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  5. Peugeot 208 2016 chega ao mercado sem mudanças no conjunto motriz

Peugeot 208 2016 chega ao mercado sem mudanças no conjunto motriz

Com mais equipamentos de série para conforto e comodidade, hatch não traz novidades em motor e câmbio, que permanecem os mesmos 1.5 e 1.6 e transmissão manual de cinco marchas e automática de quatro

Vinícius Montoia
15 de outubro de 2015

A Peugeot quer recuperar seu posicionamento no país e não oferecerá apenas veículos de entrada, aqueles com poucos equipamentos de série por preços menores. A intenção é oferecer um veículo mais equipado com o mesmo preço do modelo anterior. Sendo assim, a nova concepção de produtos da marca traz o Peugeot 208 2016 com motor 1.5 partindo de R$ 45.990. A nova estratégia só traz novidades no posicionamento de mercado, pois não trouxe nada novo em tecnologia e engenharia.

Faróis de neblina e luzes diurnas são de série em todas as versões

MOTORES E CÂMBIOS

Os motores são definidos de acordo com as versões do 208, assim como o outro veículo do grupo PSA Peugeot-Citroën, o seu irmão Citroën C3, que tem opções 1.5 e 1.6. Com 8V, o motor 1.5 entrega 93 cv de potência com etanol aos 5.500 rpm. A potência com gasolina cai para 89 cv na mesma rotação. Já o torque é de 14,2 kgfm e 13,5 kgfm aos 3.000 rpm quando abastecido com etanol e gasolina, respectivamente. Entretanto, segundo a montadora, 86% da força já é entregue a apenas 2.000 rpm. Este propulsor só é acoplado com câmbio manual de cinco velocidades.

Câmbio manual de cinco marchas tem relações bastante alongadas

O motor 1.6 16V desenvolve 122 cv com etanol a 5.800 rpm e 115 cv quando abastecido com gasolina a 6.000 rpm. A força deste bloco chega a 16,4 kgfm de torque com etanol e 15,5 kgfm, ambos a 4.000 rpm. O motor 1.6 dispensa a utilização do uso do tanquinho de gasolina nas partidas a frio, pois tem sistema que aquece o etanol antes de injetá-lo nos cilindros. Isso faz com que o etanol atinja a temperatura mínima para alcançar melhor rendimento, pulverizando o etanol de maneira eficiente, quando a temperatura do motor está abaixo dos 15ºC. Este sistema foi desenvolvido pela Bosch.

SERVIÇOS DE PÓS-VENDA

Com seu novo posicionamento a Peugeot trouxe nova política de preços para os serviços obrigatórias do seu veículo de entrada: são três anos de garantia total e revisões com preços fixos. O preço é de R$ 314,00 para as revisões dos 10 mil quilômetros, R$ 486,00 para os 20 mil, R$ 314,00 para 30 mil, R$ 870,00 para os 40 mil, R$ 402,00 para 50 mil e R$ 486,00 para revisão de 60 mil quilômetros.

Interior tem bom acabamento

VEÍCULO ÁGIL E DIVERTIDO

Pode soar estranho, mas o 208 é um veículo bastante interessante de guiar. O Jornal Oficina Brasil teve a oportunidade de avaliar a versão Allure, com motor 1.5 de 93 cv. As relações entre as marchas é bastante longa, tanto que a 100 km/h ele está a 2.800 rpm quando engatado na quinta engrenagem, enquanto veículos da mesma cilindrada estão por volta dos 3.000 rpm. Isso garante melhor conforto acústico para o motorista e passageiros e menor consumo de combustível. A 80 km/h o motor está a 2.250 rpm em quinta marcha e a 60 km/h, em quarta marcha, a rotação é de apenas 2.000 rpm.

O pequeno volante é típico de veículos de competição e ele torna a dirigibilidade do hatch urbano ainda mais instigante. Por ter apenas 1.077 kg, o modelo ganha velocidade com facilidade e tem boa dinâmica em curvas e retomadas de velocidade satisfatórias, quando vazio. O interior é aconchegante e os ruídos são bem abafados pelo bom acabamento da cabine. E, apesar de ter um painel com bonito desenho, a Peugeot não acertou ao colocar o painel de instrumentos em local tão elevado. E aí surge uma questão como aquela famosa sobre quem surgiu primeiro: o ovo ou a galinha? No nosso caso devemos perguntar: o painel elevado ou o volante com raio menor?

O fato é que o volante é uma ótima solução, enquanto que o painel, não. Isso porque para pessoas mais altas não há problemas em encontrar a melhor posição para dirigir, sem perder as informações importantes dos mostradores. Mas para indivíduos com menos de 1,70 m não é tão simples. Por vezes o volante atrapalha a visão.

Espaço no banco traseiro é apertado e baixo. Pessoas altas sofrem ao andar no 208

PREÇOS E VERSÕES

A versão de entrada do 208 é a Active, que conta com luzes diurnas com lampanas alógenas, faróis de neblina com moldura cromada, repetidor de setas nos retrovisores, rodas de aço com calotas aro 15”, airbag para motorista e passageiro, freios com ABS e distribuição eletrônica de frenagem, computador de bordo com três modos de operação e indicação de manutenção, alarme, rádio com mp3, seis autofalantes, comando no volante para rádio e Bluetooth, entrada USB, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas e direção elétrica. O preço é R$ 45.990.

O Active Pack, que adiciona rodas de liga leve 15 polegadas diamantadas, volante revestido em couro, airbags laterais para motorista e passageiro, central multimídia de sete polegadas sensível ao toque e ar-condicionado automático e digital de duas zonas, custa R$ 49.990.

A versão Allure 1.5 testada por nós tem valor de R$ 53.290 e tem os seguintes equipamentos a mais comparando à versão Active: teto solar panorâmico e sensores de estacionamento traseiros. Já o modelo Allure 1.6 tem transmissão automática e custa R$ 57.390 e tem a mais detalhes cromados no acabamento do rádio e nas saídas de ar e aletas para troca de marchas no volante.

Teto solar panorâmico é item de série a partir da versão intermediária

A topo de gama, Griffe 1.6, com transmissão manual, soma à lista de equipamentos a luz diurna em LED, frisos cromados nos vidros laterais, luzes de leitura de LED, dois airbags de cortina, acendimento automático dos faróis, acionamento automático do limpador de para-brisas, sensores de estacionamentos dianteiros e apoio de braço dianteiro no console central. O seu preço é de R$ 59.190 e da versão automática é de R$ 62.890.

CONECTIVIDADE

A marca francesa alegou que, em pesquisa realizada com seus clientes, um dos quesitos mais pedidos foi na categoria “tecnologia”. Portanto, a montadora tornou o MyPeugeot, assim denominado o seu sistema de entretenimento, presente em todas as versões. O aplicativo, disponível para celulares com sistemas operacionais IOS e Android, pode se conectar via Bluetooth ao sistema multimídia do veículo e acessar informações diretamente da tela do smartphone. Ou seja, é possível acompanhar a autonomia, consumo, distância e tempo dos trajetos realizados, seguir uma rota determinada pelo sistema de navegação e ainda saber quanto tempo falta para a próxima revisão do automóvel.

“Todas as concessionárias do grupo oferecerão, a partir do segundo semestre, todos os tipos de serviços para os nossos clientes, reparos em funilaria e mecânica”, garantiu o diretor geral da Peugeot do Brasil, Miguel Figari. Perguntado se esse novo posicionamento é para desmistificar que a mecânica francesa é frágil, Figari respondeu: “a mecânica francesa é diferente da japonesa, por exemplo, porque sempre inovou no automóvel. Se você for pesquisar na história de onde surgiram as melhores tecnologias e inovações, foi no carro europeu. E quando se inova, se erra também”, comentou.

“Hoje nossos carros são estáveis, com todo conteúdo tecnológico que existe, diferentemente dos japoneses. Eles querem que o cliente incorpore certo equipamento, pois não querem se comprometer com possíveis erros. Eles têm outra estratégia”, finalizou.

E assim a Peugeot tenta retomar seu fôlego no país. Ele está disponível em sete cores: Vermelho Aden (sólida), Azul Bourasque (sólida), Branco Banquise (sólida), Prata Aluminium (metálica), Marrom Dark Camim (metálica), Preta Perla Nera (metálica) e Branco Nacré (perolizada).

 

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