Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Em breve na sua oficina
  4. /
  5. Mecanicamente, Grand Livina é similar ao irmão menor

Mecanicamente, Grand Livina é similar ao irmão menor

Com 24 cm a mais que o Livina, o monovolume de sete lugares chega com mesmos predicados da minivan, porém com itens de conforto mais sofisticados

Alexandre Akashi
19 de outubro de 2009

Sem muito alarde, a Nissan apresentou recentemente o Grand Livina, monovolume de sete lugares que promete brigar diretamente com o Chevrolet Zafira e, pelo preço, de R$ 54.890 a R$ 65.390, com o Citroën Picasso e a perua Grand Tour, da Renault. Ao todo, são quatro versões disponíveis ao consumidor, todas com motor 1.8L 16v bicombustível: duas com câmbio manual (acabamento básico e SL) e duas automáticas (acabamento básico e SL).


O motor 1.8L 16v bicombustível é o mesmo do Tiida e da Livina


Curva de torque e potência

A diferença entre os acabamentos é sutil, com itens de perfumaria (bancos de couro, ar-condicionado automático digital, entrada auxiliar para iPod e MP3, retrovisores pintados na cor da carroceria, seis auto falantes, entre outros). Há, porém, itens de segurança, como air bags duplos, ABS com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) e assistência à frenagem (BA), que aplica toda a força no sistema quando sensores detectam que o pedal do freio foi acionado abruptamente e dispositivo I-Key, que permite a abertura das portas e a partida no motor à distância.

A base do Grand Livina é, porém, a mesma do irmão menor, a minivan Livina. Tanto que o entre-eixos é o mesmo: 2,6 metros. O Grand é 24 cm mais comprido, suficiente para a instalação de uma terceira fileira de bancos. O motor e o câmbio (automático - três marchas mais overdrive) são idênticos no hatchback Tiida e na versão mais potente do Livina. Já a versão com câmbio manual, de seis marchas, é o mesmo do Tiida.


Vista inferior do motor, sem protetor de carter;



Detalhe do radiador apoiado na longarina, um ponto fraco, segundo o conselheiro Claudio Cobeio


Powertrain
O propulsor 1.8L 16v bicombustível é o mesmo que equipa o Tiida, que este ano também recebeu a flex. Porém, antes mesmo de chegar no hatchback, a Nissan o estreou no Livina, com todo o destaque que merece. Afinal, trata-se de um motor 100% desenvolvido pela montadora japonesa, o que confere a ele bom desempenho, com potência de 125cv/126cv (G/A) @ 5.200 rpm, torque de 17,5 kgf.m @ 4.800 rpm (álcool/ gasolina), taxa de compressão de 9,9 : 1, com diâmetro e curso de 84 X 81,1mm, respectivamente, e sistema de injeção eletrônica multiponto sequencial.


Detalhe da suspensão dianteira


Cobeio aponta a bieleta: muito longas, aumentam as chances de folgas


Produzido no México, recebeu nova central eletrônica (ECU), Bosch, e componentes internos para resistir à ação do álcool, como as válvulas de admissão, exaustão e vedadores de válvulas feitos com novos materiais; primeiro anel dos pistões de aço (antes eram de ferro fundido); novo desenho dos pistões (agora anodizados e com a primeira ranhura com 1,2 mm, em vez de 1,5 mm); bielas feitas de materiais mais resistentes; injetores de combustível adequados ao uso do combustível vegetal e sonda Lambda com dupla camada de proteção para resistir à umidade do álcool.
Com a adoção da tecnologia flex fuel, a estratégia da Nissan para partida a frio é injetar gasolina, oriunda de um reservatório externo, com capacidade de ½ litro, posicionado entre o capô e a base do limpador de pára-brisa, para evitar a abertura do compartimento do motor, sempre que a temperatura externa for inferior a 18°C (com 100% de álcool no tanque de combustível).

Pela avaliação do consultor técnico do jornal Oficina Brasil, Cláudio Cobeio, proprietário da CobeioCar, os coxins que sustentam o motor do Grand Livina são um dos pontos fortes do carro. “Aparentemente são bem resistentes”, afirmou Cobeio. Outro ponto que mereceu elogios do reparador foi o capricho nas tubulações, que “demonstram todo cuidado da montadora com o projeto”, avaliou.


O filtro de combustível é externo e bem protegido;


o acesso ao tanquinho dispensa abertura do capô

O veículo avaliado, porém, estava sem protetor de cárter e, segundo Cobeio, o fato de o radiador ser apoiado na longarina frontal é um ponto fraco do veículo, pois pode furar em caso de choque com o piso.

O Grand Livina é oferecido com duas versões de câmbio, manual de seis marchas ou automático de quatro. A versão avaliada era automática, tendo apresentado escalonamento de marchas regular e boa programação, que minimiza a sensação de ‘vazio’, apesar do pequeno número de velocidades.
Em uma análise comparativa das relações de marchas do câmbio manual, a segunda do automático equivale à uma terceira da manual, sendo a primeira extremamente longa, assim como a quarta que, no final das contas, serve apenas como overdrive, para reduzir o giro do motor e torná-lo assim mais econômico e confortável (menos ruidoso).

Para se ter idéia, o escalonamento das marchas na versão manual está tão bem melhor calibrada em relação ao motor que a Nissan informa velocidade máxima de quase 10 Km/h superior em relação à versão automática, e aceleração 0-100 Km/h quase 1 segundo mais rápida. Em compensação, o consumo no ciclo rodoviário é prejudicado em mais de 1 Km/l, quando abastecido com gasolina (0,7 Km/l, no álcool).

Suspensão
Tal como a irmã menor, a minivan Livina, a Grand Livina apresenta suspensão dianteira independente tipo McPherson com barra estabilizadora, subchassi com sistema antivibração, e suspensão traseira com eixo de torção com barra estabilizadora e molas helicoidais.

O consultor técnico Cláudio Cobeio chama atenção, no entanto, para ancoragem do subchassi, que “aparentemente é muito frágil, pois poucos pontos de apoio e tende a afundar em caso de batida”, afirmou. Outro componente criticado pelo reparador foram as bieletas. “São muito longas o que aumentam as chances de folgas”, disse.

O conjunto freios-rodas-pneus também é similar ao da Livina (na versão 1.8L automática), com freios dianteiros ventilados de 260 mm, e traseiros a tambor, rodas 5,5J X 15 polegadas e pneus 185/65 R15. Infelizmente o sistema ABS é de série apenas nas versões topo de linha (SL).

Ao volante
Conforto e dirigibilidade são os dois grandes pontos fortes do Grand Livina, tal qual ocorre com a irmã menor. A sensação de segurança é a mesma, apesar dos 24 cm a mais. Os mimos ao motorista não são muitos, mas bem vindos. Porém, assim como na Livina, faltaram itens de ajuste que são importantes, como regulagem de altura dos bancos, cinto de segurança e profundidade do volante.

 

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Em breve na sua oficina
Em breve na sua oficina
Ford Maverick 2022 desperta a curiosidade dos reparadores por ser a nova picape
Em breve na sua oficina
Em breve na sua oficina
ZOE é o carro elétrico fabricado pela Renault que representa a sua terceira geração
Em breve na sua oficina
Em breve na sua oficina
VW Nivus no Brasil, Taigo na Europa - é o carro brasileiro avaliado por nossos reparadores