Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Cursos EAD
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se
Banner WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2026. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Geral
  4. /
  5. Chery Tiggo, até que não é ruim, não

Chery Tiggo, até que não é ruim, não

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Alexandre Akashi
23 de setembro de 2009

Montadora chinesa desembarca no País com a difícil missão de conquistar o exigente consumidor brasileiro


De frente, o SUV chinês lembra o Chevrolet S-10, mas por trás e internamente, uma versão antiga do Toyota RAV 4


O automóvel chinês está preparado para o consumidor brasileiro? A resposta para esta pergunta começa a ser montada a partir de agora, com a chegada o Chery Tiggo, SUV montado no Uruguai, local escolhido pela fabricante chinesa Chery como base operacional para o Mercosul. (Tudo bem, outras montadoras chinesas já se aventuraram por aqui, mas não com a mesma vontade da Chery, que pretende vender 4,5 mil carros este ano e 10 mil em 2010, no Brasil).

Com motor desenvolvido pela própria Chery, de quatro cilindros a gasolina de 2.0L e 16 válvulas, instalado na transversal, que rende 135 cv de potência a 5750 rpm, e torque máximo de 182Nm na faixa de 4.300a 4.500 rpm, o Tiggo é um carro que passa a forte sensação de déjá vu, principalmente em relação à geração anterior do Toyota RAV 4 (traseira e interior). A frente lembra os Chevrolet S-10 e Blazer.

Semelhanças à parte (mesmo porque muitos carros existentes no mercado se diferenciam nos pequenos detalhes), o Chery Tiggo tem como principal qualidade o preço pela quantidade de tecnologia embarcada que oferece.

Por R$ 49.900, o consumidor leva para casa um carro grande, com air bags duplos, ar-condicionado, bancos dianteiros com aquecimento, direção hidráulica, faróis e lanternas de neblina, freios ABS com EBD (controle de estabilidade), sistema de áudio integrado com rádio, tocador de CD e MP3 e trio elétrico (vidros, portas e espelho). Bem completo e R$ 350 mais barato do que o Ford EcoSport de entrada, com motor 1.6L, porém flex.

Mas, trata-se de um carro “Made in China” (apesar de ser montado no Uruguai), nacionalidade que recém acordou para o mercado de automóveis, e ainda não tem a mesma tradição que a concorrência. Porém é um começo, e tudo que é novo causa estranheza.

Mecânica
Em conjunto com o propulsor, o Tiggo vem com câmbio manual de 5 velocidades mais marcha à ré, e tração 4x2. Para 2010, a Chery do Brasil promete trazer também a versão com câmbio automático e tração 4x4, além do motor bicombustível. Ai a briga começará a esquentar.

A suspensão é independente nas quatro rodas, sendo na dianteira do tipo McPherson, com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores pressurizados. Já na traseira é em multilink de 4 pontos, também com molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores pressurizados.

O sistema de freios é a disco nas quatro rodas, sendo os dianteiros ventilados e, na traseira, sólido. O freio de mão é a tambor, com lona auto-ajustável, como nos antigos Chevrolet Ômega. As rodas são de liga leve de 16 polegadas, com pneus 235/60. Nos veículos testados, a marca era Bridgestone.

Com 4.285 mm de comprimento (sendo 2.510 mm de entre-eixos), 1.765 mm de largura (1.505 mm de bitola dianteira e traseira) e 1.705 mm de altura (com ângulo de entrada de 29° e 28° de saída), o Tiggo pesa 1.375 kg e carrega 375 kg (além dos 5 passageiros, de acordo com executivo da Chery).



Internamente, chama atenção o aquecimento dos bancos; o motor, de 2.0L, rende 135 cv

Leia também

  • Pegar o carro no “tranco” pode danificar diversos componentes
  • Geely define preço do EC7 em R$ 49,9 mil
  • Governador Alckmin e presidente Schmall inauguram linha de produção do up! na fábrica da Volkswagen do Brasil em Taubaté
  • Inmetro estabelece padrão para certificar freios para veículos


Manutenção
O cofre do motor apresenta bom espaço para o reparador trabalhar. Com três anos de garantia, o Tiggo apresenta plano de manutenção em sentido oposto da concorrência, ao exigir que primeira ocorra aos 2,5 mil Km, ao custo de R$ 39. “Queremos acompanhar o cliente de perto para ter feedback da evolução do produto”, justificou o CEO da Chery Brasil, Luis Cury. As demais revisões ocorrem a cada 10 mil Km, e são programadas até os 60 mil Km.

De acordo com Cury, a Cherry do Brasil fez investimentos de US$ 35 milhões em capital de giro, peças de reposição, centro operacional, localizada na cidade de Salto, interior de São Paulo, e desenvolvimento da rede de concessionários, que atualmente somam 30 revendas, mas tem planos para chegar a 55 até o final do ano.

Primeiras impressões
A primeira vista o carro é robusto. No curto trajeto entre as esburacadas ruas do bairro do Morumbi, na cidade de São Paulo, pude escutar diversos ruídos vindos da carroceria, típicos de carros populares, em que o acabamento interno corresponde ao valor do veículo. A suspensão, porém, deu conta do recado.

O motor mostrou ser suficiente para o trajeto urbano. A posição de dirigir não é das piores, elevada, como grande parte dos SUV, porém falta o ajuste de profundidade do volante e de altura do cinto de segurança. O acesso aos comandos dos equipamentos é tranquilo. Apenas o botão de acionamento do aquecimento dos bancos dianteiros fica um pouco escondido, porém, questiono a validade deste dispositivo no Brasil. Este é o típico caso do opcional diferente que não agrega valor à maioria dos consumidores. Melhor seria investir em volante com ajuste de profundidade.

Mais novidades
De acordo com o Cury, até o final do ano a Chery irá incrementar a oferta de produtos, com o lançamento do subcompacto QQ, que custará cerca de R$ 22.900, a minivan Face, por R$ 29.900 e o hatchback ou sedan A3 (que no Brasil ainda não tem nome definido), por R$ 42.900.

Veja a matéria como no jornal! acesse o Oficina Brasil Digital

Acessar Manuais Técnicos

Novos cursos EAD

Desmistificando a Lubrificação: Do Motor a Combustão aos Veículos Elétricos
Castrol

Desmistificando a Lubrificação: Do Motor a Combustão aos Veículos Elétricos

Pare de Perder Dinheiro: Como Otimizar o Estoque da sua Oficina Mecânica
Mercado Livre

Pare de Perder Dinheiro: Como Otimizar o Estoque da sua Oficina Mecânica

Desmistificando Fluidos, Câmbios Automáticos e a Era dos Veículos Eletrificados
Castrol

Desmistificando Fluidos, Câmbios Automáticos e a Era dos Veículos Eletrificados

Gerenciamento Térmico do Motor: O Verdadeiro Motivo por Trás da Queima de Juntas
Spaal

Gerenciamento Térmico do Motor: O Verdadeiro Motivo por Trás da Queima de Juntas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Motor de partida, alternador e híbrido 48V: o que muda no diagnóstico do mecânico? Veja como é fabricado
Motor de partida, alternador e híbrido 48V: o que muda no diagnóstico do mecânico? Veja como é fabricado
25 de agosto de 2026
Freio superaquecendo após poucos quilômetros: diagnóstico deve começar pelo sistema de retorno
Freio superaquecendo após poucos quilômetros: diagnóstico deve começar pelo sistema de retorno
24 de agosto de 2026
Peugeot 208: passo a passo para diagnosticar e trocar a junta homocinética com segurança
Peugeot 208: passo a passo para diagnosticar e trocar a junta homocinética com segurança
24 de agosto de 2026
Nissan lança linha Value Advantage para veículos fora da garantia
Nissan lança linha Value Advantage para veículos fora da garantia
24 de agosto de 2026
Delphi amplia linha de reposição com novas bombas de combustível e bobina de ignição; veja aplicações
Delphi amplia linha de reposição com novas bombas de combustível e bobina de ignição; veja aplicações
24 de agosto de 2026