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<t><p>Prezado Nelhiro. Num carro não dá para pegar só a "eletricidade" gerada no alternador. Até onde sei, um trabalha com o outro e o outro trabalha com o um, se é que você me entende. A bateria filtra e estabiliza a onda que o alternador gera e é carregada por ele. Se você quer pegar a alimentação do alternador, vai ter que colocar outro alternador ligado mecanicamente ao motor do carro, sabe Deus como...Outra coisa: O alternador gera uma corrente continua não filtrada. Se eu estiver errado me corrijam por favor. Acho melhor você comprar um pequeno motogerador para alimentar a tal carga que você possui. Abração.</p></t>
<r><p><QUOTE><i>></i>Uma alternativa seria você fazer alguma coisa para seu aparelho ligar só com o motor funcionando, aí não correria risco, pois o alternador manteria a bateria carregando. </p> <p>Poderia ligar um relé na saída do relé da bomba, alimentando assim seu componente só com o motor funcionando. </p> <p>É uma ideia. Com certeza vão surgir muitas outras.</QUOTE> </p> <p>Prezado rlmac. O problema é que nosso amigo só quer utilizar o alternador SEM a bateria. Aí fica complicado. O alternador e a bateria são que nem marido e mulher, Romeu e Julieta, KKKKKKKK, um não vive sem o outro. Ele gostaria de pegar a alimentação só do alternador. Isso não vai dar muito certo. Abraço.</p></r>
<t><p>Instala um rele como o amigo ja disse,so vai funcionar quando o alternador girar,mas voce nao vai conseguir 12v fixo,vai ter que colocar um regulador de voltagem em serie com seu aparelho...</p></t>
<r><p><QUOTE><i>></i>Instala um rele como o amigo ja disse,so vai funcionar quando o alternador girar,mas voce nao vai conseguir 12v fixo,vai ter que colocar um regulador de voltagem em serie com seu aparelho...</QUOTE> </p> <p>Esse relé desconectaria a bateria do circuito e o motor/carga do nosso amigo, rodaria só alimentado pelo alternador?</p></r>
<t><p>Prezado Colega, </p> <p>Eu vou me adiantar antes que alguma "alma das profundezas", vestida de Instalador de Som, "caia de Para-Quedas" e apresente uma das magníficas ideia: </p> <p><b><i>"Coloca um diodo SKN de 100A entre o cabo do Alternador e o borne Positivo. Fica massa!"</i></b>: </p> <p>ou então: </p> <p><b><i>"Coloca um Isolador de 02 Baterias em paralelo, usadas para carregá-las separadamente... </i></b>: </p> <p><b>NÃO FAÇA EM HIPÓTESE ALGUMA, RAPAZ. E SE FIZER A "BORDOADA" SERÁ POR SUA RESPONSABILIDADE.</b> </p> <p>Agora, se existe uma maneira correta para fazer isso? Sim, existe. </p> <p>Mas é conveniente apresentar a finalidade do seu "Projeto" antes. O que quer ligar? O que pretende ao isolar o sistema de Carga?</p></t>
<t><p>Prezado Nelhiro. Por curiosidade, esse gerador de hidrogênio não é perigoso? Ele trabalha eletrolisando a água? Outra coisa: Se o seu gerador de hidrogenio puxa no minimo 15 Amperes, o consumo de combustível vai aumentar porque quanto mais corrente é solicitada de um alternador mais pesado ele fica para girar solicitando mais torque do motor. Se no fim das contas o rendimento é bom...tudo bem. Eu conheci um camarada que era técnico em química que fez um gerador de hidrogênio que era uma cuba com acido clorídrico e, se não me engano ele jogava lá pedaços de um metal, se não me engano zinco e aí essa coisa gerava hidrogênio que ele direcionava pra a boca do carburador. Diz ele que esse negócio era bom. Agora veja só andar com um carro com um recipiente doido cheio de acido clorídrico e acontece um acidente, de repente o carro bate num poste e voa acido clorídrico para todo lado. Que lenha! Abraço.</p></t>
<t><p>ola boa tarde amigo , o seguinte no fio d+ do alternador que avisa no painel quando vc liga a chave de ignição ele é negativo, por isso acende a lampada, ao funcionar o carro este fio por vez se torna um positivo, para a pagar a lampada do painel, então vc faz o seguinte ligação, pega um relé auxiliar de 70 amperes , liga o terminal 30 do rele no positivo da bateria o 85 do rele´no negativo da bateria o 87 vai ser a saida positiva do relé, o 86 do relé vc liga no fio d+ do alternador, isso é para ligação saida positiva. se vc quiser ligar saida negativa, vc liga o pino 30 do relé no negativo da bateria o pino 85 no negativo tambem e o pino 86 no d+ do alternador o pino 87 vai sair negativo ,</p></t>
<t><p>Amigo, </p> <p>Esse assunto é complicado de se debater. Entretanto uma coisa é certa: Um veículo "adaptado" para utilização do Hidrogênio e um veículo ADAPTADO PELA FÁBRICA para utilização de hidrogênio são dois padrões de qualidade totalmente diferentes. </p> <p>Quando extraímos petróleo, não estamos obtendo apenas um liquido denso, escuro e pegajoso, na verdade estamos retirando uma quantidade enorme de energia contida naquele óleo bruto, dessa forma concluímos que o petróleo é uma considerável fonte de energia. A mais rentável do Mundo. </p> <p>Por sua vez, o hidrogênio molecular não surge do nada e muito menos é vendido no Mercado Livre, muito pelo contrário, sua obtenção é através de uma eletrólise da água, ou pela reforma de gás natural (metano). </p> <p>Mas analisando seriamente, chegamos a conclusão que para obtê-lo, é preciso aplicar energia no processo, e muita, inclusive essa energia aplicada é imensamente superior à energia que o hidrogênio poderá fornecer. </p> <p>Assim sendo, o hidrogênio não é exatamente uma fonte de energia, e sim um elemento intermediário a ser consumido. </p> <p>Quimicamente falando, o hidrogênio é uma substância de altíssimo poder energético por unidade de massa, que pode proporcionar 120 Mega joules de energia por quilograma de gás (!!!!!!), contra míseros 43 MJ/kg da nossa gasolina premium "batizada", com seus 98 octanas. Já o hidrogênio na forma de gás e à pressão de 700 bars, necessita de cinco vezes do mesmo volume de gasolina para oferecer a mesma quantidade de energia. Ou seja, você pode pegar seu carro e ir à Lua com tanta energia, mas acredito que não retorne. </p> <p>Outra comparação, um carro que tenha um tanque de 60 litros de gasolina necessitaria de um tanque de 300 litros para estocar hidrogênio para a mesma quantidade de energia, devido sua densidade volumétrica, ou seja, é inviável transformar carros com motores de ciclo Otto para utilizarem hidrogênio. A BMW foi corajosa, e produziu o Hydrogen 7 bicombustível gasolina-hidrogênio, porém vende meia dúzia por ano, pelo fato de ter 260 CV em um motor V12 de 6 litros, ou seja, como ainda não é possível pararmos em um posto e mandarmos o frentista completar com hidrogênio, a única solução é o proprietário gastar toda sua fortuna com gasolina!!! </p> <p>Sem contar que o hidrogênio necessita de armazenamento e manipulação diferenciada e extremamente dificultosa. Possui a molécula de menor tamanho e de maior velocidade em um meio gasoso. Até reservatórios totalmente estanques para gases comuns não conseguem conter vazamentos de hidrogênio. O pequeno tamanho da molécula e sua alta velocidade fazem com que ele penetre de forma precisa na estrutura de qualquer metal, vazando como se o reservatório fosse um pote de barro. Portanto, todo sistema de armazenagem, reabastecimento e manipulação necessitam de materiais e desenhos planejados minuciosamente para contê-lo. </p> <p>Eu comparo os veículos adaptados para hidrogênio à Usina Nuclear de Chernobyl, quando surgiu todos aplaudiram e vangloriaram seus idealizadores, mas quando apresentou problemas, não sobrou ninguém, cada um correu para um lado. </p> <p>Para finalizar, um veículo adaptado para utilização de Hidrogênio trata-se de uma ogiva nuclear sobre rodas. </p> <p>Abs.</p></t>
<t><p>E tem mais.... </p> <p>O Amigo sabe a diferença de uma Bomba Atômica e uma Bomba H (Hidrogênio)? </p> <p>Na verdade, as duas são bombas atômicas. Acreditem. </p> <p>A diferença é que cada uma delas realiza um processo diferente para obter energia. </p> <p>A bomba nuclear, "arrebenta" núcleos de urânio, tornando-os mais leves. </p> <p>Compare, se você martelar uma pedra e quebrá-la em cacos, juntar suas partes e pesas, a medida não mudará da pedra quando inteira. Mas romper núcleos atômicos não é o mesmo que quebrar uma pedra. Já na "martelando" o Urânio, o peso somado dos "cacos" vai ser um pouco menor que o original, devido suas características de massa. Mas eu pergunto: onde vai parar a outra parte da massa? Se transforma em energia pura, liberando uma força brutal. Mesmo sendo uma micro partícula de massa de Urânio! Quem afirmou isso foi um "tal de Einstein". </p> <p>Para dar uma ideia, a quebra de menos de 1 quilo de matéria de Urânio foi o suficiente para "fritar" Hiroshima no final da Segunda Guerra Mundial, com uma força desprezível de 15 mil toneladas de dinamite!!!! Ficou impressionado? Então recomendo que sente-se. </p> <p>Uma Bomba H, originada do Hidrogênio, nas mesmas proporções, libera uma energia milhares de vezes maior que uma Bomba Atômica!!! </p> <p>Só para dar uma noção da "dor de cabeça", a explosão recorde entre as as Bombas de Hidrogênio testadas foi simplesmente 5 mil vezes maior que a de Hiroshima, meu caro. </p> <p>Ou seja, parece piada, mas abastecer o veículo com Urânio Enriquecido diminui o risco de uma catástrofe em 1000 vezes. <b><i>MAS TIRE ESSA IDEIA DA CABEÇA!!!!</i></b>. </p> <p>Adaptações simples do tipo "Vamos tentar para ver se dá certo", ainda mais tratando-se de Hidrogênio, não dá certo. Mais cedo ou mais tarde o estrago ocorrerá, tenha certeza. </p> <p>E com certeza, Profissionais experientes não ousaram mexer no seu motor, na verdade chamaram o esquadrão anti-bombas. </p> <p>Amigo, entenda as minhas colocações e as dos demais Profissionais como uma dica de amigos, que estão alertando-o contra riscos à sua integridade física de seus familiares. </p> <p>Abs.</p></t>
<t><p>Nelhiro, </p> <p>Eu preciso estudar? Claro todos nós devemos buscar evolução contínua. </p> <p>Infelizmente alguns nem começaram, como é seu caso. O que você entende de Física Atômica, rapaz? Pelo jeito nada. </p> <p>Agora o que eu já li sobre isso? Seguem minhas fontes de estudo: </p> <p>Leia Building the H Bomb - Escrito por Kenneth W. Ford (Diretor do Instituto Americano de Física); </p> <p>Acesse esse Site - http://energy.gov/ - Entenda o que significa Energia; </p> <p>Leia Dark Sun: the making of the hydrogen bomb - Richard Rhodes </p> <p>Acesse - http://hydrogenunits.com/disadvantages-dangers-of-a-hydrogen-car.php - Trata da periculosidade do Hidrogênio Veicular; </p> <p>Acesse - http://mb-soft.com/public2/hydrogen.html - Leia umas 10 vezes. </p> <p>Leia - http://www.ipv.pt/millenium/millenium31/15.pdf; </p> <p>Vamos lá, argumente isso - http://www.fem.unicamp.br/~em672/GERVAP2.pdf </p> <p>Argumente isso - http://ambientes.ambientebrasil.com.br/energia/celula_combustivel/armazenamento_de_hidrogenio.html; </p> <p>Tente entender - http://quatrorodas.abril.com.br/autoservico/teste-de-produtos/gasagua-765675.shtml; </p> <p>A economia baseada no hidrogênio Aug 7, 2008 Físico-química 24 Comments </p> <p>Thomas, S. and Zalbowitz, M. 1999. Fuel cells — Green power. Department of Energy, Los Alamos National Laboratory, 5. </p> <p>Pinkerton, F. E. and Wicke, B.G. 2004. “Bottling the Hydrogen Genie,”The Industry Physicist, Feb/Mar: 20–23. </p> <p>Jacobson, M. F. September 8, 2004. “Waiter, Please Hold the Hydrogen.” </p> <p>San Francisco Chronicle, 9(B). Hoffert, M. I., et al. November 1, 2002. “Advanced Technology Paths to </p> <p>Global Climate Stability: Energy for a Greenhouse Planet.” </p> <p>Science, 298, 981–987. Union of Concerned Scientists. How Natural Gas Works. </p> <p>www.ucsusa.org/clean_energy/renewable_energy/page.cfm?pageID=84 </p> <p>Kruglinski, S. 2004. “What’s in a Gallon of Gas?” Discover, April, 11. </p> <p>http://discovermagazine.com/2004/apr/discover-data/ </p> <p>Fisher, D. E. and Fisher, M. J. 2001. “The Nitrogen Bomb.” Discover, April, 52–57. Smil, V. 1997. “Global Population and the Nitrogen Cycle.” Scientific American, July, 76–81. </p> <p>Darley, J. 2004. High Noon for Natural Gas: The New Energy </p> <p>Crisis. Chelsea Green Publishing. </p> <p>Romm, J. J. 2004. The Hype About Hydrogen: Fact and Fiction in the Race to Save the Climate. Island Press, 154. Ibid., 75. </p> <p>Hayden, H. C. 2001. The Solar Fraud: Why Solar Energy Won’t Run the World. Vales Lake Publishing. </p> <p>Simbeck, D. R., and Chang, E. 2002. Hydrogen Supply: Cost </p> <p>Estimate for Hydrogen Pathways — Scoping Analysis. </p> <p>Golden, Colorado: NREL/SR-540-32525, Prepared by SFA Pacific, Inc. for the National Renewable Energy Laboratory (NREL), DOE, and the International Hydrogen Infrastructure Group (IHIG), July, 13. </p> <p>www.nrel.gov/docs/fy03osti/32525.pdf </p> <p>Phillips, T. and Price, S. 2003. “Rocks in your Gas Tank.” April 17. Science at NASA. </p> <p>http://science.nasa.gov/headlines/y2003/17apr_zeolite.htm </p> <p>Simbeck and Chang, 2002, 41. Amos, W. A. 1998. Costs of Storing and Transporting Hydrogen. National Renewable Energy Laboratory, U.S. Department of Energy, 20. </p> <p>www.eere.energy.gov/hydrogenandfuelcells/pdfs/25106.pdf </p> <p>Simbeck and Chang, 2002, 14. Valenti, M. 2002. “Fill’er up — With Hydrogen.” Mechanical </p> <p>Engineering Magazine, Feb 2. </p> <p>www.memagazine.org/backissues/membersonly/feb02/features/ fillerup/fillerup.html </p> <p>El kebir, O. A. and Szummer, A. 2002. “Comparison of Hydrogen Embrittlement of Stainless Steels and Nickel-base Alloys.” </p> <p>International Journal of Hydrogen Energy #27, July/August 7–8, 793–800. </p> <p>Romm, 2004, 107. Fuel Cell Engine Safety. December 2001. </p> <p>College of the Desert </p> <p>www.eere.energy.gov/hydrogenandfuelcells/tech_validation/pdfs/fcm06r0.pdf </p> <p>Romm, J. J. 2004. Testimony for the Hearing Reviewing the Hydrogen Fuel and FreedomCAR Initiatives Submitted to the House Science Committee. March 3. </p> <p>Bossel, U. and Eliasson, B. 2003. “Energy and the Hydrogen Economy.” Jan 8. </p> <p>www.methanol.org/pdf/HydrogenEconomyReport2003.pdf </p> <p>Ibid. National Hydrogen Energy Roadmap Production, Delivery, Storage, Conversion, Applications, Public Education and Outreach. </p> <p>November 2002. U.S. Department of Energy. </p> <p>www.eere.energy.gov/hydrogenandfuelcells/pdfs/national_h2_roadmap.pdf </p> <p>Neil, D. 2003. “Rumble Seat: Toyota’s Spark of Genius.” Los Angeles Times. October 15. </p> <p>www.latimes.com/la-danneil-101503-pulitzer,0,7911314.story </p> <p>Associated Press, 2004. “Oil Prices Raising Costs of Offshoots.” July 2. </p> <p>www.tdn.com/articles/2004/07/02/biz/news03.prt </p> <p>Abbott, C. 2004. “Soaring Energy Prices Dog Rosy U.S. Farm Economy.” </p> <p>Forbes, Reuters News Service. May 24. </p> <p>Schneider, G. 2004. “Chemical Industry in Crisis: Natural Gas Prices Are Up, Factories Are Closing, And Jobs Are Vanishing.” </p> <p>Washington Post, 1(E). March 17. </p> <p>www.marshall.edu/cber/media/040317-WP-chemical.pdf </p> <p>Agora, meu Caro, O QUE VOCÊ ANDOU ESTUDANDO SOBRE O ASSUNTO? AFINAL DE CONTAS EU SOU LEIGO. PORTANTO ME ENSINE! MAS DISPONIBILIZE SUAS FONTES DE PESQUISAS. </p> <p>ENFIM, TENTO AJUDAR E SOU TAXADO DE SOBERBO. </p> <p>ISSO CANSA E DESANIMA. DEBATER SOBRE ALGO DE FORMA COERENTE É UMA COISA, AGORA SER IRONIZADO E MINIMIZADO POR UM CIDADÃO QUE MAL ME CONHECE. </p> <p>EU DEFINITIVAMENTE DESISTO DE TENTAR AJUDAR. </p> <p>ENSINO QUEM QUER APRENDER. QUER MARTELAR UM PREGO COM A TESTA, FIQUE A VONTADE.</p></t>
<t><p>Nelhiro, </p> <p>Segue uma sugestão para o seu problema... </p> <p>https://mega.nz/#!ex4SRQwI </p> <p>O diodo deve ter a mesma capacidade de seu regulador/alternador (70A, 90A, 100A, etc...). </p> <p>Devido a característica de um diodo, só haverá corrente do alternador para a bateria...o contrário é barrado pelo diodo. </p> <p>O fusível deve ser programado para no máx. 1,5 vezes o consumo previsto para o seu sistema. </p> <p>Uma curiosidade: no seu sistema, o gás produzido é aspirado pela admissão e se mistura ao ar admitido ou vc. o armazena para uso posterior? </p> <p>Bração, </p> <p>Bange</p></t>
<t><p>Ôps, segue o link correto > </p> <p>https://mega.nz/#!ex4SRQwI!DNK_HwswQ1I8yv614XYqtgiwHKbSB3vxx04vO8il578</p></t>
<t><p>Nethiro, </p> <p>Primeiro uma das minhas colocações anteriores: </p> <p><b><i>"Amigo, entenda as minhas colocações e as dos demais Profissionais como uma dica de amigos, que estão alertando-o contra riscos à sua integridade física de seus familiares."</i></b> </p> <p>Reveja suas colocações rapaz. A intenção foi proporcionar conhecimento à você. </p> <p>Ao invés de demonstrar o quanto é limitado intelectualmente, conheça as pessoas antes de julgá-las. </p> <p>Quanto ao me ensinar algo, vá para o final da fila, mocinho. Na verdade seria eu a orientá-lo em uma Tese Acadêmica. Mas não perca seu tempo, com sua soberba, falta de humildade e intelecto limitado, seria impossível você dar um passo a frente. </p> <p>Quanto ao "Retrógrado", realmente eu sou um. Segue algumas provas: </p> <p>ASE-MasterAutomonileTechnician.jpg </p> <p>ASE.jpg </p> <p>CertificadoPorsche.pdf </p> <p>DeclaraoMCT.pdf </p> <p>Acesse o site e procure pelo nome do "retrógrado", o Secretário da ONU, o Coordenador da NASA também são Burros. </p> <p>http://www.conemb.com.br/#!palestras/c1x69 </p> <p>http://www.radioamadores.org/biblio/apres/CNR2014/Gilberto-LABRE-SDE-CNR-2014.pdf </p> <p>Se oriente rapaz. Não diga algo sobre alguém que você não conhece. O "tapa" na sua cara pode ser maior do que você espera. </p> <p>E eu continuo insistindo em permanecer neste Fórum pela consideração ao Profissionais que aqui se encontram. Algo que você nunca será. </p> <p>Cordialmente.</p></t>
<t><p>Junindiesel, </p> <p>Para ser um Profissional entenda que não é necessário possuir Diplomas, basta ter humildade para aprender, perguntar, e discordar, com o intuito de promover um debate sadio, sem duvidar da capacidade das pessoas. </p> <p>Mas, infelizmente, algumas pessoas não agem dessa forma. E nesse caso eu não possuo a paciência de um Monge Tibetano e muito menos atendente de telemarketing para "aturar" tais atitudes que me desmereçam, e acredito que nenhum Profissional goste de ser menosprezado. Ele isso serve para todos. Esse grupo é formado por Profissionais que se respeitam. </p> <p>E isso é primordial. Caiu de "para-quedas", cantando de galo, e desmerecendo a capacidade de algum Profissional tem que ir pra panela. </p> <p>Abraços.</p></t>
<t><p>Eita Juninho, </p> <p>Rapaz, gostei da ideia da cerveja. </p> <p>Na verdade eu me identifico muito com o Dias. Não sei se é por que gosto e admiro ele. Mas meu pavio é curto. </p> <p>Junindiesel, eu já disse que você pode e mandar um email. Quero te ajudá-lo com mateiais! </p> <p>Aavise o Ddias que o DICATEC e outros estão a caminho. </p> <p>E é para você também, guri. </p> <p>Abraço.</p></t>
<t><p>Pessoal, </p> <p>Quem quiser saber como alimentar um sistema independente da bateria me mande e-mail e eu responderei. </p> <p>Amigo Bangé, </p> <p>Sua metodologia é inteligente, mas ocasionara a queima do Alternador. Me mande email que te explico com o maior prazer. </p> <p>Abs.</p></t>
<t><p>CARO COLEGA Nelhiro </p> <p>faz um favor para os participantes do forum </p> <p>antes de mais nada faça um bom seguro para este veiculo ok </p> <p>depois que esse carro vier inflamar por você ficar funicando nele, você muda o titulo deste post , para alertar outros proprietarios,a não ficar funicando no veiculo </p> <p>ok </p> <p>e respondendo sua pergunta que por sinal é ingenua, não existe possibilidade nenhuma de você utilizar a tensão do alternador sem usar a tensão da bateria,se um dia você tiver oportunidade de visualizar o fluxo de corrente com uma pinça ligada a um scope,você vera que o fluxo corre nas 2 direções, tem um nome bonito para isso, balanço energetico, não é minha culpa , e sim quem projetou,kkkkkkkkkkkkkkk</p></t>
<t><p>Colegas: </p> <p>Não se iluda que não vai ser com um simples eletrolisador que você conseguirá fazer economia, entre vários fatores o que você quer fazer tem consequência o alternador vai rodar mais pesado assim maior esforço do motor de combustão e maior consumo e mais perdas por atritos e muitas outras coisas. </p> <p>Eu pergunto Quanto de gás hidrogênio eu preciso para fazer acelerar a combustão do combustível principal? </p> <p>Gerador alcança isso? </p> <p>O mais eficiente dos eletrolisadores, a temperatura ambiente, consegue quantos litros de HHO por ampere gasto, em um carro energizado por 14V? </p> <p>E para afirmar qualquer coisa eu tenho como provar , tenho mais de 36 anos envolvido em área automobilística. </p> <p>att. Diaz</p></t>
<t><p>Bom dia senhores. Por curiosidade, Nelhiro. Qual o tamanho e quanto pesa o seu gerador de hidrogênio. Eu acho que essa história vai acabar caminhando para a instalação de um alternador gigante e também de uma bateria suplementar ou uma do tipo de caminhão. Será que vai ficar bom? Se o carro capotar ou se vier um caminhão e encaçapar a traseira do seu carango, como ficará a segurança dos ocupantes do carro? (não estou rogando praga). Todas as hipóteses tem que ser levadas em conta e os fabricantes tentam trabalhar com todas. As vezes fazem besteiras inconscientemente ou as vezes sabem que pode dar meleca mas fabricam o carro assim mesmo. Projeto na área automotiva é muito complicado. Talvez o seu experimento esteja dando certo mas...Todas as variáveis e hipóteses tem que ser levadas em conta. Não é fácil não...Abraço e boa sorte.</p></t>
<t><p>Prezado Nelhiro. Agora outra pergunta: Qual a corrente máxima que o gerador de hidrogênio puxa? E se você utilizasse um inversor para produzir corrente alternada de voltagem, digamos, 220 Vca e usa-se essa voltagem com algum retificador controlado para, com a voltagem continua mais alta (a ser determinada) melhorar de alguma maneira o rendimento do gerador de Hidrogênio (É chute, não tenho conhecimento sobre a célula, sua voltagem e corrente). O que eu penso a respeito do seu questionamento inicial é que não dá para desligar a bateria e utilizar somente o alternador apesar dos vários circuitos que os participantes postaram acima. A bateria é o "capacitor" de filtro do alternador que gera uma voltagem continua ondulada. Abraço.</p></t>
<r><p><QUOTE><i>></i>Colegas: </p> <p>Não se iluda que não vai ser com um simples eletrolisador que você conseguirá fazer economia, entre vários fatores o que você quer fazer tem consequência o alternador vai rodar mais pesado assim maior esforço do motor de combustão e maior consumo e mais perdas por atritos e muitas outras coisas. </p> <p>Eu pergunto Quanto de gás hidrogênio eu preciso para fazer acelerar a combustão do combustível principal? </p> <p>Gerador alcança isso? </p> <p>O mais eficiente dos eletrolisadores, a temperatura ambiente, consegue quantos litros de HHO por ampere gasto, em um carro energizado por 14V? </p> <p>E para afirmar qualquer coisa eu tenho como provar , tenho mais de 36 anos envolvido em área automobilística. </p> <p>att. Diaz</QUOTE> </p> <p>Obrigado pelos comentários, Dias. </p> <p>A celula realmente nao consegue produzir tudo que o carro precisa mas consegue pelo menos alcançar uns 30% disso. Quando dizem que chega em 70 ou 80%, é mentira. </p> <p>Como isso ainda não foi industrializado e está no amadorismo ainda, tem muitos que montam errado ou regulam errado no carro e acaba dando com o burros na água. Eu chutaria uns 80%. Tem que pesquisar bastante antes de entrar nessa e seguir direito o modo correto. </p> <p>Não quero convencer ninguém, muito menos era o objetivo desse tópico. </p> <p>Bem, quem quiser mais informações, busquem na internet. Nos posts acima deixei alguns endereços de sites para começar. </p> <p>Colega, </p> <p>Realmente você não abriu o tópico com o assunto sobre célula de nitrogênio, a sua pergunta foi outra , eu tenho o meu conceito sobre isto. </p> <p>O que eu tenho a dizer, vai em frente com seu projeto dando certo e você quem ganha , dando errado e você quem perde. </p> <p>boa sorte </p> <p>att. Diaz</p></r>
<t><p>Nelhiro, </p> <p>Minha sugestão foi para seu problema específico, mas acredito que vc deva levar em consideração algumas questões aqui colocadas quanto ao tipo de tensão obtida, se é que vc já não tenha concluído... </p> <p>O alternador gera uma tensão pulsante, que em seus momentos de ausência ou de menor valor que a da bateria, é esta que suplementa ou preenche tal lacuna...fazendo o mesmo papel que de um filtro (como dito pelo Tuck), logo, se sua utilização requerer uma tensão eficaz, constante e com nível definido, vc deverá tratar este caso apropriadamente. </p> <p>Como vc já utiliza o sistema, já concluiu que é vantajoso (ao menos em um curto espaço de tempo), avalie o que também foi dito pelo Tuck, quanto a utilização de um inversor com uma tensão mais elevada, o que acredito poderá inclusive aumentar a produção do gás utilizado...se é que seu sistema já não esteja contemplado com este elemento. </p> <p>Quanto a observação do Blietzkrieg, de fato, caso haja um dreno de corrente maior do que a capacidade do alternador, ele poderá vir a queimar ou no mínimo acelerar o desgaste dos carvões, que pelo seu tempo de uso e pela não observação dos mesmos desde o início de tal utilização para a geração do gás, deve ser um item de observação e contabilidade de custos. </p> <p>Amigo Blietzkrieg, fiquei curioso quanto a sua defesa de queima do alternador, mas gostaria de suas explicações neste mesmo ambiente, pois aí estaremos disseminando seu conhecimento e experiência. </p> <p>Bração, </p> <p>Bange</p></t>
<t><p>Bangé e Demais Amigos, </p> <p>Acho louvável sua atitude em querer ajudar, e sua ideia possui qualificação. Parabéns, amigo. </p> <p>Mas neste caso não deve ser feito. Vou tentar explanar tecnicamente sua sugestão, que tem demonstra seu conhecimento em eletrônica, mas nesse caso ocasionariam problemas. </p> <p>1) Consideramos que ao funcionarmos o veículo, o Alternador gera 13,8 V e uma bateria em bom estado teria algo em torno de 12,6 V; </p> <p>2) No início a "missão do Alternador" é buscar carregar a Bateria e suprir os consumidores do veículo. </p> <p>3) O carregamento de uma Bateria ocorre da seguinte forma: percebendo-se uma diferença de potencial entre o Alternador e a Bateria, propriamente dita, o Alternador realiza um processo de equalização com o intuito de que a Bateria adquira a cargas suficientes para possuir os mesmos 13,8 V. Ou seja, enquanto isso não ocorre existe uma circulação de Corrente considerável entre as placas internas da Bateria. Ao carregá-la, cessa-se a corrente, e a Bateria permanece em "Repouso" já que o Alternador alimenta os consumidores. </p> <p>Vamos ao Diodo: </p> <p>Um diodo de alta corrente possui uma tensão de ruptura igual à 0,7 V, ou seja, com uma tensão menor não existe condução de corrente. </p> <p><b>COLOCAR UM DIODO ENTRE O ALTERNADOR E BATERIA</b> </p> <p>Imagine, ao funcionar o veículo, o Gerador mandará 13,8 V. E quanto chegará na Bateria? 13,1 V !!! </p> <p>13,8 - 0,7 = 13,1 </p> <p>Devido ao fato que 0,7 V será barrado pelo semicondutor. E o que isso acarretará? </p> <p>1) A Bateria nunca será plenamente carregada; </p> <p>2) O Alternador "entenderá" sempre que a Bateria não estará equalizada com o sistema de carga, e com isso ele tentará, incansavelmente, pela equalização que nunca ocorrerá. E enquanto isso ele a circulação de corrente no acumulador nunca será interrompido, pois a bateria sempre terá 0,7 V à menos. </p> <p><b>Para a Bateria: </b> </p> <p>Morrerá devido a sobrecorrente. Mas não é a única coisa que pode acontecer. Ferverá o ácido sulfúrico. O caso da bateria pode ficar quente ao toque, e começar a derreter ou inchar. Gás hidrogênio inflamável pode se acumular dentro das células seladas da bateria, causando inchaço e infiltração da habitação sob pressão através de pequenas aberturas. Uma vez que o hidrogênio é introduzido oxigênio, torna-se uma bomba de tempo sentado. Uma pequena faísca eléctrica pode inflamar o gás e causar a explosão da bateria, o envio de pedaços de plástico e levar voando, assim como a pulverização de um ácido sulfúrico produto cáustico. </p> <p><b>Para o Alternador</b> </p> <p>Reguladores de tensão avariam-se, já que não conseguem mais fazer o controle da tensão gerada deixando assim que os consumidores recebam um excesso de carga ou que recebam pouca energia. Sem contar que rotor, devido ao aquecimento de alta carga, sofre curto-circuito entre os fios da bobina, o que provoca a diminuição ou até mesmo a a ausência total da capacidade de gerar corrente elétrica. </p> <p>Enfim, Diodo entre Alternador e Bateria é um é um "tiro no pé". </p> <p>Um grande abraço.</p></t>
<t><p>Caro Blietzkrieg , me permita colocar o seguinte contraponto. </p> <p>Uma bateria é projetada para acumular carga, e não tensão, que pode ser (como é de fato), sempre superior a sua tensão nominal de 12VDC. Uma bateria pode ter 13 ou 14VDC após carregada, mas quando se solicita carga, se ela não estiver boa, sua corrente não é eficaz e sua tensão cai muito rapidamente, e por conseguinte a corrente. </p> <p>Existem reguladores de até 14,3VDC, sem nenhum problema de funcionamento ou danos a bateria, devido ao fato de que quanto mais carregada ela se encontra, menos corrente consome da fonte (alternador). </p> <p>Numa bateria completamente descarregada para uso automotivo, menor que 9VDC ,numa tentativa de ligar o motor, caso ele pegue, haverá uma enorme corrente do alternador para a bateria (regime de carregamdo), e esta corrente irá diminuir até quase ficar nula (regime de carregada), e como não há inteligência nos reguladores de modo a interromper a carga, ela sempre ficará num regime de carga e nunca em flutuação...mas como a fonte é pulsante e existe consumo (mesmo com tudo desligado), acaba chegando a um inevitável equilíbrio ou uma irrisória sobrecarga, que não chega a prejudicar a bateria...a curto e médio prazo. </p> <p>De fato a diferença de potencial em um diodo se situa entre 0,6 e 0,7V (depende só da dopagem e não é tensão de ruptura), porém qualquer regulador em bom estado, fornece bem mais que 12V e subtraindo-se, digamos 0,7V, ainda estará acima do necessário para a carga da bateria...ela não acumula mais que 12V efetivos...pode até ser lido um valor maior, porém ao se colocar qualquer carga, observa-se que rapidamente ela chega ao seu valor de projeto 12V...e a partir daí a sua capacidade de carga entra em regime de descarga numa função corrente x tempo. </p> <p>A construção de uma bateria automotiva é de 6 conjuntos de placas, cada um acumulando 2VDC, totalizando 12VDC...não há como acumular mais (lembrando da possibilidade de leituras acima, porém sem capacidade de carga). </p> <p>Num automóvel, a bateria nunca fica em situação de repouso, pois ela complementa o consumo (mesmo com tudo desligado, existe a ECU, alimentação para as velas, etc…), lembrar que o alternador gera uma tensão pulsante, em um regime semelhante ao trifásico, e nos momentos em que a tensão é menor que a da bateria, é ela que alimenta as cargas nestes breves intervalos, mantendo uma tensão praticamente constante para os consumidores. </p> <p>Lembrar também que os alternadores são previstos para manter o funcionamento de um carro, até sem bateria (pode não durar muito devido a, e se houver, um grande consumo), assim como as baterias são previstas para manter o carro em funcionamento, sem serem carregadas, por um bom período...dependendo da função corrente x tempo. No caso de uso sem bateria, corre-se o risco de danos a cargas que não suportem uma tensão/corrente pulsante. </p> <p>Assim, ambos componentes são superdimensionados para suportar consumos e regimes bem além do que se utiliza em situação normal (numa tentativa de acionamento do motor, o motor de arranque consome da bateria, uma corrente que pode ultrapassar os 100A, e se insistir ela vai arriando...descarregando...). </p> <p>A sua preocupação com os 0,7V de queda no diodo, só seria importante se o regulador fosse de exatos 12V, o que não é, pois aí nunca se chegaria aos 12V de carga plena da bateria...ficando prejudicada neste sentido...mas como um alternador gera bem mais que 12V, uma queda de apenas 0,7V, até irá proteger a bateria e não causar uma overdose de corrente/carga, vindo a causar algum dano a mesma. </p> <p>Sabe a razão do alternador fornecer mais que os 12V necessários à carga da bateria? É devido a necessidade do uso imediato, ou seja, a carga tem que ser rápida...caso contrário a bateria seria plenamente carregada com 12V, até com uma fonte merrequinha de 500mA...mas demandaria um tempo de carga de horas e horas...o que não é admissível para um uso automotivo normal. </p> <p>Os alternadores geram uma tensão maior que 15V...o que danificaria a bateria em pouco tempo...e os reguladores existem para limitar esta tensão em patamares (13,8V ou 14,2V), aceitáveis para uma carga rápida, sem danos a bateria. </p> <p>Se você dissesse que a queda de 0,7V do diodo iria alongar a carga da bateria, eu concordaria, mas nunca causar danos ao sistema, seja bateria ou alternador. </p> <p>Mas concordo que algum dano ao alternador pode ocorrer, caso o consumo normal + cargas adicionais, ultrapassem a capacidade de projeto do alternador...fora isto, não vejo maiores problemas além de abreviar a vida dos carvões e, dependendo do consumo adicional, demorar mais para carregar a bateria plenamente...como não se dispõe de dados concretos, fico no campo da suposição...tendendo a uma certeza. </p> <p>Bração, </p> <p>Bange</p></t>
<t><p>Bangé, </p> <p>Quem disse que tensão carrega um acumulador? O que carrega um acumulador é a Corrente Elétrica. Aí, você chega e questiona que não, o que carrega a Bateria é o acumulo de cargas..... </p> <p>Mas de onde se originam as cargas para carregar uma Bateria, meu querido?? Da corrente elétrica, TÉCNICO! Tenta lembrar.... </p> <p>A VARIAÇÃO DA QUANTIDADE DE CARGAS NO TEMPO GERA A CORRENTE ELÉTRICA!!! </p> <p>Vou ilustrar para você: </p> <p>I.png </p> <p>Ou então, na nossa linguagem, já que você é um TÉCNICO: </p> <p>c77b187b5dd0c1f6480543e5a9c59c0e.png </p> <p>O que gera uma corrente? Uma DDP. </p> <p>O que ocorre se entre dois pólos existem uma diferença constante de 0,7 V? Uma corrente constante! </p> <p>O que acontece com placas percorridas constantemente por uma corrente? </p> <p>Por convenção, usa-se o sentido da transferência de cargas positivas para definir o sentido da corrente elétrica. </p> <p> A corrente I é definida no sentido do transporte da carga positiva!!! </p> <p>Sinceramente, passar meu conhecimento adquirido durante 16 anos, com a mais boa vontade, e ter de me submeter "Você está errado", "Você não conhece", eu me recuso. </p> <p>Se alguém quiser alguma ajuda pode me mandar e-mail, sem problemas, pois do Fórum estou saindo. </p> <p><b>OBS: DIAS, CHICO OBICE, TUCK, RLMAC, MIROS, CARROS FRANCESES, FLEXRAY, SPARTA, MARMENTINI, JERÔNIMO 50, SIQUEIRA123, JUNINDIESEL, entre outros que sempre me respeitaram da mesma forma que eu os respeitei, muito obrigado por tudo. Vocês sabem onde me encontrar e eu permaneço à disposição.</b></p></t>
<r><p><QUOTE><i>></i> </p> <p>Se alguém quiser alguma ajuda pode me mandar e-mail, sem problemas, pois do Fórum estou saindo. </p> <p><b>OBS: DIAS, CHICO OBICE, TUCK, RLMAC, MIROS, CARROS FRANCESES, FLEXRAY, SPARTA, MARMENTINI, JERÔNIMO 50, SIQUEIRA123, JUNINDIESEL, entre outros que sempre me respeitaram da mesma forma que eu os respeitei, muito obrigado por tudo. Vocês sabem onde me encontrar e eu permaneço à disposição.</b></QUOTE> </p> <p>caro colega leandro </p> <p>não saia do forum não </p> <p>leio a maioria dos seus topicos, e eles ajudam bastante </p> <p>sou um cara com pouco estudo, minha experiencia é somente no dia dia de oficina, e nos seus posts eu aprendi bastante, principalmente aquelas questões que exige conhecimento literario tecnico </p> <p>sei que é dificil lidar com o ser humano, mas rele-ve </p> <p>vou contar uma historia que acontece muito aqui na oficina, e essa historia tem relação com o seu tema </p> <p>por semana passa pelo menos uns 3 clientes BARNABES, barnabes são aqueles clientes que nunca pegaram numa chave 13, são arrogantes, e acham que sabem mais que o mecanico </p> <p>como sou um cara que não tenho paciencia, que é uma caracteristica de quem trabalha com manutenção automotiva, normalmente eu não atendo este tipo de cliente, pelo motivo de só trazer aborrecimento, e não dá lucro </p> <p>então , não é estes 3 clientes barnabes que vão me desmotivar, porque tenho que atender semanalmente 15 clientes bons, clientes lucrativos, bacanas,pessoas que acabamos fazendo amizades e vamos ate para um churrasco juntos </p> <p>beleza leandro, esse era o recado, </p> <p>a e aproveitando o espaço ja atendi uns 3 barnabes aqui do forum, o canbada de desoculpado, que não dá lucro, mando eles ir encher o saco nas oficinas de minas gerais, la os caras tem paciencia kkkkkkkkk</p></r>
<t><p>Amigo Leandro, </p> <p>Como você sabe bem disto você e uma pessoa que ajuda muitas pessoas a abrir horizontes, estas pessoas não são somente os que respondem aos tópicos, mas tem muitas pessoas que acompanham e gostam de aprender. </p> <p>Considere a questão que a sua contribuição não se resume a uma quantidade de pessoas de 1 ou 2, mas sim são muitas que adquiri experiência digo isto pelo rapaz que trabalha em minha oficina, você fez um comentário e ele foi leu e aproveitou par por em prática o teste conforme você passou. Pense avalie que a maioria deseja que continue no fórum, compartilhando dicas. </p> <p>Um abraço </p> <p>Diaz </p> <p>Amigo carrosfranceses, </p> <p>Não mande o Barnabes pra cá aqui já tem muitos que entram na oficina e pedem para fazer orçamento e aqui eu eu não trabalho assim com orçamentos tenho métodos diferente. </p> <p>Então saem resmungando igual Zé Buscapé. </p> <p>Um Abraço </p> <p>Diaz</p></t>
<t><p>Leandro não deixe uma meia deia de phd em achismo estragar o trabalho que vc tem executado e muito bem neste fórum, e muito bom digamos de passagem. muitos comentários não deve nos abalar, c tem algo que a umidade ensina é deixar estes comentários passar como o vento, humilde vc é Eu lhe conheço mais que o suficiente para dizer isso. assim como já escrevi ao dias certa vez, tem muitas pessoas aqui que precisa de ajuda e vai aproveitar do conhecimento que é exposto aqui, c bons profissionais deixarem de contribuir e elevar a qualidade o que sobrara. temos um meio de melhorar a qualidade profissional do pais, é mantendo os bons profissionais unidos. </p> <p>bom espero ver sua participação aqui junto a nós neste fórum um forte abraço. </p> <p>quanto ao Nelhiro deixa ele c envolver em um acidente que mesmo não tendo nada a ver o carro ter batido em sua traseira a 200 por hora, vem a seguradora e encontra uma célula hho perfeito era tudo que eles precisava, já imaginou c o carro a traz é uma bmw ou vai ter que pagar uma nova ou gastar uma com advogado. </p> <p>Nelinho já vi esta situação com um carro onde o alarme foi instalado de forma errado cortando linha 15 o veiculo não parrou de funcionar e um uno de firma encaçapo na traseira, firma, seguro, pericia, e o laudo, não procede seguro pois o veiculo teve pane gerado por alarme instalado fora das especificação da norma abnt. e o que estava Certo de boa teve que escolher entre um acordo ou um processo. boa sorte Nelhiro.</p></t>
<t><p>A vida me fez Pratico sr Leandro, e como Tal a Levo. Eu nunca daria vazão: a quem esta mais preocupado com a Água que vai por no Radiador do que com a Própria água que Bebe. </p> <p>E quanto ao Tòpico em questão. Aviões não foram feitos p/ Cair, mas Caem.</p></t>
<r><p><QUOTE><i>></i>A vida me fez Pratico sr Leandro, e como Tal a Levo. Eu nunca daria vazão: a quem esta mais preocupado com a Água que vai por no Radiador do que com a Própria água que Bebe. </p> <p>E quanto ao Tòpico em questão. Aviões não foram feitos p/ Cair, mas Caem.</QUOTE> </p> <p>Nené: </p> <p>Esta frase sua e para anotar, muito boa, </p> <p>Tem gente se preocupando com a água do radiador e não se preocupa se tem água para beber. </p> <p>E vou usar esta frase para muitos clientes que enchem o saco na minha oficina. </p> <p><b>Diaz</b></p></r>
<t><p>Esta ideia do hidrogênio é igual ao imã na linha de combustível. Se quiser utilizar hidrogênio como combustível ou pelo menos auxiliar, invista alguns milhoes de dólares e tente, comk a toyota e a bmw, </p> <p>Agora para ligar 10a basta utilizar a ligação do acendedor de cigarros, 10a é pouca coisa. Semelhante aos faróis dianteiros acessos, uma boa bateria e um alternador revisado aguentam de boa.</p></t>
<t><p>Junindiesel, </p> <p>Você já é bom, rapaz. E eu acredito no seu potencial, pra caramba. </p> <p>Só coloca uma coisa na cabeça: Ninguém é tão bom que não possa ser melhor à cada dia, portanto pergunte, pesquise, seja chato, grude no seu Professor-Patrão e aprenda tudo que puder....e conte comigo também, né cara. </p> <p>Abração</p></t>
<t><p>Prezados participantes, </p> <p>Em primeiro lugar, peço aos assíduos frequentadores que jamais se posicionem para sair deste Fórum, porque são os senhores que o tornam a melhor comunidade do aftermarket automotivo, e esta é a casa de vocês!!! </p> <p>Em breve teremos grandes mudanças no formato do Fórum, e o acesso será mais seletivo. </p> <p>Por ora, minha sugestão é que vocês deixem de lado alguns posts onde a discussão não seja pertinente ao nosso propósito maior, e infelizmente este parece ser o caso. </p> <p>Nada contra discutir teorias e adaptações, mas respeito e cordialidade são fundamentais. E sobre reparação automotiva, creio que o tópico não está acrescentando muita coisa, e apenas aborrecendo importantes e dedicados colaboradores. </p> <p>Entre ser democrático e preservar nossos principais colaboradores, faremos sempre a segunda opção! </p> <p>Att.</p></t>
<t><p>Estimado professor Leandro. Sou mais um a pedir que não deixe o fórum. Aprendo muito com o amigo. Repito também o que postaram acima: Releve. Também posto uma frase ouvi há muitos anos e que gosto muito. É uma frase sábia: A IGNORÂNCIA É OUSADA. Abração e boa semana.</p></t>
<t><p>Amigo Blietzkrieg, não faça confusão...eu iniciei dizendo que uma bateria é projetada para acumular carga... </p> <p>E a fonte de tal carga, no caso, é o alternador...que podemos considerar uma fonte quase ideal, ou seja, com queda pouco expressiva até o seu limite de projeto... </p> <p>Numa fonte ideal, sua resistência interna é ZERO, com capacidade teórica para fornecer uma amperagem ilimitada...logo, se tal fonte fornece 12V, a corrente estará limitada apenas pela carga e se esta carga for uma bateria, ela será alta a princípio (em carga), e praticamente nula no final (carregada)...não foi isso que falei anteriormente? </p> <p>Também falei que os alternadores fornecem tensões maiores que a capacidade de tensão da bateria, para acelerar o carregamento, ou seja, com maior amperagem...e não há como aumentar a amperagem (que se traduz em carga para a bateria), sem aumentar a tensão...não sei porque vc. entendeu errado!?!? </p> <p>Também disse, e afirmo, que uma bateria pode ser carregada tanto quanto com o alternador, por uma fonte de 500mA (longe de ser ideal), mas demandaria horas para sua plena carga...coisa que num veículo é inadmissível...ou não? </p> <p>Estou certo de que se estivéssemos tete-a-tete, eliminaríamos a interpretação do texto e até poderíamos por à prova o que cada um de nós está defendendo, mas por favor, não diga apenas que estou errado, pois tempo de experiência é certo que temos o suficiente e não é por aí que vamos encerrar uma discussão a bom termo não é mesmo? </p> <p>Uno-me ao outros foristas para pedir-lhe que permaneça no fórum, pois seu conhecimento agrega muito valor e seria uma grande perda. </p> <p>Bração, </p> <p>Bange</p></t>
<r><p>Galera eu não li todos os posts pois são Imensos, mas pra resumir, há uma relação de consumo no veículo chamada: Equilibrio elétrico, nesse caso deve ser verificado na literatura técnica do mesmo, há uma matematica muito simples envolvida, se o alternador do veículo gera 40A/h em marcha lenta, todos os consumidores elétricos ligados ao mesmo tempo não pode ultrapassar 40A/h, se ultrapassar, esqueça. vai dar zica </p> <p><QUOTE><i>></i>Caro Blietzkrieg , me permita colocar o seguinte contraponto. </p> <p>Uma bateria é projetada para acumular carga, e não tensão, que pode ser (como é de fato), sempre superior a sua tensão nominal de 12VDC. Uma bateria pode ter 13 ou 14VDC após carregada, mas quando se solicita carga, se ela não estiver boa, sua corrente não é eficaz e sua tensão cai muito rapidamente, e por conseguinte a corrente. </p> <p>Existem reguladores de até 14,3VDC, sem nenhum problema de funcionamento ou danos a bateria, devido ao fato de que quanto mais carregada ela se encontra, menos corrente consome da fonte (alternador). </p> <p>Numa bateria completamente descarregada para uso automotivo, menor que 9VDC ,numa tentativa de ligar o motor, caso ele pegue, haverá uma enorme corrente do alternador para a bateria (regime de carregamdo), e esta corrente irá diminuir até quase ficar nula (regime de carregada), e como não há inteligência nos reguladores de modo a interromper a carga, ela sempre ficará num regime de carga e nunca em flutuação...mas como a fonte é pulsante e existe consumo (mesmo com tudo desligado), acaba chegando a um inevitável equilíbrio ou uma irrisória sobrecarga, que não chega a prejudicar a bateria...a curto e médio prazo. </p> <p>De fato a diferença de potencial em um diodo se situa entre 0,6 e 0,7V (depende só da dopagem e não é tensão de ruptura), porém qualquer regulador em bom estado, fornece bem mais que 12V e subtraindo-se, digamos 0,7V, ainda estará acima do necessário para a carga da bateria...ela não acumula mais que 12V efetivos...pode até ser lido um valor maior, porém ao se colocar qualquer carga, observa-se que rapidamente ela chega ao seu valor de projeto 12V...e a partir daí a sua capacidade de carga entra em regime de descarga numa função corrente x tempo. </p> <p>A construção de uma bateria automotiva é de 6 conjuntos de placas, cada um acumulando 2VDC, totalizando 12VDC...não há como acumular mais (lembrando da possibilidade de leituras acima, porém sem capacidade de carga). </p> <p>Num automóvel, a bateria nunca fica em situação de repouso, pois ela complementa o consumo (mesmo com tudo desligado, existe a ECU, alimentação para as velas, etc…), lembrar que o alternador gera uma tensão pulsante, em um regime semelhante ao trifásico, e nos momentos em que a tensão é menor que a da bateria, é ela que alimenta as cargas nestes breves intervalos, mantendo uma tensão praticamente constante para os consumidores. </p> <p>Lembrar também que os alternadores são previstos para manter o funcionamento de um carro, até sem bateria (pode não durar muito devido a, e se houver, um grande consumo), assim como as baterias são previstas para manter o carro em funcionamento, sem serem carregadas, por um bom período...dependendo da função corrente x tempo. No caso de uso sem bateria, corre-se o risco de danos a cargas que não suportem uma tensão/corrente pulsante. </p> <p>Assim, ambos componentes são superdimensionados para suportar consumos e regimes bem além do que se utiliza em situação normal (numa tentativa de acionamento do motor, o motor de arranque consome da bateria, uma corrente que pode ultrapassar os 100A, e se insistir ela vai arriando...descarregando...). </p> <p>A sua preocupação com os 0,7V de queda no diodo, só seria importante se o regulador fosse de exatos 12V, o que não é, pois aí nunca se chegaria aos 12V de carga plena da bateria...ficando prejudicada neste sentido...mas como um alternador gera bem mais que 12V, uma queda de apenas 0,7V, até irá proteger a bateria e não causar uma overdose de corrente/carga, vindo a causar algum dano a mesma. </p> <p>Sabe a razão do alternador fornecer mais que os 12V necessários à carga da bateria? É devido a necessidade do uso imediato, ou seja, a carga tem que ser rápida...caso contrário a bateria seria plenamente carregada com 12V, até com uma fonte merrequinha de 500mA...mas demandaria um tempo de carga de horas e horas...o que não é admissível para um uso automotivo normal. </p> <p>Os alternadores geram uma tensão maior que 15V...o que danificaria a bateria em pouco tempo...e os reguladores existem para limitar esta tensão em patamares (13,8V ou 14,2V), aceitáveis para uma carga rápida, sem danos a bateria. </p> <p>Se você dissesse que a queda de 0,7V do diodo iria alongar a carga da bateria, eu concordaria, mas nunca causar danos ao sistema, seja bateria ou alternador. </p> <p>Mas concordo que algum dano ao alternador pode ocorrer, caso o consumo normal + cargas adicionais, ultrapassem a capacidade de projeto do alternador...fora isto, não vejo maiores problemas além de abreviar a vida dos carvões e, dependendo do consumo adicional, demorar mais para carregar a bateria plenamente...como não se dispõe de dados concretos, fico no campo da suposição...tendendo a uma certeza. </p> <p>Bração, </p> <p>Bange</QUOTE></p></r>