
Defeito: Citroen Xsara ano 2005 com motor 2.0 16 válvulas passou por uma retífica completa e funcionou bem na fase de aquecimento até atingir 90 graus. A partir desta temperatura a pressão do óleo vai diminuindo até zerar e os tuchos começam a bater.
Diagnóstico: confiando no serviço de usinagem realizado na retífica de motores e nas peças novas que foram instaladas, o motor, depois de montado, funcionando e com o manômetro de pressão do óleo conectado, indicava a pressão caindo gradativamente até ficar sem nenhuma pressão e quando aumenta a rotação do motor, a pressão se eleva mas torna cair.
Solução: seguindo as orientações dos participantes do Fórum para conferir as medidas dos mancais, bielas, comando de válvulas e virabrequim, era preciso aprofundar nos detalhes da montagem do motor e identificar o que estava provocando a queda da pressão de óleo.
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Procurando falhas no suporte do filtro de óleo com possível defeito, nos injetores de óleo, trincas nas galerias do óleo que poderiam aparecer com a dilatação devido à temperatura do motor e também não poderia ficar de fora o responsável pelo serviço de retífica que poderia ajudar na identificação do problema.
Com o motor desmontado na retífica, foi possível verificar que houve uma falha na usinagem do bloco que ficou além da tolerância recomendada, o que provocou a perda da pressão do óleo na fase quente.
É recomendável não confiar cegamente nos serviços de terceiros e é vital que sejam conferidas todas medidas para ter a certeza que está tudo dentro da tolerância recomendada pelo fabricante.
Além do prejuízo financeiro, surge uma perda que é muito mais grave que é a desconfiança do dono do carro pois, independente de serviços realizados por terceiros, qualidade das peças, o cliente vê apenas o mecânico como o único responsável.
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