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Como fazer diagnóstico de folgas e ruídos do sistema de suspensão e direção

Entre os itens a serem analisados nos sistemas: bucha de bandeja, pivô de suspensão, apoio de mola, coxim superior, batente, bieleta, terminais de direção e axial

Da Redação
14 de fevereiro de 2022

O amortecedor é a principal peça do sistema de suspensão, mas não é a única. É preciso tomar cuidado na hora da manutenção, pois nem sempre  ruídos são provenientes dele. Há vários pontos no sistema de suspensão e de direção vulneráveis a ruídos e folgas. “É fundamental fazer um teste de rodagem com o veículo para tentar identificar de onde vem o barulho e ou folga”, comenta Eduardo Guimarães, técnico da Nakata.

São diversos itens a serem analisados, entre eles, bucha de bandeja, pivô de suspensão, na própria torre do sistema de suspensão do amortecedor, há o apoio de mola, coxim superior, batente e bieleta ligada à barra estabilizadora.

No sistema de direção, folgas podem ser oriundas do terminal axial, ligado à caixa de direção. “Com o carro suspenso, para verificar folgas no sistema de direção, basta balançar o pneu com as mãos, movimentando-o um lado do pneu para parte interna do veículo e outro para externa”, explica o técnico. Ele ressalta também que, caso as coifas estejam rasgadas, a graxa do pino esférico é contaminada por impurezas, resultando em folgas excessivas nos terminais de direção e axial.

Ainda com o veículo no elevador, é possível fazer verificações com a alavanca. “Ao fazer o teste de rodagem, se for constatado, que na aceleração e desaceleração, uma das rodas movimenta-se fortemente para frente e para trás, é indício de folga nas buchas da bandeja”, alerta. É possível fazer movimentos com a alavanca para observar a folga também no pivô. “São fontes de ruído da suspensão”, esclarece.

Outro ponto que deve ser considerado é o estado da mola helicoidal. “Caso o veículo esteja arreado ou desnivelado, apresentando final de curso na suspensão ao passar por lombadas no teste de rodagem, é possível que a mola esteja danificada, comprometendo, assim, o amortecedor e buchas inferiores”, adverte Eduardo.

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