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Motociclista não faz manutenção correta

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Da Redação
27 de março de 2009

O instituto Franceschini Análises de Mercado elaborou uma pesquisa junto aos motociclistas, encomendada a pedido da Agência AutoInforme, revelando que a maioria dos itens de desgaste das motos não é trocada na hora certa. A exceção é o óleo do motor, que é trocado até mesmo antes do período recomendado pelo fabricante. Mas a manutenção dos demais itens é desprezada pela maioria dos usuários.

Foram entrevistados durante os meses de junho e julho 413 motociclistas em onze cidades do Estado de São Paulo, além da Capital, de todas as faixas etárias e ambos os sexos, 86% homens e 14% mulheres. A maior parte dos entrevistados (78%) tem moto até 150cc e apenas 2% motos acima de 500cc. Oito de cada dez entrevistados usam o veículo durante toda a semana.

A pesquisa apontou que a troca da pastilha de freio é feita, na média, com 11.379 quilômetros, enquanto a recomendação do fabricante para o tipo de uso dos entrevistados - isto é, pessoa que usa a moto diariamente - é trocar com cinco mil. Os pneus também rodam muito além do indicado: os motociclistas entrevistados usam o equipamento até 12 mil quilômetros, quase três vezes mais do que os fabricantes recomendam.

Enquanto a maioria das peças não é substituída na hora certa, em pelo menos um item o motociclista tem uma preocupação até mesmo exagerada. A pesquisa revelou uma precaução além da necessidade em relação à troca dos filtros de óleo, combustível e ar.

A Honda, por exemplo, sugere a troca dos filtros a cada oito mil quilômetros, mas a pesquisa revelou que a maioria dos usuários troca o filtro de óleo a cada 2,8 mil km, o de combustível a 5,3 mil km e, o de ar, aos 7,6 mil km.

As velas são trocadas muito além da quilometragem indicada pelas fábricas, que é de oito mil quilômetros. A pesquisa revelou que a peça é trocada aos 12,3 mil.

Desconhecimento


Questionados sobre os itens de manutenção que mais se desgastam, os entrevistados indicaram o óleo do motor: 55% da amostra mostraram-se conhecedores da necessidade de trocar o óleo no período indicado. Pneu foi o segundo item mais lembrado: 44% dos entrevistados citaram os pneus e 43% indicaram a relação (coroa, pinhão e corrente).

Apenas 26% dos entrevistados disseram ter conhecimento da necessidade de trocar a pastilha de freio e somente 19% sabem que é preciso fazer a troca da lona do freio.

Outro item que não tem a atenção devida dos motociclistas é a corrente de transmissão. A peça deve ser verificada a cada mil quilômetros e o guia da corrente precisa ser visto a cada quatro mil quilômetros. Os motociclistas não costumam verificar a situação da corrente e fazem a troca, na média, apenas aos 13 mil quilômetros rodados.

Reparação


Em suma, a pesquisa mostra que o motociclista se preocupa com o veículo apenas quando apresenta algum problema, o que caracteriza manutenção corretiva. Este quadro é bastante similar ao encontrado entre donos de carro, que aos poucos têm mudado a percepção de que a prevenção é melhor, mais segura e barata.

O programa Agenda da Moto surge, portanto, com o mesmo objetivo da já consagrada Agenda do Carro: ajudar donos de motocicleta a administrar de forma correta a manutenção preventiva do veículo, o qual possui uma particularidade no quesito segurança, uma vez que a maior vítima em caso de acidente é o próprio condutor.

Matéria da edição Nº214 - Dezembro de 2008

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