Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Direto do Fórum
  4. /
  5. Volkswagen Fox não pega

Volkswagen Fox não pega

O proprietário levou o veículo para a oficina mecânica após tentar fazê-lo pegar no tranco e danificar as válvulas

Da Redação
02 de janeiro de 2021

DIAGNÓSTICO

Ao receber o veículo, o reparador confirmou a ocorrência do empeno das válvulas. Realizada essa importante etapa, fez a remoção do cabeçote e o enviou para a retífica a fim de sanar o inconveniente. Ao receber o cabeçote, fez todos os procedimentos de limpeza do mesmo. Com o cabeçote pronto para a instalação no bloco do motor, verificou a nova junta que seria instalada, conferindo a aplicação correta, bem como sua posição de montagem. 

Partiu para a montagem com toda a cautela e atenção necessária para esse tipo de operação, respeitando tanto a sequência de instalação dos parafusos como o torque especificado pelo fabricante. Diante dessa situação, o técnico decidiu pegar o seu bloco de notas e organizar seu plano de ação com o passo a passo dos testes que seriam realizados a fim de encontrar o componente que estava impedindo o funcionamento do motor.

O primeiro sistema a ser analisado segundo seu planejamento era o sistema de ignição, assim, verificou velas e cabos, não encontrando nenhuma irregularidade. Entretanto, ao analisar a bobina, observou que em uma de suas saídas de alta tensão não tinha faísca, assim, concluiu que poderia estar ali a origem do inconveniente. 

Todavia, percebeu que ao movimentar a mesma, a centelha voltava a aparecer, ou seja, estava diante de uma falha intermitente.

Decidiu então, instalar a bobina em seu alojamento e apertou bem os parafusos, neste instante ao realizar um novo teste, observou que não tinha mais centelha no quarto cilindro. Removeu a bobina do motor e com ela solta, fez uma nova verificação e, nesta nova condição apareceu a centelha no quarto cilindro. 

Ao relatar, em detalhes no Fórum, a problemática para os colegas, não demorou muito para que os participantes começassem a dar suas dicas e sugestões.

O primeiro sugeriu que o reparador fizesse uma revisão nos fios que alimentam a bobina, pois poderia um deles estar quebrado no chicote ou ainda a tomada de alimentação estar com os conectores abertos.

Dando continuidade às dicas, outro reparador indicou a troca da bobina e revisão de todo o chicote da bobina. A quarta sugestão dada chamou a atenção para a conferência do sincronismo, verificação da pressão da bomba de combustível e, por fim, alinhado com as dicas anteriores disse que seria interessante a troca da bobina. 

O reparador, depois de tentar várias maneiras para colocar o veículo em funcionamento, descobriu que ao forçar a abertura do corpo de borboleta o motor entra em funcionamento mas não acelera.

Passou essa informação aos colegas reparadores, e um deles disse que era o corpo de aceleração que estava travado e disse para o reparador para observar se ao ligar a ignição o mesmo aciona, caso contrário poderia trocá-lo por outro.

SOLUCÃO

Ao ler novamente as dicas e sugestões dos colegas o reparador teve a ideia de testar o chicote de injeção, de forma minuciosa, ou seja, abriu o chicote e observou os fios atentamente, procurando curtos, fios partidos, dentre outras anomalias.

Depois de muita atenção e um olhar atento, constatou que um dos fios estava quebrado, fez o reparo, fechou o chicote, e deu partida no motor, o mesmo entrou em funcionamento imediatamente e respondeu à solicitação de aceleração de forma correta, fez o teste de rodagem, constatou que o veículo estava com ótimo funcionamento, explicou todo o serviço ao cliente, que realizou o pagamento. Por fim, o reparador entregou o veículo com a certeza que tinha encontrado a causa que impedia o funcionamento do veículo.

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Estouros no coletor do Polo 1.6: mistura rica, problema escondido
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Renegade diesel ferve na estrada: até sem válvula termostática
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Corsa Classic pós-retífica: motor montado, mas sem força