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AULA 37 – Treinamentos

Como é caro para a empresa ter um colaborador mal treinado, a produtividade será muito baixa e o tempo de um simples diagnóstico pode ser muito alto!

Pedro Luiz Scopino
31 de dezembro de 2019

Treinamento, uma palavra tão simples e tão completa ao mesmo tempo, é sem dúvida nenhuma um dos pilares da oficina mecânica moderna e atual, e também do colaborador sempre disposto a melhorar profissionalmente.

Se há anos atrás o mecânico no máximo se preocupava com a parte mecânica dos carros e poucas partes elétricas como lâmpadas de seta e marcha a ré, hoje há a complexidade de sistemas interligados, medições de corrente, análise com scanners e atualizações online, osciloscópio e transdutores, além de componentes mais sensíveis, peça mais caras, aplicações específicas, pesquisas em sites e catálogos eletrônicos.

Uma oficina moderna e com controles de melhoria contínua sabe qual conhecimento e qual colaborador deve receber tal treinamento. Como assim, professor Scopino? 

Através da experiência diária da própria oficina, em que possam aparecer as dificuldades para cada colaborador e de provas com perguntas múltiplas escolha, por meio das quais é possível identificar a necessidade de melhoria em sistemas específicos. Assim, na programação de treinamentos, já é direcionado o colaborador específico para cada tema disponível. 

“Existem bolsas de estudos totalmente gratuitas para empresas que são associadas Sindirepa e recolhem os impostos de forma correta, sob o CNAE 45.20-0-01”. 

Onde buscar o treinamento para o colaborador: 

São várias as possibilidades, desde as palestras presenciais de fabricantes, geralmente em parceria com Autopeças ou Distribuidores locais, treinamentos nas escolas do setor automotivo, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI, parcerias com o SEBRAE, em grandes redes de oficinas, como BOSCH e EURO REPAR, treinamentos direto de montadoras como o TV Notícias da Oficina VW, em associações e Sindirepa, e para quem está longe dos grandes centros, ou não tem tempo, há também treinamentos online, veja o boxe com algumas dicas importantes e os sites disponíveis e sugeridos. 

Todos os treinamentos e participações devem estar registradas na oficina, em livro ata ou sistema de controle de cada treinamento e seu participante. Assim é possível controlar o que melhorar em cada integrante de seu time de colaboradores. 

Para o empresário do setor automotivo, que tem a empresa devidamente registrada e documentada, tenho uma dica, o BOLSA 99. 

COMO FUNCIONA O BOLSA 99 DO SENAI: 

Concessão de bolsas de estudos para funcionários de empresas contribuintes do SENAI com até 99 funcionários. 

Serão concedidas bolsas de estudos a empregados de empresas com até 99 funcionários, de atividades contribuintes do SENAI. Estarão também incluídas as empresas optantes do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES, instituído pela Lei Federal nº 9.317, de 05/12/1996. (FPAS 507 ou 833). As bolsas correspondem à isenção integral do pagamento do valor do curso. Para cada empresa interessada poderão ser concedidas, anualmente, bolsas de estudos a até 5 (cinco) de seus empregados (registrados), desde que os inscritos apresentem os requisitos técnicos para os cursos escolhidos e desde que existam vagas. 

Serão reservadas até 10% das vagas de cada turma de curso de formação continuada para atendimento aos bolsistas. 

Deverão ser apresentados os seguintes documentos para inscrição: 

Documentos da empresa: Formulário para matrícula vinculada a empresa; Carta do empregador com indicação do empregado; Guia FGTS com pagamento; Cópia do cartão do CNPJ, e Cópia completa da SEFIP (Documento em que consta o resumo das informações da GFIP – Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social) do mês atual que conste o nome dos funcionários indicados. 

Observação: A SEFIP deverá vir completa, e não somente, as páginas dos colaboradores indicados.     

 Documentos dos funcionários indicados: Cópia do RG; Cópia do CPF;  Cópia da CTPS (páginas: fotografia, qualificação civil e contrato de trabalho); Cópia do Comprovante de endereço, e Comprovação dos pré-requisitos (se for o caso). 

Fonte: Senai 

 Pode ser caro investir em treinamentos para a equipe, mas muito mais caro é um colaborador mal treinado, a sua produtividade será muito menor!

CONCLUSÃO 

Para ter direito à bolsa de estudos, chamada de BOLSA 99 , é necessário que que a oficina mecânica recolha o imposto de serviços sob o CNAE da categoria: 

CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL 45.20-0-01 - Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores. 

Além disso, ter os colaboradores devidamente registrados e sempre acompanhar as programações das escolas profissionalizantes do setor de atuação, no nosso caso, uma das boas opções é o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o SENAI.

Uma vez com a programação dos treinamentos disponíveis em mãos (papel ou site), basta reunir o time de colaboradores e definir qual se encaixa ao perfil ou necessidade de crescimento profissional do colaborador, enviar as documentações necessárias e aguardar a confirmação da inscrição pela escola. Uma vez criado esse procedimento interno, é só repetir todo início de ano.

É uma excelente opção para os colaboradores e para a empresa, de atualizar sua equipe e melhorar a produtividade da oficina mecânica. 

Após cada treinamento, é importante que exista uma multiplicação do conhecimento adquirido, ou seja, nas reuniões diárias na oficina deve ter uma boa conversa sobre o assunto, sobre dicas, sobre novos procedimentos, para que todos da equipe possam crescer profissionalmente. 

Mas não se esqueçam, que além de ser mecânico, tem que ser gestor. 

Faça a gestão da sua empresa, ela é muito importante e vital para a vida empresarial! 

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