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Sem versão flex e com mudanças pontuais, Ford lança Ranger 2020 para o mercado sul-americano

O evento de lançamento oficial da picape modelo 2020 para a América Latina aconteceu em Mendoza, na Argentina e contou com a presença da imprensa especializada, além de um longo test-drive. As vendas da Nova Ranger se iniciam em Agosto

Caique Silva
24 de julho de 2019

Com uma estratégia ousada no mercado e a tentativa de oferecer 'mais por menos', a Ford desvendou o mistério e enfim apresentou sua picape Ranger 2020. A picape, que é produzida desde 1997 na Argentina, chega ao Brasil após ser produzida na Fábrica de Pacheco, em terras vizinhas, sendo uma das cinco fábricas que originam a renomada Ranger. O lançamento, que chega às concessionárias Ford em Agosto, não teve alteração em seu preço em relação à versão 2019 apesar de mudanças mecânicas e visuais apresentadas, segundo a própria montadora.

O grande destaque visual da Nova Ranger fica por conta da grade frontal, que passou por uma pequena reestilização.

Segundo Gilmar de Paula, Engenheiro chefe da plataforma Ranger para a América do Sul, as mudanças mecânicas da Nova Ranger passam pela presença do alternador e entrada de ar em posição superior, conexões elétricas seladas, coxins de melhor qualidade e nova suspensão com três ajustes de acordo com o peso do carro.

                                                                    NOVOS EQUIPAMENTOS                    

A Ford mantém como itens exclusivos da picape Ranger o piloto automático adaptativo e o sistema de permanência em faixa, que ganham a companhia do sistema de frenagem autônoma com deteccção de pedestres, reconhecimento de sinais de trânsito e faróis baixos de xenon com luzes diurnas de LED.

A Nova Ranger 2020 já vem de série com o AdvanceTrac, composto por controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, controle automático de descida, assistência de frenagem de emergência, luzes de emergência em frenagens bruscas, controle de oscilação de reboque e os exclusivos sistema anticapotamento e controle adaptativo de carga, além de diferencial traseiro blocante eletrônico.

MOTORES, CONSUMO E TRANSMISSÃO

A Ranger 2020 conta com dois motores diesel da família Duratorq, o 3.2 de cinco cilindros, com 200 cv, e o 2.2 de 160 cv. No test-drive promovido pela Ford, em Mendoza, na Argentina, pudemos testar a potência do motor 3.2 da versão Limited, que mostrou entregar tudo que a montadora promete oferecer, com alto torque em baixas rotações.

Vista como a grande novidade da Ranger 2020, a aposta da Ford é em deixar o mercado de picapes flex e apostar no diesel. A partir da Nova Ranger apenas motores diesel estarão disponíveis ao mercado sulamericano.

O motor 3.2 equipa as versões de topo da linha. Com cinco cilindros, gera potência de 200 cv (a 3.000 rpm) e torque de 470 Nm na faixa de 1.750 a 2.500 rpm.

Com ele, a picape acelera de 0 a 100 km/h em 11,6 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. A versão XLT 3.2 4x4 faz 8,4 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada. A Limited 3.2 4x4 roda 8,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada.

O motor 2.2 Duratorq, com quatro cilindros, presente nas versões de entrada e intermediárias da Ranger, tem potência de 160 cv (a 3.200 rpm) e torque de 385 Nm na faixa de 1.600–2.500 rpm. Com ele, a picape vai de 0 a 100 km/h em 15 segundos e chega a 164 km/h.

A versão XLS 4x2 tem um consumo de 9,6 km/l na cidade e 11,3 km/l na estrada. A versão XLS 4x4 manual tem um consumo de 10,3 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada. Com transmissão automática, faz 9,0 km/l na cidade de 10,4 km/l na estrada.

A transmissão automática é a 6R80 e a transmissão manual é do modelo MT82, ambas com seis velocidades.

NOVAS TECNOLOGIAS

A nova Ranger 2020 traz ao mercado algumas tecnologias da Ford que em breve devem chegar aos demais modelos.

O assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres funciona em velocidades de 5 km/h a 80 km/h, com o auxílio de duas câmeras e um radar. Ao identificar um veículo parado ou pedestre à frente, ele emite um alerta para o motorista e prepara os freios para uma frenagem rápida. Se o motorista não realizar nenhuma ação, ele aciona os freios automaticamente para evitar ou reduzir os danos de uma colisão.

O sistema de reconhecimento de sinais de trânsito usa as mesmas câmeras para rastrear as placas na pista, alertando o motorista sobre os limites de velocidade. O objetivo dos dois sistemas é proporcionar uma direção mais segura.

NOVA SUSPENSÃO

Segundo a Ford, a Ranger 2020 ganhou uma nova suspensão. Além de barra estabilizadora redesenhada e elementos de coxinização refinados, ela teve as longarinas do chassi reforçadas e adota dois ajustes diferentes de molas, amortecedores e buchas, de acordo com o peso de cada versão da picape. Assim, em vez de calibrar o sistema pela média, foi possível otimizar o seu desempenho para aproveitar os extremos de cada faixa.

“Além de melhorar as oscilações de baixa frequência – o que é notado, por exemplo, no comportamento mais macio e suave em lombadas – essas mudanças melhoram também o comportamento em frequências secundárias, aumentando o conforto na transposição de obstáculos fora de estrada”, explica Gilmar de Paula, engenheiro-chefe da Plataforma Ranger na América do Sul.

Segundo ele, a engenharia aproveitou a oportunidade para fazer várias pequenas modificações na Ranger. “O controle do piloto automático adaptativo, por exemplo, teve a posição mudada para o meio do para-choque e o defletor dianteiro pôde ser eliminado com a melhora do comportamento aerodinâmico”, diz.

VERSÕES

A Nova Ranger 2020 tem como versão de entrada a 2.2 XL com tração 4x4 e transmissão manual. Em seguida vem a intermediária 2.2 XLS, nas opções com tração 4x2 e transmissão automática ou 4x4 com transmissão manual ou automática. A versão topo de entrada é a 3.2 XLT, com 4x4 e automática. A de topo, 3.2 Limited, também é 4x4 automática.

A versão flex deixa de ser oferecida na linha, como reflexo da baixa procura no mercado.

O segmento de picapes flex vem caindo progressivamente e hoje representa apenas 8% das vendas.

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