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FIAT 500 MultiAir – Inovação tecnológica às mãos do reparador

REMOVER SUBTITULO MATERIA NÃO PUBLICADA

Fernando Naccari Alves Martins
25 de outubro de 2012

O Fiat 500 ganhou o cenário mundial graças ao sucesso histórico que obteve na Europa. Esse pequeno carrinho não é “só mais uma carinha bonita”, é pura engenharia que o Jornal Oficina Brasil, em parceria com a Fiat, mostrará a você reparador

Em junho de 1936 começava a história de um modelo que alcançou mais sucesso do que a própria Fiat poderia imaginar, o Fiat 500 Topolino. O modelo era inovador em vários quesitos, até os parachoques eram opcionais, sem contar que o estepe vinha na traseira. Outro detalhe chamava a atenção: com 3,21 m de comprimento, 1,29 m de largura e 1,40m de altura, este era o menor automóvel do mundo. (Fotos 1, 1A e 1B)

Vivendo um período de pré e pós-guerra, a Fiat percebeu que as pessoas preferiam um carro a uma Lambretta (motoneta italiana responsável por grande parte das vendas da época), por menor que este fosse, pois seria mais agradável no inverno ou na chuva.

Assim, em 4 de julho de 1957 surgiu o Nuova 500 (novo 500, pois em italiano carro é macchina). O “pequeno grande carro” da Fiat foi uma aposta acertada, e durante seus longos anos de produção englobou várias versões, dentre elas o Giardineira e o Sport, atingindo médias de consumo superiores a 20km/l. O último modelo fabricado sob esse conceito foi o 500 R em 1972. (Fotos 2, 2A e 2B)

Essa aposentadoria durou até 4 de julho de 2007, exatamente 50 anos depois que a Fiat fez renascer o carrinho mantendo sua identidade, porém, com motores potentes e muita tecnologia envolvida.

Testamos: A Fiat nos cedeu em caráter de teste um 500 1.4 SportAir, dotado do premiado motor MultiAir. Assim, teremos a visão do reparador especializado em veículos da marca e também as dicas da montadora referente às manutenções básicas do modelo envolvido. (Foto 3)

TECNOLOGIA EM ALTA

O sistema batizado pela montadora italiana como MultiAir é o grande diferencial desse modelo. Segundo a Fiat, essa tecnologia representa para os motores a gasolina o mesmo que o Common-Rail representou para os Diesel. Neste não há borboleta de aceleração, esta é controlada pelas válvulas de admissão individualmente através de um conjunto eletro-hidráulico, melhorando o torque, reduzindo as perdas por atrito interno no coletor no trajeto anterior à borboleta, dosagem de combustível injetado mais precisa e consumo de combustível otimizado. Dessa forma há uma melhoria nas repostas dinâmicas do motor, devido ao aumento da pressão no coletor de admissão, e assim melhor controle da massa de ar em cada cilindro e em cada ciclo do motor. (Foto 4)

Repleto de tecnologia, o Fiat Cinquecento oferece conforto e segurança aos passageiros. Entre os itens de série, podemos destacar: ESS (sinalização de frenagem de emergência), freios com sistema ABS e EBD, ASR (controle de tração), ESP (controle de estabilidade), Hill Holder (mantém o veículo freado por até 3 segundos nas partidas em subidas), Isofix (sistema de fixação de cadeirinhas de crianças no banco traseiro) e sete air bags.

No Fiat 500, esse motor, por ser maior, acrescenta peso ao veículo, porém, a eficiência do mesmo é tão grande comparado ao 1.4 EVO Fire, que o consumo e desempenho do veículo não são prejudicados, pelo contrário, apresenta como resultado um motor mais ágil e eficaz.

O Jornal Oficina Brasil fez uma matéria exclusiva para o site sobre esse motor no mês de Agosto de 2012. Para saber mais detalhes, acesse http://ht.ly/dPRCu.

NA REDAÇÃO

A sensação ao entrar no Cinquecento é de que estamos dentro de uma máquina do tempo. Seu habitáculo é recheado de acessórios e componentes eletrônicos modernos, porém, o design de cada botão, cada curva, as cores utilizadas, foram todos pensados e redistribuídos de forma a atualizar o pequeno carro, sem mudar a sua identidade visual. (Foto 5)

Sua suspensão é rígida na medida certa para oferecer a esportividade na condução sem prejudicar o conforto do modelo, se assemelhando a um sedã de grande porte. A única ressalva é com ruas com asfalto irregular: modere o desejo de acelerar, pois as rodas traseiras tendem a sair do chão com certa facilidade e nesse ponto, a rigidez deixa de ser agradável. Mas não devemos esquecer que a culpa não é do Fiat 500, e sim de nossas vias. (Foto 6)

No painel há um botão com a inscrição “Sport” que, quando apertado, muda drasticamente o desempenho do veículo. De comportado e econômico, ele ganha um torque absurdo, e sua aceleração se torna ainda mais prazerosa. Nessa situação, o pequenino nos dá a mesma sensação de um kart, é velocidade pura. (Foto 7)

Isso ocorre devido à uma alteração na função do módulo onde no primeiro caso, o sistema privilegia a economia e no segundo, o desempenho.

O consumo de combustível ficou em torno de 12km/l em circuito misto (cidade/estrada).

Outro ponto positivo do modelo está no seu sistema de freios. Mesmo quando acionado bruscamente o pedal de freio, o sistema ABS associado ao EBD tem ótima resposta e em nenhuma oportunidade nos ofereceu riscos. (Foto 8)

O câmbio manual de cinco marchas também possui um bom escalonamento e engates precisos. Há opções do modelo com câmbio Dualogic e também com o automático fabricado pela AISIN. Esse foi o único detalhe que nos deixou com um “gostinho de quero mais”.

NA OFICINA

Para realizar a avaliação, levamos o modelo à Oficina Karbello situada no bairro do Ipiranga, onde os reparadores Guglielmo Martino e Washington Luís Inocenti colaboraram conosco.

“Meu irmão tinha um Fiat 500 daqueles antigos bi cilíndricos quando morávamos em Nápoles. Para chegar a 100km/h com ele era muito difícil, mas chegava”, comentou com saudosismo o reparador Guglielmo Martino, o qual teve vivência com o modelo antigo e agora, comentará sobre essa nova geração. (Foto 9)

O reparador Washington fez o primeiro comentário ao tentar içar o modelo no elevador: “o elevador deverá ter redução de tamanho e utilizar de base no formato quadrado. Essa base redonda, se seguirmos as setas indicadoras existentes na caixa de ar, acaba pegando na saia lateral”, e ainda completou: “até é possível utilizar a plataforma redonda, mas é muito difícil de encaixá-lo”. (Foto 10)

Washington ainda fez uma sugestão válida: “se fosse realizado um corte no desenho dessa saia estendendo a abertura no sentido da roda traseira, esse problema já seria solucionado”. (Foto 11)

Após ter levantado o veículo, o reparador Martino fez uma observação importante: “o protetor de cárter desse veículo é fabricado em plástico e o cárter em si é fabricado em alumínio. Batidas em valetas, por exemplo, não protegerão o cárter”. (Foto 12)

Um detalhe foi unanimidade para ambos, o espaço para o reparador realizar a manutenção: o cofre do motor é muito pequeno e o motor é relativamente grande. (Foto 13)

SUSPENSÃO

Segundo os reparadores Washington e Martino, o sistema de suspensão agrada ao reparador: “este sistema é bem simples, não tem nada que possa prejudicar a eficiência do reparador na hora da manutenção”, comentou Washington. “Os componentes têm fácil acesso e devido ao diminuto tamanho do veículo também, isso facilita nosso trabalho”, acrescentou Martino. (Foto 14)

FREIOS

“Este conjunto de pinça de freio e tambor se assemelham aos dos Alfa Romeo. Não são iguais, mas deve haver tecnologia semelhante neste modelo”, comentou Martino. (FOTO 15, 15A)

MANUTENÇÕES BÁSICAS

Segundo o reparador Washington, para a troca do filtro de óleo do motor, é necessário remover o protetor de cárter do veículo: “o acesso deste é bem difícil para o reparador”. (Foto 16)

“Caso seja necessário remover o alternador deste modelo será uma dor de cabeça tremenda. Teremos que retirá-lo por baixo também”, acrescentou Washington. (Foto 17)

“A dificuldade maior de manutenção nesse modelo será a troca do filtro de ar. Para tal, é necessário remover a capa protetora do motor, o sensor de abertura do capô, remover as abraçadeiras que fixam os difusores de ar e por último trazer o conjunto para cima. Esse é um procedimento excessivo para uma simples troca de filtro de ar”, comentou Washington. (Foto 18)

“Outro detalhe que dificulta a reparação é na manutenção do sistema de freios. Caso seja necessária a troca das pastilhas de freios traseiras, a regulagem do freio de mão só será possível removendo o console central onde se posicionam o freio de mão e a manopla de câmbio”, comentou Washington.

INJEÇÃO

“O modelo conta com duas sondas lambdas para a leitura, conforme há de ser mesmo, para atender às leis vigentes de emissão de poluentes, sem contar que essas leituras tornam mais eficaz o funcionamento do sistema de injeção do veículo”, comentou Washington. (Foto

INSTRUÇÕES FIAT

Em caráter de exclusividade, a Fiat concedeu a você reparador um passo a passo de manutenções periódicas deste modelo. Acompanhe a seguir estes detalhes e acrescente essas informações ao seu acervo.

SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE AR DE CLIMATIZAÇÃO

REMOÇÃO

1- Posicionar o veículo na área de trabalho;

2- Retirar o parafuso (1a) e remover o revestimento lateral direito de sua sede (1b);

3- Desmontar a cobertura do filtro antipólen (1);

Extrair e remover o filtro depurador (2). (Fotos 20 e 20A)

RECOLOCAÇÃO

4- Montar o filtro depurador na sede;

5- Repor a cobertura do filtro antipólen;

6- Montar o revestimento lateral direito em sua sede e fixar com o parafuso;

7- Verificar o funcionamento do sistema de ar condicionado;

8- Remover o veículo do local de trabalho.

SUBSTITUIÇÃO DO AMORTECEDOR DIANTEIRO

REMOÇÃO DO CONJUNTO MOLA E AMORTECEDOR DIANTEIRO

1- Posicionar o veículo no elevador de autos;

2- Retirar a cobertura da porca (2a), e retirar a porca com uma chave 13mm (2b);

3- Retirar o braço do limpador do para-brisa de sua sede; (Foto 21)

4- Abrir o capuz do motor;

5- Desligar o cabo negativo da bateria;

6- Retirar a guarnição (4) do vão do motor;

7- Retirar os parafusos indicados (3);

8- Retirar a fixação do revestimento inferior (2);

9- Remover o revestimento inferior (1) do para-brisa de sua sede; (Foto 22)

10- Remover a roda dianteira;

11- Desapertar a porca de fixação (1a) e remover o coxim (1b) inferior. Antes de desapertar a porca (1a), inserir a chave de reação (2) corretamente até ao fundo da cavidade hexagonal; (FOTO 23, 23A)

12- Soltar o tubo flexível (1a), do sistema hidráulico de freio, e a conexão elétrica (1b), do sensor de rotações da roda dianteira e as travas presentes dos tubos; (Foto 24)

13- Desapertar a porca de fixação (1a), do lado do grupo mola/amortecedor e soltar o tirante de reação; (Foto 25)

14- Remover os parafusos (1) de fixação do montante da roda ao amortecedor e remover o grupo mola/amortecedor; (Foto 26)

15- Remover o grupo mola/amortecedor;

16- Colocar o grupo mola/amortecedor (1a) na ferramenta pneumática de compressão das molas (1b) e desapertar a porca de fixação (2a) e remover o tampão (2b); (Foto 27)

17- Descarregar a mola e remover o conjunto do amortecedor/mola da ferramenta;

18- Remover o coxim superior (1a), a mola (1b) e o batente/coifa de fim de curso (1c) do amortecedor (1d). (Foto 28)

RECOLOCAÇÃO

19- Montar no amortecedor o tampão de fim de curso, a mola e o tubo guarda-pó;

20- Colocar o grupo mola/amortecedor (1a) na ferramenta pneumática de compressão das molas (1b), montar o tampão (2a) e apertar com o torque prescrito de 65 Nm (6,5 kgm); (Foto 29)

21- Montar no veículo o grupo mola/amortecedor;

22- Apertar os parafusos de fixação do amortecedor ao montante (1) com um torque de 75 Nm (7,5 kgm); (Foto 30)

23- Ligar a bieleta de reação (1a) ao grupo mola/amortecedor e apertar com um torque de 56 Nm (5,6 kgm) a porca de fixação (1b); (Foto 25)

24- Prender a tubulação flexível do sistema hidráulico de frenagem e o chicote elétrico do sensor de rotações da roda ao suporte presente no grupo mola/amortecedor. Caso esteja operando do lado esquerdo do veículo, é necessário prender o chicote elétrico do sensor de desgaste da pastilha do freio;

25- Montar o coxim em sua sede (1) e utilizando uma chave de reação para travar o amortecedor, apertar com um torque de 45 Nm (4,5 kgm) a porca de fixação do grupo mola/amortecedor ao montante da carroceria; (Foto 23)

26- Recolocar a roda dianteira;

27- Reposicionar a moldura inferior do para-brisa em sua sede;

28- Recolocar a guarnição do vão do motor em sua sede;

29- Recolocar os parafusos retirados anteriormente na moldura inferior;

30- Recolocar os braços do limpador de para-brisa em sua sede;

31- Recolocar e apertar as porcas de fixação do braço;

32- Recolocar a cobertura da porca;

33- Ligar o terminal negativo da bateria;

34- Fechar o capuz do motor;

35- Remover o veículo do elevador.

EMBREAGEM HIDRÁULICA – SUBSTITUIÇÃO DO CILINDRO ESCRAVO

REMOÇÃO

1- Posicionar o veículo no local de trabalho;

2- Abrir o capuz do motor e instalar as proteções da carroceria (para-lama dianteiro e painel frontal);

3- Remover o cabo negativo da bateria;

4- Remover o cabo positivo da bateria;

5- Remover o parafuso de fixação da bateria (chave 13mm);

6- Remover a bateria;

7- Remover os 2 conectores da central de injeção;

8- Remover os 3 parafusos de fixação do suporte da bateria (chave 13mm);

9- Remover os 3 chicotes fixados ao suporte da bateria;

10- Remover o suporte da bateria;

11- Remover os 2 parafusos de fixação do cilindro escravo no câmbio

11- Remover os 2 parafusos de fixação do cilindro escravo no câmbio; (FOTO 31)

12- Remover a trava do cilindro escravo desconectando a tubulação hidráulica;

13- Substituir o cilindro escravo da embreagem.

RECOLOCAÇÃO

14- Inserir a tubulação hidráulica no cilindro escravo e “clicar” a trava;

15- Fixar cilindro escravo com os 2 parafusos junto ao câmbio. Torque de aperto 15Nm;

16- Fazer a sangria no sistema hidráulico da embreagem;

17- Reposicionar o suporte da bateria;

18- Recolocar os 3 chicotes fixados no suporte da bateria;

19- Recolocar os 3 parafusos de fixação do suporte da bateria (chave 13mm);

20- Recolocar a bateria;

21- Recolocar o parafuso de fixação da bateria (chave 13mm);

22- Apertar o parafuso;

23- Recolocar o cabo positivo da bateria;

24- Recolocar o cabo negativo da bateria;

25- Remover as proteções da carroceria (para-lama dianteiro e painel frontal).

SUBSTITUIÇÃO DA CORREIA DENTADA DA DISTRIBUIÇÃO DO MOTOR

REMOÇÃO

1- Posicionar o veículo no elevador de autos;

2- Abrir o capuz do motor e remover a tampa de cobertura do motor;

3- Soltar os 3 parafusos de fixação da caixa do filtro de ar;

4- Remover o parafuso de fixação da tomada de ar junto à travessa frontal;

5- Soltar as fixações da tomada de ar para o corpo de borboleta e a mangueira do blow-by;

6- Soltar a caixa do filtro de ar da tomada junto à travessa e removê-la;

7- Soltar o reservatório de expansão do coxim do motor e deslocá-lo;

8- Soltar os parafusos de fixação da tampa superior de proteção da correia dentada;

9- Remover a tampa superior de proteção da correia dentada, atentando-se para o chicote que passa junto dela;

10- Elevar o veículo e soltar os parafusos de fixação do anteparo do motor e removê-lo;

11- Soltar os parafusos de fixação do reforço à travessa e removê-lo;

12- Instalar a ferramenta de sustentação do motor no veículo, abaixar o veículo e fixar na travessa a ferramenta de sustentação do motor;

12- Instalar a ferramenta de sustentação do motor no veículo, abaixar o veículo e fixar na travessa a ferramenta de sustentação do motor; (Fotos 32 e 32A)

13- Com a ajuda de outro operador, baixar o veículo para acessar o coxim de sustentação do motor;

14- Abrir a presilha e soltar o tubo do ar condicionado;

15- Soltar os parafusos de fixação do coxim ao suporte do motor;

16- Soltar os 3 parafusos de fixação do coxim à carroceria e removê-lo;

17- Abaixar cuidadosamente o elevador para inclinar o motopropulsor, e permitir o acesso aos parafusos de fixação do suporte ao motor;

18- Soltar os parafusos de fixação do suporte ao motor;

19- Ao remover o suporte, os parafusos de fixação inferior também sairão;

20- Aliviar a carga do tensor automático e remover a correia dos órgãos auxiliares; (Foto 33)

21- Retirar a roda dianteira lado direito;

22- Remover as quatro fixações do locary (anteparo plástico) da caixa de roda dianteira, lado direito;

23- Remover os três parafusos de fixação da roda fônica;

24- As duas fixações da proteção inferior da correia dentada.

25- Posicionar e fixar a ferramenta na polia inferior do eixo virabrequim; (Foto 34)

26- Posicionar e fixar no cabeçote a ferramenta de fasagem para garantir a posição correta do eixo de comando das válvulas de escape; (Foto 35)

27- Utilizando uma chave 13 mm, afrouxar a porca de fixação do tensor móvel da correia dentada da distribuição, reduzindo a tensão sobre a mesma e removê-la.

RECOLOCAÇÃO

1- Montar uma nova correia dentada utilizando a ferramenta para garantir o posicionamento correto do tensor automático. Aplicar o torque especificado (26Nm); (Foto 36)

2- Remover as ferramentas de fasagem do eixo comando de válvulas do escape e da polia inferior do eixo virabrequim. (Fotos 34 e 35)

3- Recolocar e fixar a polia dentada da roda fônica inferior aplicando o torque especificado;

4- Observando o posicionamento correto pelo pino de referência da polia do eixo virabrequim;

5- Remontar a tampa de proteção inferior da correia dentada da distribuição;

6- Remontar a correia dos órgãos auxiliares;

7- Remontar o locary (anteparo plástico) da roda;

8- Na recolocação do suporte, inserir primeiramente os parafusos inferiores e então, posicioná-lo no motor. Em seguida, apontar os demais parafusos;

9- Aplicar o torque de 25 Nm (2,5 kgm) nos parafusos de fixação do suporte no motor;

10- Levantar lentamente o elevador para alinhar o motopropulsor e permitir a recolocação do coxim do motor;

11- Recolocar o coxim lado distribuição fixando-o ao suporte e à carroceria, aplicando o torque de 60 Nm (60 kgm) nos parafusos;

12- Prender o tubo do ar condicionado na presilha de fixação;

13- Recolocar a tampa superior de proteção da correia dentada, atentando-se para o chicote que passa junto dela;

14- Encaixar o reservatório de expansão nos pontos de fixação na carroceria, e prendê-lo ao coxim do motor. Certifique o layout das tubulações;

15- Posicionar a caixa do filtro de ar sobre o motor, conectar a tomada de ar junto à travessa;

16- Conectar a mangueira da tomada de ar para o corpo de borboleta e a mangueira do blow-by;

17- Apertar os 3 parafusos de fixação da caixa do filtro de ar sob o motor;

18- Apertar o parafuso de fixação da tomada de ar na travessa frontal;

19- Recolocar a cobertura do motor, apoiando a tampa nos 4 pinos de fixação e pressionando nas extremidades;

20- Levantar o veículo e remover a ferramenta de sustentação do motor;

21- Posicionar o reforço e fixar com os parafusos à travessa, aplicando o torque de 100 Nm (10,0 kgm); (Foto 37)

22- Posicionar o anteparo do motor e fixá-lo com os respectivos parafusos, aplicando o torque de 8 Nm (0,8 kgm);

23- Abaixar o veiculo, fechar o capô e removê-lo do local de trabalho.

SISTEMA BLUE & ME

O QUE É O BLUE & ME?

É um sistema telemático pessoal que permite utilizar aplicações para comunicação expressamente concebidas para o uso no veículo.

Sem tirar as mãos do volante e com uma série de comandos de voz ou pelas teclas do volante, é possível telefonar de um celular com tecnologia Bluetooth®, consultar a agenda telefônica e escutar músicas em MP3, seja através do CD Player no painel de instrumentos, ou da porta USB. (Foto 38)

O sistema B&M é composto pelos seguintes componentes:

• Quadro de instrumentos;

• Antena;

• Body computer;

• Botões de controle no volante;

• Rádio;

• Microfone;

• Tomada USB;

• Central convergence.

(Foto 39)

Para fazer uma análise mais precisa e certificar o funcionamento correto da central Blue&Me, verifique os seguintes pontos de medição:

PROCEDIMENTO PARA LOCALIZAR A CENTRAL CONVERGENCE:

PASSO 1 - Utilizando uma espátula plástica (3), desengatar as guias de retenção que fixam a moldura do controle de ar condicionado (1), em seguida retire o painel de instrumentos (2); (FOTO 43)

PASSO 2 - Utilizando uma espátula, soltar as guias de retenção que prende o painel (1), em seguida remova o painel; (FOTO 44)

PASSO 3 - Remover os retentores (1) do painel silenciador ao lado do passageiro (2); (FOTO 45)

PASSO 4 - Remover o porta-objetos. (FOTO 46)

 

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