Oficina Brasil


Marcas e produtos avaliados pela perspectiva privilegiada do reparador independente

Pesquisa Imagem das Montadoras chega à sua 15ª edição e traz a opinião dos reparadores independentes sobre marcas, produtos e atributos recomendados e não recomendados de todos os fabricantes e importadores de automóveis e comerciais leves do Brasil

Por Marcelo Gabriel e Alexandre Carneiro

Linha do TempoBem que Renato Russo nos alertou: “o futuro não é mais como era antigamente ”. Quando a primeira edição da pesquisa Imagem das Montadoras foi publicada no ano 2000, o cenário automotivo era bem mais calmo e previsível e a proliferação de marcas e modelos ainda era incipiente. Passados catorze anos e quinze edições da pesquisa chegamos ao futuro que antevíamos na virada do milênio mas ele realmente não é mais como era antes.

E esta edição traz alguns dados impressionantes. Tivemos a participação de mais de 1.800 reparadores independentes de todo o Brasil que, sem nenhum estímulo ou premiação, responderam ao convite formulado pela CINAU – Central de Inteligência Automotiva, unidade do Grupo Oficina Brasil dedicada à pesquisa e inteligência de mercado, para avaliar 34 marcas de automóveis e comerciais leves, divididas em três grupos em função da participação de mercado de cada grupo. 

Este critério de segmentação em grupos com base em sua participação de mercado já foi utilizado nas edições de 2012 e 2013 e passa a integrar definitivamente a metodologia desta pesquisa para a avaliação e agrupamento das marcas.

Além desta avaliação comparativa intra-grupo, temos dois momentos na pesquisa em que as avaliações se realizam inter-grupos: o carro dos sonhos e carros por categoria de produto. Na avaliação do carro dos sonhos identificamos o reparador como um apaixonado por carros que soma seu conhecimento técnico à paixão por um modelo, que não se traduz necessariamente em fatores racionais.

Em relação aos produtos, esta edição também traz uma inovação. Nas edições anteriores segmentávamos os veículos (automóveis e comerciais leves) em função de sua motorização, divididos entre 1.0L, de 1.1 a 1.5L, e assim sucessivamente. 

Em nosso contato diário com os reparadores automotivos independentes ficou claro que o desenvolvimento tecnológico e novas configurações de veículos tornaram “comparáveis” do ponto de vista de desempenho um veículo equipado como motor 2.5L e um 2.0L Turbo. 

Partimos em busca de um novo conceito de segmentação e optamos por utilizar as 14 categorias da FENABRAVE, que gentilmente nos consentiu utilizar a terminologia e os dados sobre quais modelos se encaixam em cada categoria. Como resultado desta escolha metodológica, os modelos foram avaliados dentro das seguintes categorias: entrada, hatch pequeno, hatch médio, sedan pequeno, sedan compacto, sedan médio, station wagon (SW), monocab, grandcab, picape pequena, picape grande, SUV, furgões pequenos e furgões.

Das 12 categorias que a FENABRAVE estabelece para veículos de passeio deixamos de fora da pesquisa 3 categorias que não apresentam representatividade. As 9 categorias escolhidas representam 99,1% das vendas acumuladas em 2014, entre janeiro a novembro de 2014. Em relação aos utilitários leves, as 5 categorias escolhidas representam 100% das vendas desse tipo de veículo nas vendas acumuladas de 2014, entre janeiro e novembro.

A terceira dimensão pesquisada é referente aos atributos considerados relevantes pelos reparadores independentes na hora de avaliar, positivamente ou negativamente, sua experiência com uma marca que, via de regra, se faz por meio de um produto (automóvel ou comercial leve) que chega à sua oficina.

Batizados de “Fatores K” por identificarem o “karma” das marcas, estes atributos são: disponibilidade de peças, acesso a informações técnicas, reparabilidade dos veículos, treinamento, atendimento na rede de concessionárias e preço das peças.

Na medida em que a proliferação de marcas e modelos se faz presente e evidente no cotidiano das oficinas mecânicas independentes, mais e mais atributos vão sendo incorporados ao processo decisório do reparador. Na edição 2013 incluímos o atributo atendimento na rede de concessionárias por entender que a montadora se tangibiliza para o reparador independente no contato direto com a concessionária que é percebida como uma extensão da fábrica.

E incluímos este ano o atributo preço das peças que outrora era tido como o grande vilão para evitar as compras nas concessionárias e usado muitas vezes como justificativa. Por definição a análise de tendência em séries históricas de dados se dá no momento em que três séries foram coletadas. Assim a partir da edição de 2015 o atributo atendimento na rede de concessionárias será passível de análise de tendências. 

CARRO DOS SONHOS
Este quesito é o que aproxima a racionalidade do técnico automotivo com a passionalidade do amante por carros. A questão é formulada sem estímulos ou vieses e é apresentada em campo aberto para resposta à pergunta: independente de marca, modelo ou motorização, qual é o carro dos seus sonhos? Esta pergunta foi introduzida na edição da pesquisa de 2006.

Entre 2006 e 2010 o Vectra reinou absoluto como o carro dos sonhos dos reparadores e este reinado foi interrompido em 2011 pela chegada do Corolla como o carro dos sonhos, posição que foi ocupada pelo Camaro em 2012, retomada pelo Corolla em 2013. 

O resultado de 2014 mostra que, guardadas as condições e sem a influência de alguma tendência musical – como foi o caso do Camaro amarelo em 2012, teremos um novo ocupante longevo na posição de carros dos sonhos já que o grande indicado de 2014 foi o Toyota Corolla. Em segundo lugar aparece a Hilux, seguida pelo Camaro (ainda está no páreo), em quarto o Ford Fusion estreiando no top 5 e a picape S10 ocupando o quinto lugar.

É interessante notar que dentre os cinco carros dos sonhos temos dois sedans, duas picapes e um esportivo e que a tendência geral dos votos, desde 2006, recai sempre em sedans, de certa forma, modelos mais clássicos que as SUVs que invadiram as ruas das cidades ou os carros conceito (ex.: Kia Soul) ou ainda os carros elétricos ou híbridos. 

Advogamos uma tese aqui na CINAU de que o reparador independente é um influenciador no processo de decisão de compra do dono do carro em algum grau, que ainda não testamos empiricamente. Mas é consenso e voz corrente junto a todas as pessoas a quem apresentamos nossa tese que a opinião e/ou recomendação do reparador exerce alguma influência no processo cognitivo de decisão do dono do carro, seja pelo questionamento direto quando o cliente da oficina quer trocar de carro e pergunta o que o reparador acha do modelo X ou Y, seja indiretamente naquele almoço de família em que alguém comenta que iria comprar o carro Z, mas o reparador disse que não era bom e aí desistiu. RO - Recomendação da OficinaGRUPO 1 DE MONTADORAS 
Neste grupo estão as montadoras que detém mais de 70% de participação na frota circulante de veículos e são elas, em ordem alfabética: Fiat, Ford, General Motors e Volkswagen. São também as montadoras, em atividade contínua, há mais tempo instaladas no país. Para este grupo de montadoras os reparadores são convidados a responder qual recomendam, qual não recomendam e qual é a melhor e a pior nos seis atributos ou fatores K. 

RO – Recomendação da Oficina
A soma aritmética simples da quantidade de recomendações positivas (R+) e da quantidade de recomendações negativas (R-) compõem o indicador RO – Recomendação da Oficina, também chamado de RO da Marca. Os percentuais de votos de R+, R- e o consequente RO são apresentados na tabela abaixo:

Em comparação com os resultados de 2013 não houve mudança na ordem dos classificados mas chama muito a atenção o que pode ser considerado um empate técnico entre os três primeiros classificados nas recomendações positivas, o que mostra um acirramento destas posições e uma possível não diferenciação por parte dos reparadores.

Do ponto de vista estatístico este empate técnico entre os três primeiros classificados pode ser um indicativo de maturidade dos respondentes que já entendem a lógica subjacente da pesquisa e opinam com cada vez mais conhecimento de causa.

Na edição anterior, FIAT e VOLKSWAGEN já mostravam resultados na recomendação positiva que foram considerados empates técnicos. Com este acirramento houve uma maior dispersão das recomendações positivas que antes foram atribuídos à FORD.

Por outro lado, em relação às recomendações negativas a FORD obteve a melhor redução absoluta de votos seguida pela FIAT, ao passo que GENERAL MOTORS e VOLKSWAGEN apresentaram um aumento em suas recomendações negativas mas que no cômputo geral ainda manteve a mesma distribuição. Dada esta tendência, e considerando o movimento das montadoras em direção aos reparadores independentes, é muito provável que nas próximas edições o equilíbrio entre recomendações positivas das quatro montadoras atinja novamente empates técnicos. Algo a ser observado. 

Fatores K
Nesta edição, além de incluirmos o atributo preço das peças como um novo atributo, também pedimos aos reparadores que indicassem o grau de importância de cada um dos atributos numa escala de 0 a 10, sendo 0 igual a nenhuma importância e 10 sendo importância total. 

A tabela abaixo mostra a média de cada um dos atributos em relação à sua importância relativa pela média das notas dadas. Tabela AtributoÉ importante ressaltar que o ranking dos atributos depende de inúmeras variáveis que afetam direta e/ou indiretamente a experiência do reparador num determinado período. Assim, considerando o movimento nas oficinas mecânicas e o papel da peça como insumo crítico é explicável o fato de disponibilidade, reparabilidade e informações técnicas ocuparem a metade superior da tabela já que compõem o conjunto de atributos que influenciam o tempo em que o veículo vai ficar parado dentro da oficina. 

Por outro lado, e de forma análoga, o atendimento nas concessionárias, preço de peças e treinamento, em momentos de falta de peça e abundância de demanda por serviços, passam para a metade inferior da tabela. Do ponto de vista estatístico tanto a maior média absoluta (7,75) quanto a menor média absoluta (6,89) correspondem a variação de um desvio-padrão (+/- 1σ) dentro da média relativa, o que pode ser considerado um indicativo que os fatores têm atributos próximos mas que uma leve variação temporal pode influenciar este movimento pendular dentro da metade superior ou metade inferior. Ou seja, o indicador é sensível a mudanças que, de uma maneira direta ou indireta, causam estresse na percepção do Reparador Independente em relação à atuação das marcas. 

Com relação à importância relativa do preço da peça no conjunto de atributos para decisão e escolha do reparador veja matéria de mercado publicada na página 42 desta edição. 

Fator K – Disponibilidade de Peças - Eleito como o atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 1 no atributo “Disponibilidade de Peças”, em ordem de classificação 2014, nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas.

Nesta edição houve uma inversão entre o líder e o vice-líder da edição de 2013 com a GM ocupando o primeiro lugar e a VW ocupando o segundo. Outro ponto relevante foi o aumento da percepção positiva em relação à FORD e uma redução nas percepções negativas. Para a FIAT as percepções negativas variaram pouco e houve um aumento sutil nas percepções positivas mas que ainda não foram suficientes para levar a montadora para a segunda posição ou para a liderança. 

Fator K – Reparabilidade - O segundo atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 1 no atributo “Reparabilidade dos veículos” nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. 

Fator K – Acesso a informações técnica - O terceiro atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, que nas edições anteriores foi o atributo mais importante em alguns anos, os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 1 no atributo “Acesso a Informações Técnicas” nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. 

Fator K – Atendimento na rede de concessionárias - O quarto atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, que nesta edição foi avaliado pela segunda vez, é o “Atendimento na Rede de Concessionárias”. Os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 1 no atributo nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas.

Fator K – Preço das peças - O “Preço de Peças” foi avaliado pela primeira vez neste ano e, na opinião dos Reparadores Independentes participantes da pesquisa, foi considerado o quinto atributo mais importante. Os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo neste atributo em 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos. Por se tratar da primeira coleta, não é possível comparar o movimento de um ano em relação ao outro, mas fica o registro para as próximas edições. 

Fator K – Treinamento - Treinamento foi considerado, na opinião dos Reparadores Independentes participantes da pesquisa, como o sexto atributo mais importante. Os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo neste atributo em 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. Disponibilidade de Peças - Fator Kd / Acesso a informações Técnicas - Fator KiRearabilidade - Fator Kr / Atendimento na rede de concessionárias - Fator Ka  Preço de Peças - Fator Kp / Treinamentos - Fator KtGRUPO 2 DE MONTADORAS
Neste grupo estão as montadoras que detém 25% de participação na frota circulante de veículos e são elas, em ordem alfabética: CITROËN, HONDA, HYUNDAI, JAC, KIA, MITSUBISHI, NISSAN, PEUGEOT, RENAULT e TOYOTA. 

RO – Recomendação da Oficina
A soma aritmética simples da quantidade de recomendações positivas (R+) e da quantidade de recomendações negativas (R-) compõem o indicador RO – Recomendação da Oficina, também chamado de RO da Marca. Os percentuais de votos de R+, R- e o consequente RO são apresentados na tabela abaixo, para as marcas do grupo que representam 25% da frota circulante de veículos no país: 

Fator K – Disponibilidade de peças - Eleito como o atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, ele também foi mensurado em relação às montadoras do Grupo 2. Os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos para as 3 primeiras montadoras desse grupo, na classificação geral desse atributo. As barras verticais verdes indicam os votos positivos, as barras verticais vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. 

Fator K – Reparabilidade - O segundo atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, os gráficos na página 37 apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 2 no atributo “Reparabilidade dos veículos” nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. 

Fator K – Acesso a informações técnicas - O terceiro atributo mais importante na edição 2014 da pesquisa Imagem das Montadoras, que nas edições anteriores foi o atributo mais importante para alguns anos, os gráficos abaixo apresentam os resultados obtidos por cada uma das montadoras do Grupo 2 no atributo “Acesso a Informações Técnicas” nas edições de 2013 e 2014. As colunas verdes indicam os votos positivos, as colunas vermelhas os votos negativos e a linha azul o fator K resultante da soma aritmética das indicações positivas e indicações negativas. Disponibilidade Peças - Fator KdReparabilidade de Veículos - Fator KrGRUPO 3 DE MONTADORAS
Neste grupo estão as montadoras que detém 5% de participação na frota circulante de veículos e são elas, em ordem alfabética: ALFA ROMEO, AUDI, BMW, CHANA, CHERY, CHRYSLER, DODGE, EFFA, JEEP, LAND ROVER, LIFAN, MERCEDES BENZ, MINI, PORSCHE, RAM, RELY, SMART, SSANGYONG, SUBARU, SUZUKI, TROLLER e VOLVO.

RO – Recomendação da Oficina
A soma aritmética simples da quantidade de recomendações positivas (R+) e da quantidade de recomendações negativas (R-) compõem o indicador RO – Recomendação da Oficina, também chamado de RO da Marca. 

Os percentuais de votos de R+, R- e o consequente RO são apresentados na tabela ao lado.Tabela Grupo 3 de MontadorasPRODUTOS POR CATEGORIA
Utilizando pela primeira vez o critério de segmentação da FENABRAVE vamos apresentar os três melhores e os três piores colocados por categoria de produto. Esta nova forma de coleta de dados traz um aprimoramento conceitual ao incluir na mesma base de análise e comparação os veículos que, de certa forma, estão dentro do conjunto de escolhas do consumidor seja em função do preço de compra, seja em função das características e funcionalidades percebidas.Tabela CarrosTabela CarrosFicha Técnica
A pesquisa “Imagem das Montadoras” é um trabalho auto financiado, realizado pela CINAU – Central de Inteligência Automotiva, em conjunto com o Jornal Oficina Brasil, durante o mês de setembro de 2014. 

A participação foi aberta a todos os Reparadores Independentes do país, com o plano amostral calculado por cotas, com reposição, para cada unidade da federação (UF) em função da participação de cada um na distribuição da frota circulante brasileira e na rede de oficinas mecânicas independentes, sendo o excedente amostral descartado dos cálculos. A coleta dos dados foi espontânea, utilizando-se de uma plataforma eletrônica de pesquisa.

No total foram consideradas 1.878 amostras validas, cujo erro amostral resultou em 2,2 pontos, como intervalo de confiança de 95%. 

A responsabilidade técnica e legal dos trabalhos coube ao Estatístico Alexandre Carneiro, CONRE 3ª/6991-A/SP. A CINAU é autorizada a realizar os trabalhos por Carta de Autorização CONRE 3ª 5616.

PRODUTOS POR CATEGORIA: Ranking geral de montadoras 
Com o uso da segmentação FENABRAVE foi possível computar os votos de forma consolidada analisando-se assim os vencedores de todas as categorias, independentemente da classificação por grupos das montadoras, conforme quadro acima.

Assim, e utilizando a mesma regra dos Jogos Olímpicos para elaboração do quadro de medalhas, vê-se que a grande vencedora do Imagem das Montadoras 2014 foi a FIAT, com um total 6 indicações em primeiro lugar. 

Em segundo lugar aparece a TOYOTA que, apesar de possuir apenas 3 colocações (todas em primeiro lugar) e possuir 5 colocações a menos do que a VOLKSWAGEN, ganha desta última por todas as 3 colocações serem em primeiro lugar, enquanto a VOLKSWAGEN possui apenas 1 colocação em primeiro lugar. 

E, em terceiro lugar, no cômputo geral vem a VOLKSWAGEN com 8 colocações, conquistando apenas um primeiro lugar com o Golf, que apareceu reestilizado nas concessionárias e é o carro analisado na seção Em breve na sua oficina, na página 54, desta edição. 

Mesmo com o maior número absoluto de medalhas, a GM ficou em quarto lugar no ranking de medalhas, com potencial de crescimento para as próximas edições.Produtos por Categoria: Ranking Geral de Montadoras

 

 

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