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Quando o reparador vira esfinge

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Cassio Hervé
17 de abril de 2012


Nesta edição estamos trazendo mais um estudo da CINAU (página 38) e desta vez uma análise de forma comparativa entre dados recentemente divulgados pelo SINDIPEÇAS sobre o desempenho do setor da reposição, contraposto com o indicador IGD (Índice de Geração de Demanda) que mede o desempenho da oficina mecânica desenvolvido pela unidade de pesquisa de mercado do Oficina Brasil.

Nossa intenção com este trabalho não é montar de forma definitiva e completa um quadro do setor, aliás, uma tarefa impossível em face da carência de informações sobre o mercado de reposição.
Porém, já dispomos – graças aos investimentos da CINAU nesta área – de dados da oficina, que podem ajudar e a melhor compreender a dinâmica do processo de geração de demanda, com foco no mercado de linha leve.

Tendo como base uma experiência quase alquímica das informações disponíveis, muita coisa interessante começa a brotar, na forma de percepções que podem levar a algumas sinalizações importantes e inéditas para quem atua no setor.

Um das conclusões que chegamos refere-se a um provável encolhimento do setor de distribuição clássico como fornecedor da oficina e um avanço do canal concessionário.
Quais são as causas desta realidade? A resposta a esta pergunta está na oficina. É só estudarmos o processo de geração da curva de demanda neste ambiente de forma científica que encontraremos o “por quê” desta situação.

Neste sentido a própria CINAU já reúne um acervo de informações que mostram, entre outras, a questão da disponibilidade como o fator crucial para que a oficina cada vez mais opte pelo canal concessionário.

Assim, esta preferência não envolve os propalados itens cativos tampouco guerra de preços,  mas de facilidade de encontrar a peça, aliás, nossas pesquisas  provaram que a feroz briga de preços só acontece no movimento PUSH do mercado (formação da oferta), pois a força PULL, que nasce na oficina, não conta centavos, mas dá importância e paga pela disponibilidade.

Logo, o segredo do sucesso de qualquer negócio que se proponha a vender peças para a oficina (com rentabilidade), deve ter como base o conhecimento exato das necessidades deste ambiente, não havendo espaço para especulações e “achismos”. É  hora de trabalhar cientificamente amparado em dados e fatos.

Logo, quem quiser prosperar no mercado de reposição cujo o foco é o fornecimento de peças para o reparador independente vive o mesmo desafio do personagem mitológico Édipo diante da esfinge assassina: decifra-me ou devoro-te!

Nossa intenção é que você, assim como Édipo, a decifre e sobreviva! Boa sorte! E boa leitura.

Cassio Hervé
Diretor

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