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Combustíveis batizados e de baixa octanagem são verdadeiros venenos para os motores de motocicletas

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Arthur Gomes Rossetti
22 de julho de 2009

Toda vez que o motociclista necessita completar o tanque de combustível de sua máquina em terras brasileiras, surge o dilema da confiança no posto que o vende, este sendo, muitas vezes, das poucas opções disponíveis no momento em determinados locais. Quanto aos carburadores então, nem se fala. A vida útil dos componentes cai mais de 50% quando constantemente expostos a combustíveis de má qualidade e repletos de solventes na composição. Os diafragmas, juntas e anéis o’ring ficam completamente comprometidos e ressecados.

Quem amarga este prejuízo é sempre o proprietário. Se a moto for equipada com um motor de 4 cilindros, o preço das peças para reparar o sistema de alimentação pode beirar facilmente os R$ 2 mil, sem contar a mão-de-obra.

Já os sistemas de injeção eletrônica sofrem um pouco menos devido a correção constante dos parâmetros adaptativos pela ECU. As peças que costumam apresentar maior incidência de problemas são a bomba elétrica e os bicos injetores. Mesmo assim, os custos não são menores que o das motos carburadas.

Outro agravante é a contaminação acelerada do óleo do motor, que perderá rapidamente a capacidade de lubrificação e limpeza do sistema.

Por outro lado, a utilização de combustíveis de alto desempenho, como por exemplo, a gasolina Podium da Petrobrás, ou a Premium das outras distribuidoras, garantirá um ótimo desempenho da motocicleta, independente da cilindrada.

O mínimo de octanas que um motor importado requer está em torno de 90. Aliás, quanto maior o número, melhor será a capacidade de suportar altas taxas de compressão sem entrar em auto-ignição (detonação), esta completamente prejudicial ao motor. Segundo o pesquisador Marshall Brain, o nome octano tem a seguinte origem: quando você leva o petróleo bruto a uma refinaria para ser refinado (craqueado), acaba obtendo cadeias de hidrocarboneto de diferentes comprimentos. Estes diferentes comprimentos de cadeias podem ser separados uns dos outros e misturados para formar diferentes tipos de combustíveis. Por exemplo, os gases metano, propano e butano são hidrocarbonetos. O metano possui somente um átomo de carbono, o propano três e o butano quatro. O pentano possui cinco; o hexano, seis; o heptano, sete; e o octano, oito átomos de carbono interligados.

Quanto maior a quantidade de átomos de carbono interligados, maior a resistência a compressão. Para entendermos melhor deste assunto, vamos analisar o quadro abaixo, que demonstra a quantidade de octanas que cada tipo de gasolina oferece em sua formulação:

Logo, o motor que roda apenas com combustível comum, entregará uma menor performance em comparação ao que roda com o de 95 octanas. A diferença de desempenho é percebida apenas em motores que possuem altas taxas, em torno de 10:1 ou mais. O funcionamento será mais uniforme e a entrega de potência será mais fiel em relação à declarada pelo fabricante.

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