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Chevrolet Zafira é resistente, mas gasta demais

Minivan apresentou poucos problemas aos 85.000 km, mas traz manutenção cara e alto consumo

Paulo Franco
02 de março de 2009

No início desta década, as minivans cresceram no mercado brasileiro e passaram a ser visita cada vez mais comum nas reparadoras independentes. Nascidas nos Estados Unidos, na década de 70, as misturas de peruas e utilitários agradam pelo espaço e pela versatilidade. No Brasil, a principal representante da categoria é a Chevrolet Zafira, lançada aqui em 2001.

Para mostrar como uma das líderes do segmento se comporta depois de um bom período de uso, a equipe do Oficina Brasil avaliou uma Zafira 2001, com motor 2.0 16V a gasolina e 85 mil km rodados. Confira abaixo como ela se saiu.

Motor
Logo no início da checagem, os consultores substituíram o óleo e o filtro do lubrificante, por conta da elevada quilometragem e da informação, fornecida pelo proprietário, de que já havia se passado 5 mil km desde a última troca. Em seguida, foram trocados o filtro de ar e o aditivo do radiador.

Os cabos de vela estavam em boas condições e não foram substituídos, mas as velas, com os eletrodos gastos, foram trocadas. A verificação também notou irregularidade nos injetores de combustível, que foram limpos e equalizados. Já o filtro de combustível foi substituído junto com a correia dentada e o tensionador aos 80 mil km aproximadamente. O corpo de borboleta estava carbonizado e precisou de uma limpeza.

A tubulação que liga o compressor do ar-condicionado ao condensador estava em atrito com outra tubulação e também foi trocada. Por conseqüência, foi necessário efetuar a carga de gás no sistema de ar-condicionado. A bomba d’água, com ruídos, e o coxim inferior do câmbio, desgastado, foram substituídos.

De acordo com o proprietário da Zafira, o conjunto de embreagem já havia sido substituído com 70 mil km. "Uma dica que dou ao reparador é ficar atento ao atuador hidráulico deste carro, que costuma apresentar defeitos com freqüência", recomenda o consultor técnico do jornal Oficina Brasil, Vagner Leite.

Suspensão e freios

As pastilhas de freio dianteiras acionaram os sensores de desgaste e foram substituídas, assim como os discos. Já as pastilhas traseiras apresentavam mais de meia vida útil.

Foram trocados ainda o sensor de rotação da roda traseira esquerda (equipamento pertencente ao sistema de freios ABS) por não transmitir a rotação da roda ao módulo de controle, e o fluído de freio.

Os amortecedores dianteiros apresentaram vazamento de óleo e precisaram ser substituídos já os traseiros estavam em perfeito estado. Os pivôs e as bieletas não estavam com folgas, porém as porcas de fixação das peças foram reapertadas. Após esses processos, o veículo foi submetido ao alinhamento da suspensão e ao balanceamento das rodas.

No geral os conselheiros do jornal Oficina Brasil gostaram do carro, que mostrou ser robusta. Aos 85.000 km e com e anos de uso poucas intervenções foram necessárias para deixar o modelo em perfeitas condições.

Análise do editor
Média 7,6

A minivan Chevrolet Zafira mostrou ser um veículo bastante robusto, apeser de apresentar algumas fragilidades, como a embreagem, que no geral deve ser trocada a cada 60.000 km, quando a média dos carros da mesma categoria é 90.000 km. Com isso, o reparador deve ficar atento e verificar esse item com freqüência, além de recomendar ao cliente cuidados que evitam o desgaste prematuro do componente, como não apoiar o pé esquerdo no pedal.

No orçamento, dois componentes chamam atenção: bomba d’água e amortecedores dianteiros, por apresentarem custo mais atraente na peça genunína, adirida em concessionária do que a comprada nas lojas de autopeças. O primeiro sai por R$ 136, na Viamar, contra R$ 150, na autopeça. Já o amortecedor custa R$ 276, contra R$ 470.

Dicas do Conselho

1- "O reparador deve ter sempre um scanner bem atualizado na oficina para mexer com a injeção eletrônica da Zafira", explica Cláudio Cobeio, da Cobeio Car.

2- Problemas como alto consumo, perda de potência e irregularidade na marcha lenta podem ocorrer por falta de aterramento.

3- É recomendável reiniciar o módulo a qualquer troca de sensor ou filtro.


4- O sensor de detonação da Zafira costuma dar muitos problemas, principalmente quando o motor aquece demais. 


MAIS DICAS
Dica 5: "A bomba d’água deste carro costuma falhar muito", alerta o consultor Julio César Souza, da Souza Car. 

Dica 6: Há uma vela de origem francesa que não se adapta à Zafira como deveria e causa irregularidades como perda de acelerador e até desligamento do motor. Caso o modelo apresente esses problemas, troque o conjunto.

Dica 7: "Em modelos equipados com GNV, é comum clientes reclamando de falta de potência e cheiro forte. Isso acontece porque o motorista abastece com GNV e já sai do posto rodando com esse combustível, fazendo a injeção identificar mistura pobre. Na verdade, é preciso sair com combustível líquido (álcool ou gasolina) e depois mudar para GNV", alerta Cláudio Cobeio.

Direto do Paredão, a opinião de outros reparadores
Considero um carro bom na sua categoria, nota 7,5. A manutenção não é difícil, recomendo uma atenção especial aos coxins do motor e câmbio. A troca do aditivo de radiador e do termostato precisa ser mais rigorosa, a embreagem costuma ter desgaste maior pela falta de torque do motor 2.0 16v, em baixa rotação. Isso ocorre principalmente se a cidade for igual à minha, que possui ladeiras íngremes. O consumo é alto, porém o veículo proporciona ótima dirigibilidade, ampla reposição de peças com qualidade, preço de peças não monopolizado, informação técnica das melhores tudo isso facilita muito a manutenção preventiva, coisa que suas concorrentes nesta categoria não oferecem.

Dermeval Junqueira - Reparacar - Congonhas (MG)

Nova é boa, mas depois de velha e sem manutenção se torna um péssimo carro.

Paulo Santos - Conceição de Macabu - RJ

Realmente a Zafira é excelente e apresenta ótima dirigibilidade, é confortável e elegante. A manutenção é fácil, as peças de reposição não trazem problemas, mas vale a pena cotar peças originais, que às vezes são "baratas" em relação ao paralelo. O motor é ótimo, a retomada é rápida e segura, o câmbio é "justo" e as informações técnicas estão à disposição. Nota 9.

Walter Aparecido Guilherme

Índice de Durabilidade e Recomendação
A Chevrolet Zafira foi bem avaliada pelo conselho editorial do jornal Oficina Brasil, com nota média 7,6, em escala de zero a 10. Na avaliação, são observados os seguintes itens:

1) Tempo de serviço – facilidade de acesso aos principais sistemas (motor e câmbio, suspensão, direção, freios e parte elétrica)

2) Disponibilidade de peças no mercado de reposição (concessionárias e lojas de autopeças)

3) Custo de peças (concessionárias e lojas de autopeças)

4) Durabilidade dos componentes

5) Nível de tecnologia

O modelo necessitou apenas de substituição de peças de desgaste natural, com exceção da tubulação de ar-condicionado, que apresentou desgaste por atrito com outra tubulação. Isso ocorreu por causa do desgaste do coxim inferior do câmbio, que tem vida útil média de 60 mil km. A manutenção cara e o elevado consumo de combustível proporcionado pelo motor DOHC 2.0 16v foram alvos de críticas dos membros do conselho, que apesar de tudo, consideram a Zafira um carro de fácil reparação. Confira as notas abaixo.

Nota: 7
"A Zafira apresenta problemas de alto consumo e manutenção cara. Mas oferece muito conforto e prazer ao dirigir."

Julio César Souza, da Souza Car

Nota: 8
"Um carro de oito anos de uso que foi submetido a uma inspeção e apresentou apenas pequenos problemas pode ser considerado bom."

Cláudio Cobeio, da Cobeio Car
(11) 5181-8447 - [email protected] - www.cobeiocar.com
(11) 2295-7662 / 2097-9229 - [email protected]

Nota: 7
"Sem dúvida é um carro muito gastão, mas que oferece muito conforto."

Danilo Tinelli, da Auto Mecânica Danilo
(11) 5068-1486


Nota: 7
"É um veículo de fácil manutenção já o consumo de combustível é elevado e no motor 16v as peças têm um custo alto."

Paulo Aguiar, da Engin Engenharia Automotiva
(11) 5181-0559 / 5183-3073 - [email protected]


Nota: 9
"Carro robusto, dificilmente entra nas oficinas, com manutenção fácil, diferente da Meriva, que passa por manutenção com freqüência. A Zafira proporciona um bom espaço interno."

Aleksandro Viana, do Grupo Sahara
(11) 2731-2000 - www.gruposahara.com.br

Avaliação de mercado
A Zafira 2.0 16v ano 2001 é um veículo, agora, com um público bem definido. Não é tão procurado e/ou desejado quanto sua irmã menor, a Meriva. Por conta disso, não é um carro de venda imediata ficando, em média, 25 dias numa revenda até ser vendido.

O público é caracterizado por quem precisa e está à procura de um veículo espaçoso, com grande capacidade de transporte de pessoas e/ou cargas. Geralmente é procurada por taxistas ou pessoas com família grande.

Entre outubro/08 e embro/08 apresentou desvalorização de -1,30% e, entre outubro/08 e outubro/07, desvalorizou -6,63%

Sindiauto/Assovesp

 

 

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