Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Pitstop
  4. /
  5. Saiba como ler o rótulo da embalagem do óleo lubrificante

Saiba como ler o rótulo da embalagem do óleo lubrificante

Especialista da TOTAL explica o significado das siglas nos frascos do produto

Da Redação
23 de maio de 2018

Na hora de comprar lubrificante para trocar o óleo do carro, da motocicleta ou do caminhão é fundamental saber escolher o produto certo. “Assim o motorista não gasta dinheiro de forma errada e não corre o risco de danificar o motor do veículo no futuro. Por isso, é muito importante prestar atenção nas informações contidas na embalagem”, alerta Fábio Silva, coordenador Técnico da TOTAL Lubrificantes do Brasil.

Segundo o especialista, muita gente ainda tem dúvidas sobre o que está escrito no rótulo do óleo. “As pessoas, em geral, não sabem decifrar aquelas informações contidas no frasco e normalmente escolhem o produto somente pela marca ou pelo preço. No entanto, basta seguir quatro passos para identificar o lubrificante ideal”, garante.

Primeiro, é preciso verificar qual é a linha do produto no centro do frasco. Esse dado indica a principal categoria do óleo: Passenger Car Motor Oil (PCMO), Motorcycle Oil (MCO) e Heavy Duty Motor Oil (HDMO). “No caso da TOTAL, por exemplo, as gamas Quartz, Classic e ELF Evolution são para veículos de passeio (PCMO). Já ELF MOTO se aplica a motocicletas (MCO) e Rubia abrange a linha pesada, como caminhões e ônibus (HDMO)”, explica Silva.

Cada veículo precisa de uma viscosidade de óleo específica de acordo com o tipo de motor, uso, quilometragem e temperatura ambiente. Portanto, o segundo passo é verificar a viscosidade do lubrificante por meio da classificação SAE (Sociedade dos Engenheiros Automotivos, na sigla em inglês). “Todo produto possui números junto à letra W, da palavra winter, que significa inverno em inglês. Por exemplo, na sigla 5W-40, o primeiro número indica a viscosidade do óleo em baixas temperaturas, quando o motor ainda está em repouso, enquanto o segundo número aponta a viscosidade do óleo a 100°C, quando o veículo já está em movimento. O motorista pode conferir qual é a viscosidade ideal ao consultar o manual do veículo”, afirma o especialista.

O terceiro passo é verificar o tipo do lubrificante. Para isso, é fundamental ler aquelas letras pequenas abaixo do índice SAE. É nesse local que dá para descobrir se o óleo é mineral, sintético ou semissintético e, assim, identificar qual é a composição base do produto.

Por fim, o quarto passo é verificar as especificações de aplicações. “Essa informação fica sempre no lado inferior direito da embalagem, que mostra as normas americanas API ou as normas europeias ACEA. A primeira apresenta a qualidade do óleo, que no caso dos carros leves é representada pelo conjunto de duas letras: S de service station e a letra de desempenho (L, M ou N), ou seja, quanto maior for a segunda letra, melhor é a qualidade do lubrificante. Já a ACEA avalia rigorosamente os fatores técnicos da composição”, conclui Fábio Silva.

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Pitstop
Pitstop
ZF Aftermarket inaugura Hub Tecnológico no Brasil como polo de negócios digitais e inovação
Pitstop
Pitstop
Pastilhas de Freio: Cerâmicas vs. Semi-metálicas
Pitstop
Pitstop
A diferença entre faturamento e receita em oficinas automotivas