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Especialista da Total mostra como o uso do óleo errado faz você gastar mais com combustível

Produtos piratas ou de má qualidade prejudicam o funcionamento do motor e geram custos extras com manutenção

Da Redação
29 de janeiro de 2018

Para evitar problemas no veículo, o motorista deve estar atento ao óleo lubrificante que utiliza. Além de comprometer o motor, o uso incorreto influencia no consumo de gasolina, álcool ou diesel. “O óleo e o combustível atuam separados no carro. No entanto, se o primeiro for velho ou estiver fora das especificações, os dois acabam se misturando e gerando maiores gastos com o carro”, garante Fábio Silva, coordenador Técnico da Total Lubrificantes do Brasil.  

O óleo certo impede o desgaste das superfícies metálicas do motor, que precisa ter qualidade para proteger o automóvel. “O lubrificante cria uma película protetora entre as peças do motor, dispersa o calor e reduz o atrito delas. O produto também previne o acúmulo e o depósito das partículas de sujeira e dos ácidos que causam borra e oxidação. Daí a importância de sempre usar o óleo recomendado pela montadora para a limpeza”, explica o especialista.

Ao utilizar produtos piratas ou de qualidade duvidosa, o motorista não consegue controlar de maneira eficiente a lubrificação das partes móveis do motor. Com isso, sua temperatura aumenta, o que compromete a performance e o desempenho do veículo. E, consequentemente, o consumo de combustível é maior.  

Atualmente, existem três tipos de óleo no mercado brasileiro. Os minerais básicos, semissintéticos ou sintéticos, com características especificas para cada aplicação e tipo de tecnologia do motor. Os sintéticos são lubrificantes que suportam condições mais severas e têm propriedades para colaborar na economia de combustível e manter a proteção, limpeza e a confiabilidade do funcionamento dos motores.

“Para saber qual óleo e viscosidade são ideais para o seu carro, é preciso consultar o Manual do Proprietário. Nele, as recomendações do fabricante estão indicadas na norma SAE (Society of Automotive Engineers), que leva em consideração vários fatores após testes em bancada e de campo, como o grau de viscosidade para cada tipo de veículo”, esclarece Silva.

A viscosidade é indicada por números em graus, como 5W-30, onde 5W representa winter, de inverno, para apontar o comportamento do escoamento do lubrificante em baixa temperatura. Já o segundo número indica o seu desempenho em alta temperatura, quanto maior a numeração, maior a visocosidade.

A embalagem também carrega outras informações valiosas na hora de escolher o lubrificante. As siglas API (American Petroleum Institute) e ACEA (Association des Constructeurs Europeens d’Automobiles) mostram a carga de aditivos que aumentam o desempenho e evitam o desgaste do veículo.

“O óleo sintético sugerido pelas montadoras, por exemplo, já tem em sua fórmula aditivos próprios que garantem a performance exigida pelos fabricantes. Portanto, não é preciso aditivação complementar. Dessa forma, você não desperdiça dinheiro em aditivos adicionais ou com o lubrificante errado”, esclarece Silva.

“Nossas linhas TOTAL RUBIA, voltada para veículos pesados, e TOTAL QUARTZ e ELF EVOLUTION, indicadas para veículos leves, atendem a todas as especificações internacionais e são homologadas pelas principais montadoras mundiais. Além disso, têm aprovações Fuel Economy (FE), que garantem até 3% de economia de combustível, comprovados por órgãos independentes internacionais e nossos clientes”, afirma o especialista.

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