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Seis riscos que corremos ao não calibrar pneus da forma certa

Saiba dos perigos a cerca da falta de calibragem, e como evita-los

da redação
18 de abril de 2016

Não calibrar corretamente os pneus pode reduzir a vida útil do produto em 45% e aumentar o consumo de combustível do veículo em 4%, além de ser perigoso para segurança do seu veículo. Os dados são da fabricante Continental, e segundo Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da empresa, o ideal é enchê-los toda semana, conforme a pressão indicada pela montadora, quando os pneus ainda estão frios, ou seja, no posto mais próximo da sua casa.

 

Entenda riscos que você corre ao não ter cuidados com a calibragem dos pneus:

1 - Aquaplanagem 

Astolfi afirma que os pneus estão diretamente ligados à dinâmica do carro e qualquer variação na pressão, seja ela aumentada ou diminuída, pode alterar o comportamento do veículo. Ao entrar em contato com um piso molhado sem estar devidamente calibrado, o pneu faz mais atrito, podendo se corroer mais rapidamente e provocar um acúmulo excessivo de água. Por consequência, isso gera a aquaplanagem.

2 - Impacto

Por causa da pressão baixa nos pneus, podem ocorrer danos e corrosões após acidentes em buracos ou choque contra o meio fio. O pneu pode acabar estourando.

3 – Deslocamento do pneu

Segundo o especialista, a má calibragem pode fazer com que o pneu se desloque. Essa perda de eixo, chamada de detalonamento, é uma exceção, que ocorre em caso de velocidades muito altas entre outros fatores.

4 – Capotamento (SUV)

 Os SUVs têm o centro de gravidade mais alto do que veículos como sedãs, por exemplo. Essa estrutura torna esse tipo de utilitário mais propenso a capotamentos, e isso pode se agravar se o pneu não estiver bem calibrado. Nesse caso, as laterais baixam, a área de contato com o solo aumenta e isso pode fazer com que ele tranque bruscamente no chão, levando até a um capotamento.  

5 – Perda de estabilidade

Quando a calibragem não está boa, todos os tipos de carroceria sofrem. A picape é um dos carros que fica mais instável quando os pneus têm pressão acima do normal. "Como o pneu fica rígido, ele tende a quicar mais, trazendo instabilidade ao eixo traseiro por causa desse excesso” diz Astolfi.

 

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