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Direto do Fórum: Fevereiro/2016

Defeitos, diagnósticos e soluções

Da redação
19 de fevereiro de 2016

Siena 2013 1.4 Fire com problema de sincronismo

Defeito: Veículo chegou guinchado na oficina e não pegava.

Diagnóstico: Reparador constatou de cara que o ponto estava bem fora e fez o acerto, e o motor voltou a funcionar. Mas ainda apresentava falha na aceleração, e a luz da injeção continuava acesa. Leitura do scanner acusava problema de sincronismo no sensor de fase. 

Solução: Na troca de informações, reparadores experientes focaram as atenções em detalhes de ajuste do sincronismo como o uso de ferramentas específicas para travar os comandos; relógio comparador para pegar o PMS exato; folga na fixação das engrenagens do comando; reconhecimento do sensor de fase/rotação e alinhamento da marcação da polia do comando com a marcação na tampa de válvulas. Este último item estava um pouco fora, e uma vez ajustado, o motor funcionou perfeitamente.

Dica para Honda Fit com câmbio CVT

Defeito: Veículo chegou na oficina de guincho. O motor não funcionava e a luz de injeção no painel não acendia.

Diagnóstico: Ao conectar o scanner, não havia comunicação. Com o esquema elétrico em mãos, reparador testou primeiro a alimentação da central (ECM), que estava correta. Decidiu então abrir a ECM para testes mais aprofundados, e conectada ao carro, percebeu que o regulador de 5v interno estava esquentando em demasia, e por essa razão não havia comunicação com o scanner, e a luz no painel não acendia. Outros componentes internos da central estavam todos em ordem, e portanto a ECM estava OK. Reparador prosseguiu a lógica, e começou a testar todos os sensores alimentados pelo regulador interno de 5v, mas em uma primeira análise, todos os sensores do sistema de injeção eletrônica estavam em ordem.

Solução: Faltava conferir um último componente, que era o sensor CVT da caixa de transmissão, e que também é alimentado pelos 5v da ECM. Finalmente o problema foi localizado, e ao substituir a peça, o veículo voltou a funcionar normalmente, a comunicação com o scanner foi reestabelecida, e a luz da injeção voltou a funcionar no painel.

Cruze 2.0 16 V com aceleração irregular

Defeito: Veículo apresentava variação na aceleração com oscilação na marcha lenta, e de repente subia a rotação para 3.000 rpm, e depois retornava e ficava na mesma variação.  

Diagnóstico: No scanner não apareciam códigos de falha. Visualmente o corpo de borboleta estava muito sujo, e foi providenciado a sua limpeza, mas o comportamento do motor continuou o mesmo. Foram sugeridos o procedimento de reconhecimento do TBI e combustível via scanner, e checagem de uma válvula instalada na tampa de válvulas.

Solução: A dica da tampa de válvulas foi certeira. Existe uma válvula instalada na tampa, cujo diagrama costuma romper (furar), causando uma entrada falsa de ar. Substituída a peça danificada, a aceleração e a marcha lenta se normalizaram.

Kadett Efi 2.0 96 perde aceleração

Defeito: Veículo funciona normalmente, mas depois de andar um tempo na pista (estrada) perde repentinamente a aceleração e depois morre. Desligando e religando a chave, volta a acelerar novamente. 

Diagnóstico: Cliente já vinha de outras oficinas, e informou que praticamente já haviam trocado tudo como o módulo HEI, sensor Map, bobina de ignição, bobina impulsora, velas e cabos, comutador de partida, filtro de combustível. Reparador checou continuidade no chicote da injeção, testou o sensor da borboleta, bomba de combustível, monitorou a alimentação do módulo e outros componentes, fez teste com alimentação direta, checou componentes anteriormente substituídos como as bobinas, mas sem resultados. Seu foco passou a ser o módulo da injeção, pois não tinha outro componente para testar. 

Solução: Cliente comentou que o módulo da injeção também tinha sido substituído, mas reparador resolveu assim mesmo enviar a peça a um especialista, que após análises decidiu reprogramá-la. O resultado foi positivo e o problema resolvido. Este caso mostra que, na dúvida, é melhor conferir. 

Palio Adventure Dualogic com falha

Defeito: Após troca da embreagem, surgiu um código de falha P0755, referente ao driver de corrente, circuito aberto. Este erro provoca a entrada do sistema Dualogic em modo Recovery, ou modalidade de erro, limitando as ações do sistema, evitando o engate de uma marcha indesejada, a troca de marchas é desabilitada, o atuador de engates é bloqueado pela ação na eletroválvula oposta, e quando o veículo parar a arrancada será desabilitada.  Na presença deste erro, os procedimentos de autoaprendizado de manutenção são desabilitados.

Diagnóstico: A falha correspondia a eletroválvula de mudança de marchas, cabos, circuito defeituoso ou ainda módulo de controle do motor do sistema de transmissão. Válvula e módulo estavam ok e chicote aparentemente não apresentava avarias.

Solução: No teste de continuidade do chicote, detectou-se uma anomalia, e um fio estava rompido bem no conector. Após troca do conector avariado e reparo do chicote, o reparador seguiu os procedimentos de aprendizado e ajustes, sugerido e detalhado passo a passo por outro participante do Fórum, e o sistema voltou a funcionar corretamente.

Teste para detectar fuga de corrente na bateria

Defeito: Problema bastante comum, a bateria perde carga de um dia para outro, e a pergunta que fica é “quem está roubando a carga”? 

Diagnóstico: Reparador experiente repassa uma dica muito interessante, simples e eficiente, que certamente agiliza a identificação do consumidor que está provocando a descarga da bateria.

Solução: 

1- Verifique a situação da Bateria, que deve se encontrar acima de 12,0V;

2- Desconecte o cabo massa (negativo da bateria). Os testes deverão ser feitos com o motor desligado, e todos os consumidores também devem estar desligados;

3- Com o multímetro selecione na escala ampère, e o cabo vermelho plugue em ampère (conforme ilustração)

4- Faça a ligação em série conforme a ilustração;

5- Verifique o valor encontrado pelo multímetro. Este valor padrão deve ser em torno de 0.068mAh (miliampère-hora);

6- Acima de 0.100mAh, existe algum consumidor provocando a descarga da bateria. Mantenha o multímetro ligado, e remova um a um os fusíveis do veículo, e monitore observando se o consumo caiu após a remoção de algum deles. Detectado o fusível, verifique qual consumidor correspondente ele protege, e assim está identificado o consumidor que está “roubando” a carga da bateria;

7- Exemplo: Medição inicial estava acima de 0.100mAh, e ao remover o fusível do rádio, a medição caiu para 0.065mAh, então a fuga de corrente está no próprio consumidor (rádio) ou na instalação do mesmo.

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