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Para quem tamanho não é documento

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Alexandre Akashi
19 de novembro de 2009
Fiat lança 500 e acirra a briga no segmento de subcompactos Premium

Pequeno, ágil e prático para o trânsito do dia-a-dia. Assim é o Fiat Cinquecento (lê-se tchinquetchento, traduzindo: 500, em italiano), que volta à cena para atender um nicho em franca expansão: dos subcompactos Premium.

Ideais para grandes centros urbanos, onde estacionar é sempre um problema, carros como o Fiat 500, smart fortwo e MiniCooper ganham adeptos entre os endinheirados que gostam de se destacar entre a multidão.

O Fiat 500 é pequeno e caro. Custa a partir de R$ 62.870 e é oferecido em duas versões de acabamento: Sport ou Lounge, ambos com opção de câmbio manual ou automatizado Dualogic. Em comum, o motor Fire 1.4L 16 válvulas, que rende 100 cv a 6.000 rpm e 13,4 kgm a 4.250 rpm, e os dois anos de garantia de fábrica.

A versão Sport Dualogic custa a partir de R$ 66.930; já as Lounge saem por R$ 64.900, com câmbio manual, e R$ 68.970, com Dualogic. A diferença é no acabamento. O Lounge tem teto fixo de vidro, ar-condicionado automático digital, banco do motorista com regulagem de altura, banco do passageiro com porta objetos e detalhes externos de design.

O preço é assim, salgado, mas o consumidor leva incluso um belo pacote tecnológico, digno de carro grande, luxuoso, com destaque para os itens de segurança ativa e passiva.

Mesmo a versão mais em conta, a Sport manual, já vem com freios ABS, com EBD, controle de estabilidade ESP, e o dispositivo Hill Holder, que segura o carro em aclives (o freio mantem-se acionado por dois segundos ao soltar o pé do pedal em subidas, com a primeira marcha engatada, e impede o carro escorregar para baixo). Há também o sistema ASR (Anti Slip Regulation), que controla automaticamente a tração do veículo, evitando patinamento das rodas, com o ajuste do torque de acordo com a aderência.
Outros destaques são os sete air bags (dois frontais, dois laterais, dois window bags e um knee bag para o motorista), a direção com assistência elétrica progressiva, com dois programas, normal e esportivo, e a tecnologia Blue&Me, que conecta o sistema de som do veículo com o telefone celular via bluetooth.

Mecânica
Sob o capô, o 500 apresenta um único modelo de motor, para todas as versões, com duplo comando de válvulas e sistema de injeção Bosch. Mas, o que chama atenção é o câmbio manual de seis marchas, preciso e bem escalonado, o que permite tirar todo proveito do propulsor.

Este novo câmbio é, por sinal, bem diferente das transmissões dos modelos nacionais, e não seria nada mal se a Fiat decidisse, um dia, substituir o câmbio dos modelos T-Jet por este do 500. Há ainda a opção de câmbio automatizado, Dualogic, com borboletas atrás do volante, o mesmo que equipa outros modelos da marca, porém com relação de marchas mais curta.
De acordo com a Fiat, o 500 passou por pequenas tropicalizações para trabalhar com a gasolina brasileira, que recebe 22% de álcool anidro. O sistema de injeção recebeu nova calibração e novos materiais foram utilizados nos componentes do motor que têm contato com o combustível, que é mais corrosivo que a gasolina pura.

Undercar
Na dianteira, o 500 apresenta suspensão tipo MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores a geometria triangular e barra estabilizadora, com amortecedores hidráulicos, telescópicos e fixação elástica na carroceria, e mola helicoidal.

Na traseira, rodas semi-independentes, eixo de torção, com barra estabilizadora, amortecedores hidráulicos, telescópicos e fixação elástica na carroceria, e mola longitudinal. A Fiat informa que o sistema de suspensão também passou por nova calibração, com molas mais flexíveis e amortecedores com curso mais longo, que deixaram o 500 um pouco mais ‘molenga’, porém mais confortável.

As rodas são de liga leve, de 15 polegadas, revestidas por pneus 185/55. Há como opcional rodas de 16 polegadas, com pneus 195/45. Para frear, discos ventilados na dianteira, de 257 mm de diâmetro, com pinça flutuante e, na traseira, disco rígido de 240 mm de diâmetro, com pinça flutuante.

No asfalto

O primeiro contato com o Fiat 500 ocorreu antes mesmo do lançamento oficial, realizado no mês passado, na Cidade Maravilhosa (Rio de Janeiro). Foi durante o Quatro Rodas Experience, que aconteceu em julho deste ano, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Na ocasião, demos três voltas no circuito, pilotando o 500, com câmbio Dualogic.

O motor 1.4L de 100 cavalos de potência e 13,4 kgm está bem dimensionado para o tamanho (3,546m de comprimento x 1,627m de largura x 1,492m de altura) e peso (930kg - mecânico, e 935kg - Dualogic) do 500, porém não se deve esperar acelerações estonteantes, por causa da limitação do tamanho do motor e consequente faixa de torque que tem pico a 4.250 rpm.

Porém, é um carro divertido de guiar, principalmente para quem gosta de altas rotações, pois o giro de corte é superior aos 7.000 rpm, e o câmbio Dualogic, na posição manual, não troca a marcha automaticamente.
A recalibração da suspensão prejudicou na performance nas curvas, porém o ganho de conforto traz muito mais benefícios para o consumidor, que utilizará o carro no dia-a-dia, nas esburacadas ruas das cidades brasileiras.
Assim, fora das pistas, o 500 apresenta um conjunto mecânico muito bem equilibrado, capaz de fazer até 17Km/L na estrada e 13Km/L na cidade, de acordo com a Fiat, que divulga ainda velocidade máxima de 182Km/h e desempenho de 0 a 100Km/h em 10,5 segundos.

Conforto
Se por um lado a Fiat privilegiou o conforto na hora de calibrar a suspensão, por outro deixou outros à escolha do cliente, como o ar-condicionado digital (indisponível na versão Sport e de série na Lounge), o ajuste da altura do banco do motorista (série somente na Lounge) e o retrovisor interno eletrocrômico (opcional nas duas versões). Esses itens poderiam vir de série em todas as versões do carro, uma vez que o objetivo é tratar bem os ocupantes.

Além disso, a montadora esqueceu de itens importantes para a boa dirigibilidade, como a regulagem de profundidade do volante e de altura do cinto de segurança, dispositivos que são quase uma obrigação em carros com preço acima de R$ 60 mil, para tornar a condução mais prazerosa e segura. Se a questão é custo, por que não trocar com o sensor de estacionamento, que é item de série e dispensável para a grande maioria?

Acessórios
Os futuros proprietários do 500 terão ainda a oportunidade de personalizar o carro com uma lista enorme de acessórios, que começam com kits aerodinâmicos e terminam em faixas adesivas decorativas, com direito ainda a capas para as chaves.

Enfim, o 500 é carro de nicho. A Fiat pretende vender entre 250 a 300 unidades por mês. É um veículo que irá equipar a garagem de quem já tem um carro maior e quer uma opção prática e de design atraente, para chamar atenção. Para este perfil de consumidor, vale o preço e, com o mercado aquecido, deve superar as expectativas.

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