Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Cursos EAD
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se
Banner WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2026. Todos Direitos Reservados
Termos de UsoPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Técnicas
  4. /
  5. Parte 1 - Conheça os problemas da utilização de água da torneira no sistema de arrefecimento

Parte 1 - Conheça os problemas da utilização de água da torneira no sistema de arrefecimento

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Graziano Oliveira
27 de março de 2009

Sem sombra de dúvidas, a água que chega às nossas torneiras é pensada para o consumo humano e, ao contrário do que muitos imaginam, não deve ser utilizada no sistema de arrefecimento veicular. Isso porque a água da torneira é extremamente danosa ao motor, por sua carga de componentes químicos, como o cloro, que reage ao entrar em contato com os metais presentes no radiador, como o alumínio, provocando corrosão e afetando, consequentemente, as demais peças do sistema.

Leia também

  • Como Diagnosticar falhas presente no Sistema de Ignição do ZETEC Rocam
  • EGR - Recirculação de gases em veículos a Gasolina – cuidados e manutenção
  • Por que o motor ZETEC ficou conhecido como um motor que superaquece
  • ADITIVOS NO DIESEL: SOLUÇÃO PREVENTIVA OU RISCO PARA O SISTEMA COMMON RAIL?

A ampla utilização de água ‘torneiral’ no sistema de arrefecimento é fruto de uma cultura errônea que, graças às informações que chegam aos profissionais, através de palestras, informativos, atendimentos técnicos e profissionais bem esclarecidos, vem se alterando a cada dia.

Água boa

Em outras palavras, água boa de beber não serve para refrigerar o motor. O estado de São Paulo tem, por exemplo, uma lei específica que classifica as águas destinadas ao abastecimento doméstico em quatro categorias (Classe 1, Classe 2, Classe 3 e Classe 4), dependendo da necessidade de tratamento para o consumo humano.

Refiro-me ao Decreto nº 8.468/76, que aprova o regulamento da Lei nº 997 de 31 de maio de 1976, que dispõe sobre a Prevenção e o Controle da Poluição do Meio Ambiente. Nele está previsto que, para o abastecimento doméstico, os rios devem ser de Classe 1 a 3 e, à medida que se deteriora a qualidade (da Classe 1 para a Classe 4), o tratamento se torna mais complexo e caro.

Vale lembrar que a qualidade da água é medida a partir dos parâmetros físico-químicos e microbiológicos encontrados nos efluentes e cargas de efluentes domésticos e industriais a que estão submetidos.

Assim, a água do saneamento básico passa por vários processos de limpeza para neutralização de impurezas, deixando-a potável para o consumo humano. Esse processo consiste na aplicação de produtos químicos, como cloro, flúor, coagulantes, cal e quando muito impura, usa-se carvão ativado e permanganato de potássio.

Outra dificuldade encontrada é a escassez de água, pois isso torna o tratamento cada vez mais caro e difícil, sendo necessária maior adição de componentes químicos. Se imaginarmos que toda água do planeta estivesse numa caixa d’água de 100 litros, 97 corresponderiam às águas salgadas, que não podem ser utilizadas para abastecimento público. Dos três litros restantes, boa parte se encontra nas calotas polares e também não podem ser utilizados, restando uma quantidade baixa para o consumo.

 

Matéria da edição Nº217 - Março de 2009

Acessar Manuais Técnicos

Conteúdo
útil?

Faça login para avaliar

Foi útil?

ÚLTIMAS NOTÍCIAS
HB20 1.6 não desenvolve após motor reformado: será que o problema está fora do motor?
HB20 1.6 não desenvolve após motor reformado: será que o problema está fora do motor?
06 de outubro de 2026
VW Polo demora para pegar e scanner sem falha pode esconder o problema; veja análise
VW Polo demora para pegar e scanner sem falha pode esconder o problema; veja análise
06 de outubro de 2026
Amortecedores de alta absorção: Como os off-road anulam impactos severos
Amortecedores de alta absorção: Como os off-road anulam impactos severos
06 de outubro de 2026
Chevette ou Kadett? A Conexão entre a GM Brasil e a Opel
Chevette ou Kadett? A Conexão entre a GM Brasil e a Opel
05 de outubro de 2026
Catalisador com baixa eficiência pode acender a luz de injeção e gerar retrabalho na oficina; veja avaliação
Catalisador com baixa eficiência pode acender a luz de injeção e gerar retrabalho na oficina; veja avaliação
05 de outubro de 2026

Novos cursos EAD

Entenendo o Sistema de Suspensão
Driv

Entenendo o Sistema de Suspensão

Sistemas de Freios
Driv

Sistemas de Freios

Peças do Cliente?
Ultracar

Peças do Cliente?

Planejamento
Ultracar

Planejamento