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  5. Funcionamento da Transmissão Continuamente Variável

Funcionamento da Transmissão Continuamente Variável

A transmissão CVT permite obter um ganho de economia em função de que o motor funciona constantemente, na faixa de rotação de maior eficiência. Atualmente é aplicada tanto em veículos híbridos como em não-híbridos

Humberto Manavella
07 de novembro de 2024

A transmissão CVT (do inglês “Continuously Variable Transmission” ou transmissão continuamente variável) é um tipo de transmissão que tem por principal característica a de oferecer uma variação contínua, sem escalonamento, de relações de transmissão (número infinito de marchas) entre valores típicos de 2,5:1 (redução) a 0,5:1 (sobremarcha).  

Os tipos utilizados atualmente, todos de controle eletrônico, são: 

-Transmissão CVT mecânica. O componente principal é o “variador mecânico contínuo” que pode ser de polias expansíveis ou toroidal. O acionamento, totalmente mecânico, é feito por um mecanismo de elementos (pesos) centrífugos montados nas polias. 


public/img/noticias/Foto1.png-b719 

-Transmissão CVT eletromecânica ou e-CVT. É utilizada em veículos híbridos e o componente principal é o “variador eletromecânico contínuo” constituído por um ou mais trens epicicloidais associados, na maior parte dos casos, a dois motores/geradores elétricos. O acionamento é eletro-hidráulico e o controle, eletrônico. Ou seja, o sistema é monitorado eletronicamente e regulado de forma eletro-hidráulica, por meio de uma unidade de comando dedicada. 

Uma característica relevante da transmissão continuamente variável é que a potência gerada pelo motor de combustão e pelos motores/geradores elétricos (no caso da e-CVT) se transmite às rodas sem interrupção de torque e sem mudança escalonada da relação de transmissão. 


CVT com Variador de Polias Expansíveis 

O tipo de variador mais utilizado atualmente é o de polias expansíveis ou de diâmetro variável com dois elementos cônicos de 20O cada uma (fig.1). São seus componentes: 


  • Polia condutora (polia expansível) de diâmetro variável. Entrada do motor;  

  • Polia conduzida (polia expansível) de diâmetro variável. Saída às rodas; 

  • Correia metálica, corrente metálica ou correia de borracha de alta densidade, esta última não mais utilizada. Transmite o torque da polia condutora para a conduzida. 

 


O diâmetro das polias pode ser ajustado aproximando ou afastando as metades (cones) de forma sincronizada, mantendo a correia ou corrente na tensão apropriada às necessidades de transmissão do torque.  

Com isto, verifica-se a mudança gradual das velocidades relativas das polias e

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