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Renault apresenta seus novos motores 1.0 e 1.6 que prometem trazer mais economia de combustível

Os novos propulsores já estão presentes nos veículos Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch desde novembro. No começo desse ano ainda será lançado o 1.6 SCe, que testaremos adiante

Vinícius Montoia
19 de janeiro de 2017


Denominados de SCe (Smart Control Efficiency), os novos motores 1.0 e 1.6 da Renault já estão nas concessionárias de todo o Brasil nos veículos Logan e Sandero (desde novembro com o propulsor de 1 litro) e Duster 1.6 e Oroch 1.6 (desde dezembro). Eles foram desenvolvidos pela Renault Tecnologia Américas (RTA) e produzidos no Complexo Ayrton Senna, no Paraná.

1.0 SCe

O 1.0 SCe tem 12V e três cilindros com duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape. Feito em alumínio, ele é 20 kg mais leve que seu antecessor, que tinha quatro cilindros. Segundo a marca, o desenvolvimento de motores para a Fórmula 1 fez com que a empresa conseguisse desenvolver o ESM (Energy Smart Management – regeneração de energia) e a bomba de óleo com vazão variável, que reduzem o consumo de combustível.

Motor 1.0 SCe
De acordo com a Renault, Sandero e Logan estão 19% mais econômicos pela adoção dos novos motores. “Equipamos Sandero e Logan, nossos best-sellers no Brasil, além de Duster e Duster Oroch com os novos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe, que proporcionam baixo consumo de combustível e prazer ao dirigir. Esta é uma mudança importante e muito significativa, já que traz um grande pacote de benefícios para mais de 70% da nossa gama à venda no Brasil”, afirma Fabrice Cambolive, presidente da Renault do Brasil.

No 1.0 SCe os anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) são revestidos em DLC (Diamond Like Carbon), um composto de carbono com propriedades de dureza muito altas por causa da sua estrutura similar ao diamante (daí a inspiração para o seu nome). A bomba de óleo variável ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação e a carga do motor. De acordo com a marca o resultado disso é que o motor absorve menos energia e, consequentemente, fica mais econômico. E por falar em VVT, o variador de fase é posicionado no eixo comando, e atua fazendo a leitura eletrônica da rotação do motor, variando em função disso a posição do eixo comando em uma faixa ampla.

O sistema de regeneração de energia ESM (Energy Smart Management) funciona da seguinte forma: durante a desaceleração do carro, quando o motorista retira o pé do acelerador, o motor continua girando sem consumir combustível. Nesse momento, o alternador automaticamente passa a recuperar energia e enviá-la para a bateria, que aumenta a carga sem consumo de combustível. Durante a aceleração, o alternador não precisa “roubar” energia do motor para enviar à bateria, já que houve a carga da desaceleração. Segundo a Renault, esse sistema permite um consumo de combustível 2% menor.


Outra novidade para os veículos equipados com os novos motores é a direção eletro-hidráulica, que ajuda a economizar até 3% de combustível. Mas esse sistema já é ultrapassado, uma vez que muitos modelos concorrentes do Logan e Sandero já possuem sistema elétrico desde 2014.

O 1.0 oferece 90% do torque máximo, que é 10,5 kgfm, já a 2.000 rpm e esse número é 15% superior ao do antigo 1.0 de quatro cilindros. Já para os motoristas que utilizam o veículo para viajar com a família, ficou um pouco menos pior a vida a bordo de um carro 1.0. As ultrapassagens podem ser realizadas até 6% mais rápidas, já que a retomada de 80 a 120 km/h ficou em 14,1 segundos, de acordo com a Renault. A marca divulga a aceleração de 0 a 100 km/h em 13 segundos com etanol, para o Sandero. Ou seja, 8% melhor que o anterior.

A potência do 1.0 SCe é de 82 cv quanto abastecido com etanol e 79 cv quando abastecido com gasolina, apenas 2 cv a mais que o motor antigo, seja qual for o combustível. “O 1.0 SCe é um dos motores com mais tecnologia no mercado atualmente. É um motor que reúne soluções da Fórmula 1 e a expertise da Renault na fabricação e desenvolvimento de motores. Como resultado, o 1.0 SCe garante desempenho e prazer ao dirigir aliados à economia de combustível”, explica Márcio Melhorança, Gerente Geral de Engenharia Motores da Renault.


Outra evolução é a utilização de corrente de distribuição no lugar de correia, que dispensa a troca e garante baixo custo de manutenção.

1.6 SCE

Já o motor 1.6 continua com quatro cilindros e traz como novidade o sistema Stop&Start, que desliga o automóvel automaticamente em semáforo ou outras paradas. Este sistema, mais comum em carros topo de gama, traz economia de até 5% de combustível e está disponível nos modelos Sandero e Logan. O sistema pode ser ativado/desativado por meio de botão à esquerda do volante. Os modelos equipados com câmbio automatizado Easy’R passam a oferecer controle de estabilidade (ESP) e assistente de partida em rampas (HSA) com inclinação superior a 3°.

No Sandero e Logan equipados com motor 1.6 SCe, a economia chega até 21%. O hatch e o sedã com câmbio manual são classificados com nota “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). Já o Duster e Duster Oroch equipados com o 1.6 estão até 18% e 16% mais eficientes, respectivamente.

Diferentemente do motor 1.0, anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) são revestidos de PVD (Physical Vapor Deposition) no 1.6 SCe. Estes revestimentos reduzem, segundo a Renault, o atrito e desgaste do motor, além de contribuir para uma melhor eficiência energética. Tanto o DLC quanto o PVD são soluções que surgiram nas pistas da Fórmula 1 e agora chegam as veículos populares da marca francesa.

Motor 1.6 SCe
A potência máxima do Sandero e Logan saltou de 106 cv para 118 cv, com etanol. Isso representa um ganho de 11,3%. Com gasolina, a potência saltou de 98 cv para 115 cv. O torque também é maior no novo motor 1.6: 16,0 kgfm, seja com etanol ou gasolina.

O duplo comando de válvulas variável na admissão garante maior torque desde as baixas rotações. O Sandero acelera de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos, de acordo com testes da marca. Isso quer dizer que ele ficou 3,7 segundos mais rápido que o Sandero com o antigo 1.6. A retomada de 60 a 100 km/h ficou 4 segundos mais rápida que o modelo anterior, totalizando 9,2 segundos para esta tarefa.


No Duster e Duster Oroch o novo 1.6 oferece 118 cv com etanol e 120 cv com gasolina. O torque máximo é de 16,2 kgfm para ambos os combustíveis. O ganho de potência e torque se dá através de uma nova calibração da nova central eletrônica e um trabalho no coletor de escapamento.

Assim como o propulsor 1.0, o 1,6 litros utiliza corrente de distribuição no lugar de correia, que dispensa a troca. Traz ainda sistema de acessórios com acionamento através de correia elástica (sem polia tensora).

Aproximadamente mil engenheiros, sendo 700 no Brasil, foram responsáveis pelas novas gerações 1.0 e 1.6 da Renault. 

TESTE

Nós pudemos testar o veículo no evento de lançamento da marca, que aconteceu em Curitiba (PR). Lá deu para perceber que o trabalho foi bem-feito no motor 1.0, no qual tivemos a oportunidade de andar. O Sandero apresenta um desempenho muito melhor do que o anterior, que era sofrível. Desta vez a potência e torque ajudam o carro, que é grande para a categoria, a andar de forma mais prazerosa.

A melhor parte é que junto com o motor novo a Renault conseguiu deixar o câmbio do Sandero mais dócil, ou seja, com engates mais precisos e menos ruidosos.

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