Oficina Brasil
Início
Notícias
Fórum
Vídeos
Treinamentos
Jornal
Para indústrias
Quem Somos
EntrarEntrarCadastre-se
Oficina Brasil
EntrarEntrarCadastre-se

Notícias

Página Inicial
Categorias

Vídeos

Página Inicial
Categorias
Fórum

Assine

Assine nosso jornalParticipe do fórum
Banner WhatsApp
Comunidades Oficiais
WhatsApp

Oficina Brasil

NotíciasComunidadeFórum

Oficina Brasil Educa

Treinamentos

Jornal Oficina Brasil

Conheça o JornalReceba o Jornal na sua Oficina
Oficina Brasil

A plataforma indispensável para uma comunidade forte de reparadores.

Oficina Brasil 2025. Todos Direitos ReservadosPolítica de Privacidade
  1. Home
  2. /
  3. Geral
  4. /
  5. O que a resistência tem a ver com isso?

O que a resistência tem a ver com isso?

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Da Redação
16 de maio de 2011

Duas dúvidas bastante comuns em relação à aplicação da resistência em componentes automotivos serão abordadas nesta coluna. Uma está relacionada às velas resistivas e a outra, aos bicos injetores.

Dúvida 1 – O que são bicos injetores de alta e baixa impedâncias? Em que tipos de veículos cada um deles é aplicado? Quais são as características dos sistemas onde são utilizados?

Resposta – Impedância está diretamente ligada a resistência à passagem de corrente, e também é medida em ohms. Então um bico de alta impedância é aquele que possui alta resistência, normalmente acima de 12 ?.


A corrente necessária para energizar a bobina e puxar a agulha do injetor vencendo a ação da mola interna é cerca de 1 A, e, para isso, é preciso alimentá-los com uma corrente de 12 V.

Já os injetores de baixa impedância têm resistência interna de aproximadamente 3 ?, por isso precisam de menor tensão para que o mesmo valor de corrente acione o injetor. Eles utilizam pré-resistores, que podem estar tanto dentro ou fora de um módulo.

Hoje, os injetores utilizados possuem entre 13 e 16 ?.

Dúvida 2 – Gostaria de uma explicação sobre velas resistivas. Como elas funcionam? Por que os veículos antigos não utilizavam?

Resposta – Para que ocorra a faísca nas velas de ignição é preciso uma alta tensão, que irá saltar do eletrodo central para o aterramento. Quando a corrente também é alta, um campo eletrostático é criado, devido à dificuldade em fluir para o terra.

Segundo a Lei de Ohm, a resistência é inversamente proporcional à corrente. Por exemplo, em um circuito de ignição, onde a tensão chega a 10 mil volts, a corrente é de 20 A e a resistência total é de 500 ?. Se for instalada uma vela resistiva que possui 5 mil ?, a tensão irá se manter em 10 mil V, porém a corrente irá cair para 2 A.

Aplicação: 10 kV = 500 ? x 20 A ? 10 kV = 5 k? x 2 A
Então, com a diminuição da corrente, também se reduz o campo eletrostático, que interfere nos sistemas eletroeletrônicos dos veículos, que nos modelos antigos eram bem menos complexos. Mas quando são instalados rádios e equipamentos modernos, estes sofrem interferência, e, nesses casos, podem ser utilizados velas e cabos resistivos, claro, respeitando o grau térmico, altura e formato do eletrodo.

 

Acessar Manuais Técnicos
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Geral
Geral
teste
Geral
Geral
Pegar o carro no “tranco” pode danificar diversos componentes
Geral
Geral
Geely define preço do EC7 em R$ 49,9 mil