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i30 não funciona mais após sofrer colisão

Saiba como foi resolvido o problema no modelo da Hyundai

Por Da redação

Defeito: O cliente compareceu à oficina para conversar com o reparador sobre seu veículo Hyundai modelo i30 que se encontrava para reparos na funilaria e seria posteriormente levado à oficina para ser manutenção. 

O proprietário do veículo informou que o carro havia sofrido uma colisão frontal que acabou por acionar os airbags e desde então o carro não pegava mais. 

Diagnóstico: Enquanto o carro não chegava da funilaria, o reparador já sondava possíveis causas para o problema. Quando o serviço de funilaria havia sido concluído, o reparador aproveitou que iria acompanhar a movimentação do veículo para verificar a integridade do chicote elétrico, assim constatou que não havia qualquer sinal de danos causados pela batida. 

Mais tarde, já na oficina, o reparador iniciou o diagnóstico no veículo, notando que o carro dava a partida, mas não pegava e não armava a bomba de combustível; sintomas típicos de interruptor inercial atuando, mas ao procurar o interruptor não o encontrou. 

Decidiu então questionar seus colegas do Fórum a respeito da localização do mesmo. Um colega de profissão recomendou que fosse utilizado scanner para verificar códigos de falhas armazenados no ECU, o reparador informou que não havia feito isso ainda, pois o carro acabara de chegar da funilaria. 

Outro reparador também concordou que esses seriam sintomas de interruptor inercial atuando e solicitou que fosse verificado na parede próxima a caixa de fusíveis, pois em alguns veículos o interruptor fica alojado nesse local.  

Solução: Após vários dias quebrando a cabeça, o reparador finalmente havia encontrado, em parceria com o eletricista da sua oficina, a causa do problema. O causador de toda essa situação era um simples antifurto instalado que se encontrava ativo e bloqueando o sinal do carro para dar a partida. 

Ao questionar o dono sobre esse sistema, descobriu que o cliente havia comprado o carro já batido, com o intuito de reformá-lo, portanto não havia andado com o veículo desde a compra; e quanto ao antifurto, havia sido instalado pelo antigo dono, que acabou esquecendo-se de informar ao cliente no ato da compra. 

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