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  5. A dura arte do diagnóstico automotivo

A dura arte do diagnóstico automotivo

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Alexandre Akashi
10 de setembro de 2010


Assim, o módulo de injeção ordena ao corpo de borboleta deixar passar apenas o volume exato de ar necessário para queimar todo o combustível que foi despejado pelos bicos injetores na câmara de combustão. E quem controla isso é o sensor de oxigênio, a sonda lambda, que incessantemente fareja quanto de oxigênio sobra da queima.


Se houver muito, é porque a queima não está perfeita, seja por excesso de ar ou falta de combustível, assim, o módulo tende a ajustar esta mistura para que o motor funcione com o máximo de aproveitamento.

Leituras
Neste processo é fundamental que alguns parâmetros do motor estejam em ordem: o vácuo, a tensão da bateria e a velocidade de trabalho da sonda lambda. Se qualquer um destes três itens estiver fora das medidas ideais, o módulo tende a injetar mais ou menos combustível em uma tentativa de equilibrar a combustão.


É simples. Um carro com problema de vácuo, com um motor que não aspira ar suficiente para encher a câmara de combustão, tende a falhar, pois o módulo vai mandar os bicos injetarem menos combustível. O sintoma é de falta de potência. O que causa problema de vácuo? Desde um filtro entupido a anéis gastos, e também fuga de compressão.


Tensão da bateria. O que a bateria tem a ver com a combustão? Tudo. O sistema é eletrônico e por isso trabalha alimentado por eletricidade, fornecida pela bateria. O próprio módulo utiliza eletricidade da bateria (na maioria dos carros atuais, se a bateria estiver com menos de 9V, o módulo não funciona), e os bicos injetores também.


Além disso, sem tensão na bateria, as velas não geram a faísca necessária para a explosão da mistura ar-combustível na câmara de combustão. E não adianta trocar as velas e os cabos de velas, pois com carga baixa, a qualidade da faísca não supre as necessidades da mistura, e o carro falha. A queima não é perfeita, falta oxigênio na saída dos gases, a sonda lambda acusa essa falta e ordena ao módulo compensar isso injetando menos combustível. Conclusão: o carro perde potência.


Já deu para perceber que é muito importante avaliar a condição de funcionamento da sonda lambda, pois é ela quem informa se a mistura está boa ou não e, a partir deste diagnóstico, o módulo aumenta ou diminui o tempo de injeção de combustível, e acata ou não o desejo do motorista por mais velocidade, pois agora, quem decide é o computador, por mais pesado que seja o pé do condutor.

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