Sim, é possível ter jovens na oficina, na auto peças, no distribuidor, mas para isso é necessário criar plano de carreira e um bom organograma! Onde estão os jovens que gostam de carros, que gostam de mecânica automotiva, que querem ser mecânicos e terem um crescimento em um mercado que cada vez mais terá grande valorização e maiores salários em sua carreira profissional? Será que desapareceram, ou simplesmente não existem mais? Onde estão os jovens, será que ainda existem? A resposta de um empresário do setor automotivo é SIM. Ainda temos bons jovens, bons meninos que ainda vão nos representar, filhos que são herdeiros e também sucessores como meu filhote, JP Scopino e tantos outros que são segunda ou terceira ou quarta geração! E que venham os de quinta, sexta e e sétima geração. Se é que já estão ai trabalhando.

03 gerações de Scopino, Giovanni Scopino, Professor Scopino e JP Scopino e novos auxiliares de mecânicos, Monteiro, Matheus e Victor. Se tem escola Senai, tem bons jovens! E isso é bem a verdade, temos bons alunos e bons jovens e quando eles não tem bons empregos e boas carreiras parece que poucos pensam no futuro e na sequência natural que um profissional pode seguir, quando um estudante de medicina se forma ainda tem anos de aprendizado na prática. Ou seja se um aluno recém formado nas escolas Senai (eu sou um mecânico de autos profissional formado pelo Senai em 1988) não estão 100% prontos, ainda tem a famosa residência que os médicos fazem, ou seja, um completo de prática para aprender o que teve na prática, se o médico cuida de uma vida por mês o mecânico de automóveis cuida e preserva várias vidas de forma simultânea. Devemos ter um Plano de Carreira E esta valorização passa pela organização de uma Oficina Forte com processos claros e um plano de carreira clara e objetivo, onde um auxiliar entra como C, ou seja, básico do básico e pode crescer dentro da mesma pequena empresa e aprender, as vezes ele ganha um salário para aprender, e crescer e melhorar a empresa que o emprega, e dá a oportunidade de crescimento profissional. Um bom organograma deixa tudo mais claro e objetivo Um organograma de uma Oficina Forte demonstra de uma Oficina Forte o quanto é possível crescer e ganhar mais de acordo com o seu desempenho e dedicação, estudos e aprendizados, e acima de tudo pelo desenvolvimento. Quando chega um novo colaborador ele não está pronto. Ele está em fase de residência, como os médicos, ou seja, não é porque saíram da escola ou faculdade, que só tem a teoria, ainda tem muito o que aprender a prática e poder crescer na prática e entender em que pode ser melhor, sair de auxiliar de mecânico C, para B e claro para A, e sempre poder crescer profissionalmente e também em rendimento salarial. CONCLUSÃO Leia também O mercado de reparação automotiva tem grandes possibilidades de continuar crescendo e com uma boa gestão ter ainda jovens para uma nova e renovada mão de obra, com jovens dispostos a aprender e crescer no presente e futuro do aftermarket brasileiro. E com um plano de carreira, podemos começar com um auxiliar de mecânico que recém saiu da escola e entra com um nível C, e com a sua dedicação e vontade em cerca de seis meses pode subir de nível eir para auxiliar B, e mais seis meses a um ano, e com mais dedicação e vontade, e a oficina lhe proporcionando esse crescimento, pode chegar a ser um auxiliar de mecânico A. E em pouco tempo estará pronto para subir de nível, dessa vez um pulo maior, um degrau mais alto, mas isso é assunto para a próxima edição do Oficina Brasil, nos vemos na próxima edição. Abraços a todos, até a próxima edição e $UCE$$O! SCOPINO, Mecânico de Autos Profissional, Bacharel em ADM de Empresas, diretor da Scopino Auto Club, idealizador do movimento Oficina Forte, professor do Umec e da TV Notícias da Oficina VW, integrante GOE e dos Mecânicos Premium AMPB, ministra treinamentos e palestras por todo o Brasil. Contrate um professor que tem uma empresa e experiência no setor automotivo. Instagram: @professorscopino @oficinaforte
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