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2Adalberto meu irmão, a linha de ação é fazer um swap de gerenciamento usando o sistema de um Corolla mais moderno (como os modelos de 1998 a 2002) ou do próprio Camry mais novo, mas o desafio é grande porque você precisará transplantar não só a ECU, mas todo o chicote elétrico e os sensores. O ponto crítico nesse carro é o distribuidor com bobina interna e o sensor de fluxo de ar (MAF/VAF) antigo; para usar uma injeção moderna de outro carro, você teria que adaptar uma roda fônica no virabrequim e trocar o sistema de ignição para bobinas individuais ou régua, além de garantir que a nova ECU "entenda" os sinais de impedância dos bicos e sensores originais. Se o seu carro for automático, a dificuldade dobra, pois a ECU da injeção geralmente controla o câmbio (A/T), e ao colocar uma injeção de outro veículo, o câmbio pararia de trocar as marchas corretamente. Na prática, o custo de mão de obra para adaptar chicote, sensores e compatibilizar sinais de um sistema OEM de outro carro acaba saindo mais caro e menos eficiente do que instalar uma injeção programável de entrada, que já vem pronta para ler os sensores existentes. Se o objetivo é fugir das programáveis por medo de acerto, o ideal é revisar profundamente o sistema original, pois qualquer adaptação de injeção de outro carro (como de um Civic ou Corolla) exigirá um nível de engenharia elétrica que raramente compensa em um carro dessa idade.
seria muito complexo talvez nao valha a pena
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