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Demanda nas oficinas apresenta recuperação

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Da Redação
23 de junho de 2009

 

Índice sobe para 0,85 ponto e deixa para trás um mês de queda

Após um mês em queda, o movimento nas oficinas volta a subir, de acordo com a última medição da Cinau (Central de Inteligência Automotiva), unidade de negócios de pesquisas mercadológicas do Grupo Germinal, que revelou aumento de 7,6% ou 0,06 ponto percentual (pp) no IGD (Índice Gerador de Demanda) na primeira quinzena de junho (0,85), em relação à segunda quinzena de maio (0,79).

Este é o terceiro maior valor de IGD medido este ano, atrás apenas do IGD da primeira quinzena de janeiro (0,87) e da segunda quinzena de fevereiro (0,86). A recuperação do índice aponta para um aumento no movimento das oficinas, em função da aproximação das férias de julho.

Outro índice que chama atenção é o de produtividade (IP), que ficou em 0,60 ponto, maior valor desde a criação do IGD, em janeiro deste ano. Isso indica que além de maior movimento, há mais trabalho para o reparador. A quantidade de serviços executados na quinzena corrobora esta informação. Em média, as oficinas pesquisadas executaram 35 serviços na quinzena, contra 20 na quinzena anterior e 25 em igual período de maio.

 

Peças

O canal Distribuidor continua apresentando dificuldade para atender à demanda de peças do reparador, apesar de ter vendido duas vezes mais peças para o aplicador na primeira quinzena de junho em relação à quinzena anterior. Se em janeiro o reparador buscava 26% das peças consumidas diretamente do distribuidor, na última quinzena de maio esse número caiu para 4% e, nos primeiros dias de junho, subiu para 9%.

Em compensação o canal Varejo foi o grande privilegiado. Saiu de 61% em janeiro e saltou para 89% na segunda quinzena de maio, quando apresentou recorde de preferência, e caiu para 79% nesta última medição do IGD.

Outro canal que tem se beneficiado é o de peças genuínas, compradas nas Concessionárias. Começou o ano em 7%, na segunda quinzena de maio obteve 8% e agora tem 12% da preferência.

Estes números indicam que o reparador tem encontrado mais dificuldades para comprar diretamente do distribuidor, onde tradicionalmente o custo da peça é menor e, para não deixar o serviço parado, tem buscado o varejo e as concessionárias com mais frequência.

Um fator que pode estar causando isso é uma redução, sistemática, dos estoques do canal Distribuidor, que tem buscando atender preferencialmente quem compra com frequência e em quantidade, que são, na maioria, os varejistas, deixando de lado a venda direta para o reparador.

E, se o canal Distribuidor tem reduzido estoques, isso pode explicar, em parte, a queda de vendas da indústria. Ocorre, porém, que o movimento nas oficinas tem apresentado oscilações pequenas, e isso é representado pelo IGD médio de 0,82 ponto, em uma escala onde 1,00 representa 100% de demanda.

Clique na imagem para aumentar

 

Realização CINAU: CONRE 3ª/5616
Responsável técnico: Alexandre Carneiro – CONRE 3ª/6691-A/SP

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