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Uma epopeia em busca de respostas

Do nosso lado também buscamos respostas às perguntas que incomodam o mercado de reposição: como é possível que a frota circulante aumente a níveis além do crescimento do PIB e os negócios não acompanhem a marcha?

Da Redação
15 de abril de 2013

No começo dos tempos e por muitos anos os homens se serviam das estrelas para guiar suas jornadas e expedições. Com a utilização de bússolas, lunetas, sextantes e astrolábios, os homens dos séculos 15 e 16 expandiram seus limites geográficos e o mundo, que já não era mais plano, se conectou e algumas perguntas que estavam há séculos inquietando nossos ancestrais se dissiparam. Mas isso foi só o começo de novas perguntas.

Do nosso lado também buscamos respostas às perguntas que incomodam o mercado de reposição: como é possível que a frota circulante aumente a níveis além do crescimento do PIB e os negócios não acompanhem a marcha? Onde estão os carros que foram vendidos nos últimos três anos? Como devo organizar meu estoque de peças para atender essa “nova” demanda? Que serviços serão requisitados e como devo organizar minha oficina?

Há muitos anos que acompanhamos a (r)evolução tecnológica, seja nos aparelhos eletro-eletrônicos, nas telecomunicações e na tecnologia embarcada nos veículos. Se um modelo da década de 1970 tinha, no máximo, 40 sensores (entre eles a cebolinha do Fusca) hoje, fatores como a necessidade de redução de custos, aumento da confiabilidade e integração, levaram a substituição dos componentes mecânicos por mais e mais componentes eletro-eletrônicos.

Esta mudança, assim como a expansão do homem europeu ao Novo Mundo, traz consequências. Os carros estão durando mais e isso é um fato irrefutável! Novas ligas metálicas, desenvolvimento em tecnologia de lubrificantes e combustíveis, polímeros mais resistentes à corrosão e à temperatura, novos métodos e processos de manufatura e temos motores que duram centenas de milhares de quilômetros sem a necessidade de reparo. Ou, já que falamos de perguntas inquietantes, há quanto tempo você não abre um motor?

Ainda no campo da (r)evolução tecnológica, diversos outros detalhes chamam a nossa atenção. Nas décadas de 1980 e 1990 era comum que nossos carros começassem a oxidar (“enferrujar”) perto das guarnições de borracha que vedavam os vidros, sem contar o medo da maresia. Hoje a tecnologia química mudou esse panorama com novas pinturas e coberturas anticorrosivas que eliminaram este problema, e levaram junto uma fonte de serviço e renda das oficinas de funilaria e pintura.

Na matéria deste mês analisamos a aparente contradição entre o crescimento da frota e a queda do faturamento das empresas de autopeças. Em ambos os casos consideramos os números do ano de 2012 e as constatações são bastante instigantes para quem tem coragem e ousadia de mudar. Como disse Rita Mae Brown, fazer as coisas sempre da mesma forma e esperar resultados diferentes é o conceito de insanidade.

As mudanças estão aí e, mesmo que não gostemos delas, vieram para ficar. Atrás destas que conhecemos virão mais e mais mudanças. As pressões econômicas, sociais , governamentais e ambientais vão continuar a embalar o ritmo da inserção de tecnologias e teremos que revisitar nossos modelos de viver, trabalhar e pensar.

Daí o título deste editorial. Na CINAU estamos diariamente nessa epopeia, na descrição dos acontecimentos, ações e feitos do setor da reposição automotiva. Queremos saber as respostas e servir como um farol na tempestade, um ponto de referência sólido e um paradeiro seguro. Buscamos identificar, coletar, analisar e disseminar informações de forma sistemática e objetiva para auxiliar os gestores na tomada de decisões e soluções de problemas, saindo do “eu acho” para o “eu sei”.

Para saber precisamos perguntar, questionar, indagar, duvidar, testar e validar nossas conclusões. E a partir delas voltar ao mesmo ciclo para encontrar novas respostas.

Fica aqui um convite para você. Queremos saber: o que tem tirado seu sono ultimamente? Mande seus comentários para [email protected] e nos ajude a compreender melhor as necessidades do mercado de reposição e buscar as respostas.

 

Boa leitura.

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