Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Matéria Exclusiva
  4. /
  5. Sistema de frenagem regenarativa

Sistema de frenagem regenarativa

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Da Redação
15 de junho de 2012


Sistema de Frenagem Regenerativa


Sempre que dirigimos, é inevitável que utilizemos o freio por dezenas de vezes, mesmo em um trajeto curto. Quando chegamos ao destino, notamos que quando nos aproximamos das rodas, a região está bem aquecida.

Este calor é proveniente do aquecimento gerado pelo atrito das pastilhas/lonas com o disco/tambor de freio, e esse calor é desperdiçado.

Assim, não tínhamos como aproveitar essa condição de desperdício de energia. Agora, há uma nova tecnologia que aproveita a energia cinética do carro para convertê-la em eletricidade.
Dessa forma, há uma considerável economia de combustível do mesmo (Vale lembrar que veículos híbridos funcionam com um motor elétrico e um a combustão para carregamento das baterias e funcionamento do veículo quando estas estão descarregadas, ou ainda, a partir de determinada velocidade quando o motor elétrico não é capaz de suprir a necessidade do veículo).

Funcionamento do Circuito

Neste sistema, quando o motorista pressiona o pedal de freio para reduzir a velocidade do mesmo, o motor elétrico do veículo é chaveado para trabalhar em função gerador (muda o sentido de rotação e deixa de ser motor para se tornar gerador), desacelerando as rodas do veículo produzindo força magnética contrária necessária para reduzir o movimento das rodas e ao mesmo tempo, como gerador, alimenta as baterias do veículo e fornecendo tensão de alimentação dos componentes do mesmo, como o ar-condicionado, sistema de som e etc.

Porém, deve-se ressaltar que mesmo com o sistema regenerativo, o veículo ainda possui o sistema de freio convencional para condições em que há a necessidade de frenagem rápida ou abrupta (situação em que o sistema regenerativo não oferece condição segura e ágil o suficiente).

Isso também permite que a vida útil do sistema de freio convencional seja aumentada consideravelmente, já que este é utilizado em determinadas ocasiões.

Esse tipo de freio (regenerativo) é mais eficiente em determinadas condições, como o anda e para, por exemplo.

Por haver dois sistemas de freios independentes no mesmo veículo e estes atuarem em condições diferentes, pode ocorrer que o pedal “reaja” de forma diferente em uma mesma frenagem. Este pode ir mais a fundo próximo ao assoalho, as vezes dando a impressão de uma condição insegura, mas é uma característica do sistema e não compromete a segurança do veículo e do condutor.

Nacionalmente, o Fusion Hybrid utiliza este sistema de freio regenerativo associado ao ABS e EBD que recupera até 94% da energia gerada pela frenagem que seria desperdiçada em calor. Um sensor de posição de pedal comanda a força de frenagem modulando a força adequada conduzindo a sensação normal de funcionamento do pedal. Agora também, o Nissan Leaf ( o qual será utilizado como taxi em caráter de testes na cidade de São Paulo), também utiliza deste sistema.

O grande segredo para o funcionando reverso do motor é usar da velocidade do carro como energia mecânica. Com o veículo em movimento devido a inércia criada, o motor entra em função reversa sem prejuízos a condução do mesmo. Alguns modelos híbridos ainda possuem capacitores para armazenar a energia gerada para utilizá-la posteriormente.

A função do sistema de controle eletrônico do veículo deve comandar essas condições de frenagem. Esse analisa quando a frenagem inicia, quando termina e qual deve ser o tempo de reação para acionamento deste.

Semelhante ao funcionamento dos sensores do ABS, os sensores e controladores deste sistema analisam a rotação das rodas e ainda a quantidade de torque disponível para gerar a eletricidade de alimentação. Durante a frenagem, este direciona e controla a tensão produzida para as baterias e capacitores e do veículo e ainda modula a quantidade esse valor para não ultrapassar a nominal do sistema.

Com essa análise, decide se o sistema regenerativo é capaz de frear o veículo ou se será necessária à utilização do sistema de freio convencional com exemplificado anteriormente.
Com isso, a eficiência do veículo comum, que gira em torno de 30%, pode chegar a 90%.

Novas tecnologias de Frenagem Regenerativa

Como exemplo de evolução do sistema de Frenagem Regenerativa para veículos, a Mazda está lançando o sistema batizado por eles por i-ELOOP.
O grande diferencial deste é a utilização dos capacitores para armazenamento da energia gerada.

Essa condição permite que este veículo economize aproximadamente 10% de combustível do motor à combustão.

 

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Matéria Exclusiva
Matéria Exclusiva
ZF anuncia Fernanda Giacon em cargo global para comandar o marketplace direto de Barcelona
Matéria Exclusiva
Matéria Exclusiva
Audaz cria primeira webnovela para o mercado de reparação automotiva
Matéria Exclusiva
Matéria Exclusiva
FIAT participa do II Rescue Day