Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Direto do Fórum
  4. /
  5. DO MUNDO VIRTUAL PARA A VIDA REAL: CONHEÇA OS PROFISSIONAIS QUE MAIS ATUAM NO FÓRUM OFICINA BRASIL

DO MUNDO VIRTUAL PARA A VIDA REAL: CONHEÇA OS PROFISSIONAIS QUE MAIS ATUAM NO FÓRUM OFICINA BRASIL

Criado em 2009, o Fórum do jornal Oficina Brasil foi concebido como uma “mídia social” , hoje registra 110 mil seguidores e acumula mais de 150 mil postagens que formam o mais completo passo a passo de solução de problemas difíceis apresentados e resolvidos de forma colaborativa, assim nada melhor do que conhecer quem são os principais atores desta útil e cada vez mais popular ferramenta de trabal

da redação
20 de outubro de 2016

O primeiro contato de Manoel Alves da Silva, mais conhecido no Fórum Oficina Brasil como Lemar, com a reparação independente se deu em 1989. “Havia chegado há pouco tempo da minha terra (Jacobina, Bahia), e fui trabalhar numa transportadora (Trans Grupo - Barueri, São Paulo). Lá eu era responsável pelo almoxarifado  da oficina e distribuía as peças para os mecânicos mais experientes e foi aí que me interessei pela área”, comenta Lemar.

À época com 22 anos, Manoel Silva nunca havia imaginado que essa seria a profissão que mais lhe despertaria interesse, depois de ter passado seis meses como auxiliar administrativo na Bahia. “Quando eu vi que havia profissionais que recorriam a outros porque não sabiam como mexer com equipamentos de medição mais precisos, como a metrologia, aí eu vi uma oportunidade. Foi nesse momento que coloquei na cabeça que para me tornar mecânico que tinha que aprender metrologia”, diz Silva.

Sem ao menos saber que existia a Escola Senai, Lemar começou a pesquisar e ficou sabendo sobre o curso. “Comecei a fazer o curso de ajustador mecânico e depois migrei para mecânica diesel. No final das contas, me ‘casei’ com a escola”, conta Manoel Silva.

Em 1994 Silva conseguiu um emprego na área que tanto desejava: auxiliar de mecânica em uma empresa de turismo, Benfica, onde consertava os ônibus. Contudo, em 1999, após ser aprovado no processo seletivo para cursar a graduação na Escola Senai Ipiranga, a empresa não quis que o reparador continuasse como funcionário: “eles me disseram ‘aqui você escolhe, ou trabalha ou estuda’. Achei aquilo um absurdo e optei pelo conhecimento”, afirma Silva.

Finalmente quando conseguiu começar os estudos, a empresa Pátio Transmissões Automáticas, localizada na zona oeste de São Paulo, decidiu dar uma oportunidade para o reparador e o contratou para trabalhar de dia e estudar à noite: “pessoas com a mente aberta, foi um incentivo e tanto. E foi ótimo para colocar em prática tudo o que estava aprendendo na teoria”, elogia Manoel Silva. E lá ele permaneceu por oito anos. Em 2008 migrou para a Tietê Veículos. “Quando eu estava prestes a terminar o curso da linha leve, eu ainda trabalhava com a pesada. Foi aí que procurei um estágio na área. Foi aí que comecei a trabalhar aos sábados, das 8 horas às 17h, em um autocenter. Fiquei lá por três meses sem receber salário, mas valeu a pena pela experiência. Depois permaneci mais de um ano nessa empresa (Multivel), fazendo alinhamento, balanceamento, injeção eletrônica e suspensão, mas recebendo salário pelos trabalhos realizados nos finais de semana”, fala Lemar.

O colaborador do Fórum fala que conheceu o Jornal Oficina Brasil   quando ele ainda se chamava Motor 100%. “Fui a uma palestra e achei interessante e me inscrevi para receber. De lá para cá já colecionei muita reportagem interessante”, comenta. “Com a nova administração do Fórum houve muitas melhorias. E o site de colaboração vicia! Eu entro pelo menos três vezes por dia para companhar as novidades. E digo para todos os reparadores que precisam entrar. O Fórum é nota mil!”, finaliza.

O reparador Clécio Prado teve seu interesse pela reparação independente despertado por conta do pai, que não trabalhava no setor, mas exercia a função pelo prazer de consertar veículos. “Meu pai não era profissional, mas tinha oficina e atendia aos clientes durante as horas vagas”, comenta Prados. Com o tempo, o pai de Clécio Prado teve problemas de saúde e teve de abandonar a profissão: “ele adquiriu três úlceras e teve que ir trabalhar como motorista”, relembra o reparador.

Clécio, que na época tinha aproximadamente 13 anos, ajudava o pai e, quando ele abriu uma borracharia, não quis ficar de fora: “fui trabalhar com ele no estabelecimento, mas logo os problemas de saúde do meu pai voltaram a aparecer”, conta Prados. Nesse momento o reparador decidiu trabalhar como motorista, seguindo os passos do pai.“Aí por conta disso eu fiquei afastado da área automotiva”, diz.

 

Mas o reparador é “aficcionado pela reparação independente, é direto na veia”, segundo ele. “Não é pelo retorno financeiro, é por trabalhar com o que amo fazer. Quando o meu cliente sai feliz da minha oficina, vale mais do que dinheiro”, afirma. Clécio Prado, após o fechamento da borracharia, começou a trabalhar na Gili Transportes, onde ficou por cinco anos como motorista e reparador. Mas hoje, em outra empresa (Transperola), colabora como motorista há quatro anos e planeja se tornar um empresário da reparação independente, a Prados Motors.“Minha esposa me apoia e disse que se tivermos que parar de comer carne e passarmos a comer ovo, não tem problema. Estou equipando a minha oficina, mas só trabalho com isso aos finais de semana. E sobre formação, o reparador sabe da importância de bons cursos para prosseguir com a profissão. Clécio é formado pelo Senai: “Fiz um curso de dois anos sobre o Ciclo Otto e mais um ano sobre injeção eletrônica. Agora pretendo fazer, também no Senai, um curso sobre elétrica”, comenta Prado.

O profissional conheceu o Fórum Oficina Brasil por indicação de seus colegas de classe da Escola Senai, apesar de já conhecer a publicação. “Quando eu entrei o site de colaboração me ajudou muito! O Fórum é melhor do que qualquer ferramenta do mercado, por mais tecnológica que ela seja. Poder interagir, aprender com amigos e trocar contatos me cativou desde o primeiro dia e até hoje sou viciado no Fórum Oficina Brasil”, afirma o reparador.

 

E Clécio Prado conta uma história emocionante de amizade estabelecida entre ele e o colaborador J Flex: “graças ao Oficina Brasil eu fui abençoado. Em um dos tópicos eu havia perguntado sobre a solução para o problema de um veículo e afirmei que estava trabalhando sem Scanner. Aí durante as discussões, muitos me disseram quais passos seguir mas que sem o equipamento eu não poderia fornecer um diagnóstico preciso. Foi nesse instante que o participante J Flex, de Curitiba, me presenteou com um Scanner. Ou seja, desde o dia em que eu entrei no Fórum eu só tive ganhos!”, afirma o reparador. “Eu ainda não tenho a experiência do Diaz ou o conhecimento do Leandro Zamaro, por exemplo. Mas todos são tratados sem discriminação”, relata Prados. Por conta disso, ele afirma: “quem ainda não conhece o site de colaboração precisa se entrar e mergulhar de cabeça!”

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Estouros no coletor do Polo 1.6: mistura rica, problema escondido
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Renegade diesel ferve na estrada: até sem válvula termostática
Direto do Fórum
Direto do Fórum
Corsa Classic pós-retífica: motor montado, mas sem força