempre foi o DNA do nosso segmento. Ninguém constrói uma boa oficina sem conhecimento técnico, sem diagnóstico bem feito e sem serviço entregue com responsabilidade.
Mas hoje está cada vez mais claro que técnica sozinha não sustenta uma empresa. A oficina que quer crescer precisa dominar gestão, processos, pessoas, atendimento, venda e finanças.
As oficinas mecânicas têm um papel importante na cadeia automotiva. Elas estão na ponta, olhando para o consumidor, resolvendo problemas reais e mantendo veículos em movimento todos os dias.
Por isso, quando vejo um evento como o Conecta reunindo reparadores, gestores, marcas e especialistas, eu vejo também uma mudança de mentalidade. O setor está entendendo que gestão não é assunto distante da oficina.
Quero deixar meu agradecimento a todos que participaram, conversaram, perguntaram, trocaram experiência e levaram para casa a vontade de melhorar a própria operação.
Também agradeço aos organizadores do Oficina Brasil Conecta, que entregaram um encontro importante para o nosso mercado e ajudaram a colocar o desenvolvimento profissional no centro da conversa.
Se esta edição já mostrou tanta força, tenho certeza de que o Conecta 2027 virá ainda maior e melhor. O reparador brasileiro merece espaços assim, onde conhecimento vira direção.
O Conecta mostrou que o setor quer avançar

Quem esteve no Conecta e gostou do que viveu talvez tenha sentido exatamente isso: dá para evoluir, mas é preciso transformar inspiração em rotina dentro da oficina. E quem não conseguiu participar também não precisa ficar de fora desse movimento. O importante é buscar uma experiência que provoque a mesma virada de chave, com aplicação direta na realidade do negócio. Leia também Um evento abre a cabeça. Uma conversa boa desperta ideias. Mas a oficina muda de verdade quando o dono pega aquilo que aprendeu e coloca método no atendimento, no orçamento, na execução e na liderança da equipe. É nessa hora que muitos gestores percebem o tamanho do desafio. Não basta querer melhorar. É preciso saber por onde começar, o que medir, como organizar processos e como tomar decisões com mais clareza. Para quem quer ir além, existe a Imersão Oficina Produtiva: um dia presencial e intensivo, olho no olho, pensado para tirar dúvidas e ajudar o dono de oficina a mudar a gestão do próprio negócio. A proposta é falar com quem está na operação todos os dias: donos de mecânicas, autoelétricas e centros automotivos que querem profissionalizar a gestão e aumentar a previsibilidade da empresa. Na imersão, a conversa passa por processos e fluxograma da oficina, gestão, precificação, vendas e pessoas. Tudo isso com foco em ferramentas práticas para aplicar no dia a dia. Eu acredito muito nessa transformação porque vivi isso na prática. O dono de oficina não deixa de ser técnico quando aprende gestão. Ele ganha visão para proteger melhor o que construiu. Para quem gostou do Conecta e quer continuar avançando, a Imersão é um próximo passo natural. Para quem não pôde ir, ela pode ser uma experiência tão transformadora quanto, porque coloca o gestor diante da própria realidade. O mercado está mudando, o cliente está mais exigente e a oficina precisa acompanhar esse movimento com método. Quem entende isso sai da correria e começa a construir uma empresa mais organizada, lucrativa e previsível. O Conecta acende a vontade de evoluir. A Imersão ajuda a transformar essa vontade em método.Depois do evento, vem a prática
Conhecimento precisa virar rotina
A Imersão Oficina Produtiva
Da ideia para a operação
De reparador a empresário