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GWM apresenta sistema de célula de hidrogênio no evento Veículo Elétrico Latino-Americano

• Sistema inovador é a aposta da empresa para a descarbonização nos veículos pesados e, no futuro, também nos automóveis de passeio.

Da redação
17 de outubro de 2023

A principal atração da GWM no evento Veículo Elétrico Latino- Americano, o “Salão da Mobilidade Elétrica e Cidades Inteligentes”, que acontece de 5 a 7 de outubro, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), é o seu sistema de célula a combustível que utiliza hidrogênio (H2) para abastecer veículos pesados com motores elétricos.

A empresa é uma das mais adiantadas no desenvolvimento desta tecnologia no mundo. “Os veículos elétricos a célula de hidrogênio são uma solução promissora para descarbonizar a frota de caminhões pesados em substituição ao diesel”, destaca Oswaldo Ramos, CCO (Chief Commercial Officer) da GWM.

A nova tecnologia já foi inclusive testada na China e nos países em que a FTXT possui centros de desenvolvimento: Japão, Alemanha e Canadá. A FTXT é uma subsidiária da GWM especializada no ecossistema de hidrogênio, comprometida em promover o desenvolvimento sustentável com redução das emissões de carbono (CO2). Seu foco, atualmente, está no mercado de célula a combustível alimentada com hidrogênio.

Entre as principais vantagens do sistema estão a zero emissão de gases de efeito estufa e zero emissão de poluentes e particulados, além de oferecer aos seus veículos uma autonomia de 500 km e um abastecimento rápido, equivalente ao de um veículo convencional. Enquanto isso, um caminhão a diesel emite 770 gramas de CO2 por quilômetro rodado

Os equipamentos expostos no evento com a tecnologia do hidrogênio da GWM são os seguintes:

  • Cilindro de hidrogênio: feito de resina e fibra de carbono, capaz de suportar até 700 bars de pressão.
  • Célula a combustível do tipo PEM: conjunto de membranas eletrolíticas que faz a combinação do hidrogênio armazenado nos cilindros com o oxigênio retirado do ar, gerando energia elétrica e água (H2O).
  • Membrana eletrolítica polimérica: estrutura individual com 1,3 milímetro de espessura onde a reação química transforma o hidrogênio em eletricidade
  • Sistema comercial da célula a combustível: combina a célula a combustível ao sistema de gerenciamento de voltagem que, em conjunto com altas densidades de corrente elétrica (característica intrínseca a célula do tipo PEM), resulta em um sistema com potência de 110 kW.

Uma das vantagens de explorar essa tecnologia no Brasil é que, aqui, o hidrogênio pode ser obtido por várias rotas tecnológicas renováveis e de baixa intensidade de carbono. Atualmente mais de 90% do hidrogênio é produzido a partir do gás natural, que é conhecido como hidrogênio cinza. Já o hidrogênio verde é aquele que vem de fonte renovável que não gera CO2. É o caso do hidrogênio gerado a partir da eletrólise da água que usa energia solar ou eólica. Também é possível obter o hidrogênio a partir da reforma do etanol, outra fonte renovável.

Na avaliação da empresa, os caminhões movidos a célula a combustível darão escala para a criação da infraestrutura para abastecimento desses veículos. E, a longo prazo, essa tecnologia chegará também aos automóveis de passeio. Para se ter ideia do desafio, uma estação para carregamento de um veículo que utiliza o hidrogênio custa em média cerca de R$ 8 milhões.

O hidrogênio não é tóxico e se destaca por sua alta densidade energética: 1 kg de hidrogênio tem quase três vezes a energia de 1 kg de gasolina. Outra vantagem é que sua produção ocorre de forma silenciosa, não contribuindo para a poluição sonora.

Dentro deste contexto, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que o Brasil tem capacidade para se consolidar como um produtor global de hidrogênio de baixa carbono, criando novos empregos, atraindo tecnologias de última geração e investimentos e até promovendo novos modelos de negócios. Com isso, o País pode ocupar uma posição estratégica, sendo o principal produtor de hidrogênio de baixo carbono do mundo.

A GWM já iniciou estudos para inaugurar a partir do ano que vem uma rota de caminhões movidos a hidrogênio, no Estado de São Paulo, visando colaborar com a descarbonização da frota de veículos de carga a diesel no Brasil. Para isso, a autotech brasileira assinou em abril um termo de engajamento com a InvestSP, agência de promoção de investimentos do Governo de São Paulo que tem ajudado na agenda da transição energética.

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