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  5. Torno portátil BRUZAN TP-32 para discos de freio

Torno portátil BRUZAN TP-32 para discos de freio

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Da Redação
13 de agosto de 2012

INFORMAÇÕES SOBRE A RETÍFICA DE DISCOS DE FREIOS SEM REMOÇÃO DO VEÍCULO

1) POR QUE RETIFICAR O DISCO DE FREIO?

A. É recomendado retificar o disco toda vez em que forem trocadas as pastilhas de freio.
Na maioria das vezes, ao se trocar as pastilhas, o disco está riscado e/ou empenado, porém a sua espessura ainda está acima do mínimo recomendado, não sendo necessário a sua troca.
B. Trocar as pastilhas de freio sem retificar o disco reduz o tempo de vida útil das mesmas e pode ser a origem de ruídos na frenagem e também de pulsação no pedal de freio, se o disco estiver empenado.

2) POR QUE RETIFICAR O DISCO, SEM REMOVÊ-LO DO VEÍCULO?
A. A remoção do disco pode causar danos aos outros componentes do sistema de freio, principalmente quando o veículo tem um “cubo integrado” ou é do tipo 4x4 que, em alguns modelos, requer a desmontagem de outras partes do conjunto do cubo.
B. Quando o disco é retificado fora do veículo, a centragem do mesmo é feita baseada no furo central do disco. Ao se reinstalar o mesmo de volta no veículo, como o sua montagem no cubo é feita no platô dos parafusos da roda, é possível que o disco remontado continue a apresentar empenamento.
C. Ao fazer a retífica do disco sem retirá-lo do veículo mantém-se a geometria de montagem do disco. Com um torno portátil monobloco se consegue um perfeito alinhamento do eixo do cubo com o eixo do torno e a superfície retificada do disco resulta perpendicular ao eixo do cubo, ou seja, sem empenamentos. Além disso, pequenas imperfeições e empenamentos do cubo, decorrentes de choques térmicos ou de impactos, são compensados através da retífica do disco, sem removê-lo.

3) POR QUE AS CONCESSIONÁRIAS OPTAM POR NÃO SUBSTITUIR O DISCO POR UM NOVO?

A. Os veículos de alto desempenho (pesados e velozes) tem tolerâncias de empenamento muito rígidas definidas pelas montadoras, da ordem de centésimos de milímetro.
Dependendo da origem do novo disco, o mesmo pode já vir com empenamento acima da tolerância e a sua troca não irá resolver o problema de pulsação no pedal do freio.
B. Pode ocorrer também que o disco novo não tenha tido um alívio de tensões conveniente durante a sua fabricação e, apesar de estar com o empenamento dentro da tolerância da montadora, ao ser utilizado, ele se deforma com os choques térmicos decorrente da frenagem, obrigando a concessionária a substituí-lo na garantia.
C. Em alguns modelos de veículos, SUV, 4x4 e outros , o empenamento mínimo só é conseguido quando a retífica do disco é feita diretamente no veículo.
D. Dependendo da localidade em quem se encontra a concessionária, o abastecimento de um par de discos novos pode levar alguns dias, o que retarda a prestação do serviço e deixa o cliente insatisfeito.
E. O aproveitamento de um disco que ainda dá condições de uso evita desperdício, deixa o cliente satisfeito e a concessionária aumenta os resultados da oficina com a prestação do serviço de retífica dos discos.

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