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Sensor de oxigênio em ordem garante emissões dentro dos limites permitidos

Componente desgastado prejudica desempenho e aumenta o consumo de combustível

Da Redação
15 de janeiro de 2018

Com as atenções cada vez mais voltadas aos níveis de emissões de poluentes, os cuidados com o sensor de oxigênio, também conhecido como sonda lambda, passam a ser essenciais. De acordo com a NGK, que comercializa o produto sob a marca NTK, é o componente o responsável por analisar os gases do escapamento, garantindo que a mistura ar/combustível ocorra de maneira correta.

“O sensor de oxigênio identifica como está a mistura ar/combustível para que ela possa ser corrigida pelo sistema de injeção. O correto funcionamento do sensor resulta no consumo adequado de combustível, melhor desempenho do automóvel e nas emissões de poluentes dentro dos níveis estabelecidos pela legislação”, explica Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.

Para garantir o bom funcionamento da peça, é importante que o dono do veículo faça a revisão periódica do componente uma vez por ano ou conforme orientação da montadora. Sensores em más condições podem custar caro ao motorista, uma vez que causam danos em outras peças como velas de ignição e catalisador, além de aumento no consumo de combustível. “Com a perspectiva do início do programa de inspeção veicular no Brasil, previsto para os próximos anos, se torna ainda mais importante a inspeção do correto funcionamento do sensor de oxigênio”, alerta Hiromori Mori

Além do acendimento da luz do sistema de injeção no painel, queda de rendimento, dificuldades na partida e falhas no motor também são sinais de problemas no sensor de oxigênio. “Um dos principais fatores que levam ao desgaste desse componente é o uso de combustível de má qualidade. Por isso, é muito importante que o motorista abasteça sempre em postos de confiança”, alerta o especialista da NGK.

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