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Imobilizador: Sistema Antifurto e Funcionamento

Entenda o funcionamento, evolução e principais problemas do imobilizador
Victor Pedrão
16 de julho de 2025

O imobilizador é um sistema composto por um chip, uma unidade de comando imobilizadora, uma antena e uma unidade de comando eletrônico do motor. Todo esse sistema impede que alguém dê a partida no automóvel. é eficaz para combater Furtos e roubos. Trata-se de um dispositivo de segurança que atua como um mecanismo antifurto. Esse mecanismo impede que o automóvel funcione e não precisa que você o acione, pois o sistema é “inteligente”.

A chave do seu veículo foi desenvolvida com uma criptografia armazenada em um pequeno chip interno a chave do veículo. Nós chamamos isso de “transponder”. cada chave possui um código para dar a partida. Sendo assim nenhuma é igual a outra. Então, não adianta pegar uma chave de outro carro do mesmo modelo que o seu e tentar fazer o seu veículo funcionar, pois o código não será o mesmo

Imagem do sistema imobilizador

O sistema também, conta com uma antena para captação do código criptografado para poder realizar a partida do veículo, ela capta o código e faz a comunicação com a central eletrônica do veículo.

A central de comandos é acoplada no painel do veículo. Ela recebe as informações da antena para que a partida do motor seja dada. Assim, quando você abre o seu automóvel e insere a chave na ignição, a antena recebe um pulso elétrico que interage com a central de comandos. Em seguida, é validado o código e a alimentação elétrica dá a partida no motor.

Central de comandos do imobilizador

- Como ocorre o bloqueio da ignição.

1 - Ao inserir a chave na ignição, uma antena ao redor do cilindro de ignição (geralmente chamada de "anel de leitura") emite um sinal de rádio de baixa frequência para ativar o transponder.

2 - O transponder responde com seu código, que é verificado pela ECU.

3 - Se o código estiver correto, a ECU libera o sistema de injeção e ignição, permitindo a partida do motor.

4 - Caso o código não seja reconhecido, a partida é bloqueada eletronicamente.

- Evolução do imobilizador:

Os primeiros imobilizadores funcionavam com códigos fixos, mais fáceis de serem burlados. Hoje, os sistemas utilizam códigos rotativos (rolling code) criptografados, que mudam a cada partida, aumentando a segurança. Há também integração com alarmes, controles remotos, e até com smartphones, nos modelos mais recentes.

- Principais problemas:

  • Chave com transponder danificado: Pode impedir o reconhecimento do código. A luz do imobilizador (normalmente no painel) pode piscar ou permanecer acesa.
  • Falha na antena de leitura: Impede a comunicação entre chave e ECU.
  • Defeito na ECU ou mau contato: Podem gerar falhas intermitentes na partida.
  • Código não programado: Em chaves reservas ou substituições, é necessário reprogramar o código na central.

Em diagnósticos automotivos, scanners específicos podem acessar o módulo do imobilizador para verificar erros, códigos não reconhecidos ou falhas de comunicação entre os componentes.

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