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Branding & Business: Grupo Oficina Brasil apresenta seu novo posicionamento estratégico na Automec

Estudos de rentabilidade e potencial demandante e ações de geração de demanda, resultado do fusionamento entre todas as disciplinas do Grupo permitem aos gestores e tomadores de decisão ter acesso ao estado da arte em Marketing Estratégico de Resultados

Da Redação
16 de maio de 2017

Ao longo dos últimos vinte anos o mercado de reposição brasileiro vivenciou alterações profundas em sua estrutura e na forma com que os negócios são feitos. A mudança radical no perfil da frota e consequentemente na formação da demanda tem tirado de cena vários protagonistas do passado e apresentado ao mercado alguns novos entrantes, que nasceram e prosperaram justamente nas brechas deixadas no mercado.

E como diz o dito popular: “em tempo de crise há quem chore e há quem venda lenços”, estes novos entrantes encontraram seus nichos e transformaram, de forma silenciosa, as maneiras de se fazer negócios no aftermarket automotivo. E isso independe de gostarmos ou não, mas é uma constatação fática, que incomoda muito aqueles que ainda insistem em enxergar o mundo como era antes. Já não é mais assim.

Verdades inconvenientes

Desde Ptolomeu, passando por Copérnico e Galileu, o fato de acreditarem que o Sol se movia ao redor da Terra não mudou em nada a efetiva translação da Terra ao redor do Sol, apenas retardou o avanço científico e o entendimento do Sistema Solar.

E se fosse possível antecipar as tendências do mercado e ajustar o portfólio de oferta à demanda de forma preditiva? E se houvessem ferramentas eficientes para ajudar a dimensionar o consumo de peças por região? E se pudéssemos controlar, com antecedência, os desafios da rentabilidade e modelar as estratégias de ciclo de vida dos produtos?

Ferramentas eficientes

Todo este conjunto de soluções existe e está disponível ao mercado (e não apenas como teorias nos livro-texto de Marketing que são usados nas universidades) de forma prática mas fortemente amparada em dados e fatos e com suporte estatístico para tomada de decisão.

E é a partir deste novo modelo de negócios, que fusiona as dimensões Branding e Business do mercado de reposição, que o Grupo Oficina Brasil realizou uma provocação aos presentes na feira, questionando a forma sobre como fazem previsão de vendas, se baseado em dados e fatos ou no que “acham” que vai vender. Não foi surpresa que mais de 75% dos presentes ainda ressente de uma ferramenta mais eficiente para previsão de demanda que não se limite aos relatórios de BI (business intelligence) internos que, na melhor das hipóteses, ajudam a entender com profundidade o que se vendeu no passado, mas não traz nenhuma informação útil sobre o que não se vendeu e, além disso, porque não se vendeu.

PAINEL DE CONSUMO

E para ilustrar como isso se dá de forma prática, a CINAU - Central de Inteligência Automotiva, unidade do Grupo Oficina Brasil dedicada à pesquisa e à inteligência de de mercado desenvolveu um painel que apresentava, em tempo real, o consumo de peças e componentes automotivos em várias regiões do Brasil desde a inauguração da feira.

Trata-se do primeiro simulador de potencial demandante do mercado e seu desenvolvimento evidencia, mais uma vez, o posicionamento estratégico do Grupo Oficina Brasil que, desde 1993, com os primeiros movimentos em direção à identificação do profissional brasileiro da reparação chega a 2017 com uma proposta de valor baseada em dois grandes pilares: Branding & Business, integrando de forma definitiva a mensuração de resultados à sua assinatura, pois “o tempo daquela piada sem graça de que o profissional de Marketing não sabia qual dos esforços davam resultado e quais não davam já passou e hoje cada centavo investido pelas empresas precisa ter como contrapartida imediata o retorno sobre o investimento (ROI). Falar em ROI é obrigação de qualquer empresa que respeite a inteligência e os investimentos de seus clientes acima de tudo”, afirma Marcelo Gabriel, Diretor do Grupo Oficina Brasil.

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