
Programas de relacionamento com fabricantes deixaram de ser apenas mecanismos de premiação por volume de compra. Para uma oficina, um programa estruturado pode representar acesso a treinamento, suporte técnico, benefícios comerciais e oportunidades de relacionamento. Mais informações sobre a marca estão disponíveis na Comunidade DRiV.
É nesse contexto que a DRiV apresenta o Monroe Club, programa voltado a oficinas e centros automotivos que trabalham com as marcas do grupo. Segundo a própria DRiV, o programa foi reformulado como um canal de relacionamento direto com a fábrica, oferecendo benefícios, suporte técnico e treinamentos exclusivos.
Para uma oficina, treinamento não é apenas uma questão técnica. Ele pode influenciar diretamente na produtividade, qualidade do serviço e redução de retrabalho.
Quanto mais capacitada estiver a equipe, maior a capacidade de identificar corretamente uma falha, escolher o procedimento adequado e executar o reparo de acordo com a aplicação.
O Monroe Club oferece treinamentos presenciais para participantes das categorias Prata e Ouro, com certificação. Vale lembrar que a DRiV também disponibiliza o Garage Gurus, plataforma gratuita de capacitação técnica, comercial e de gestão com conteúdos voltados à rotina real das oficinas.

Outro mecanismo do Monroe Club é o sistema de pontuação. De acordo com o regulamento do programa, as oficinas acumulam pontos a partir da compra de produtos do portfólio DRiV e podem trocar a pontuação por produtos, serviços e outros benefícios disponíveis na plataforma.
Para o gestor, o importante é não olhar esse mecanismo apenas como uma premiação. A análise deve considerar se os benefícios obtidos representam economia real para a operação. Se determinado benefício reduz uma despesa que a oficina teria normalmente, ele passa a ter impacto financeiro.

O programa também trabalha com relacionamento e visibilidade. Os canais de atendimento DRiV indicam prioritariamente as oficinas participantes do programa resultando em indicações para clientes que procuram assistência técnica especializada, além de acesso a parcerias e campanhas exclusivas.
Esse ponto é relevante porque aquisição de clientes tem custo. Se uma ferramenta de relacionamento ajuda a gerar novos contatos, o gestor pode medir esse resultado comparando o número de indicações, novos clientes e serviços realizados.
Para saber se um programa realmente aumenta a rentabilidade, o gestor precisa transformar benefícios em indicadores.
● quantidade de novos clientes originados pelo programa;
● ticket médio desses clientes;
● taxa de retorno;
● valor dos benefícios resgatados;
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● economia obtida com treinamentos;
● redução de retrabalho;
● aumento da produtividade;
● evolução do faturamento de produtos participantes;
● custo de aquisição de novos clientes.
Esse acompanhamento evita que o programa seja avaliado apenas pela quantidade de brindes recebidos.

A proposta do Monroe Club é aproximar oficina e fabricante. A DRiV informa que o programa possui mais de duas décadas de existência e foi reformulado para oferecer suporte técnico, treinamentos e mais benefícios.
Se o treinamento melhora a produtividade, se o suporte reduz erros de aplicação, se uma campanha gera clientes e se os benefícios diminuem custos, o relacionamento passa a ter valor econômico.
Nesse cenário, um programa de relacionamento deixa de ser apenas uma ferramenta de fidelização do fabricante e pode se tornar parte da estratégia de gestão da oficina.
A rentabilidade, entretanto, continua dependendo da operação como um todo. Programa de relacionamento não substitui controle de custos, formação de preço, gestão de estoque ou acompanhamento de indicadores. Ele funciona melhor quando é integrado a uma oficina que já conhece seus números e sabe transformar benefícios em resultado.
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