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Renault celebra 20º aniversário de sua fábrica no Brasil

Neste período a marca já produziu mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores no país no Complexo Ayrton Senna

Por Da redação

A Renault completou 20 anos de fabricação no Brasil no final de 2018. A ocasião foi marcada por um evento que reuniu cerca de 7 mil pessoas no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, incluindo colaboradores, autoridades, jornalistas, fornecedores e concessionários. Desde o início de sua produção no país, em 4 de dezembro de 1998, a Renault já fabricou mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores – 30% desse total exportados. “Ao longo dos anos, a Renault investiu de forma contínua, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Foi o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura, lançar produtos voltados para as necessidades do consumidor brasileiro e latino-americano e crescer de forma consecutiva no mercado brasileiro desde 2010. A Renault acredita no Brasil”, afirmou Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.  

ESTRUTURA  

A Renault do Brasil hoje possui quatro fábricas no complexo industrial paranaense, frutos de investimentos totais de cerca de R$ 7 bilhões: a Curitiba Veículos de Passeio (CVP), Curitiba Motores (CMO), Curitiba Veículos Utilitários (CVU) e Curitiba Injeção de Alumínio (CIA). Além disso, o Complexo Ayrton Senna comporta um centro de engenharia, com aproximadamente 1.000 engenheiros voltados para a área de Pesquisa e Desenvolvimento. Operando em três turnos, a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch, Captur e o comercial leve Master – além dos motores 1.0 SCe e 1.6 SCe e o 1.6 Hi-Power para exportação. 

LINHA DO TEMPO  

Em março de 1996, a Renault lançou a pedra fundamental do Complexo Ayrton Senna. A marca, que já estava presente no Brasil havia mais de 50 anos, com veículos como o Gordini e o Interlagos, dava, então, seu primeiro passo para iniciar a produção local. Dois anos mais tarde, a CVP era inaugurada e a Renault apresentava ao mercado brasileiro o Scénic, primeiro monovolume do país. Um ano mais tarde, a Renault abriria as portas de sua fábrica de motores. A CMO possuía capacidade produtiva de 280 mil unidades por ano e fabricava o motor 1.6 16V, que equipava os três veículos da produção nacional da Renault: o Scénic, o Clio e o Clio Sedan, além de ser exportado para a Argentina, onde era aplicado à linha Mégane. Em 2000, seu primeiro ano cheio de fabricação, a CMO produziu cerca de 30 mil motores. Em 2001, foi a vez de inaugurar a fábrica de veículos utilitários, primeira unidade industrial da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em todo o mundo, produzindo veículos das duas marcas. A CVU possuía capacidade instalada de produção de 60 mil veículos por ano. Em 2012, outro importante marco na história da Renault do Brasil: o projeto CVP 60, quando a marca expandiu sua capacidade produtiva de 280 mil para 380 mil veículos por ano. A CVP, que então produzia Duster, Sandero e Logan, ampliou a capacidade de fabricação de 220.000 para 320.000 carros por ano – a CVU se manteve em 60 mil unidades/ano. Em 2018, com investimentos de R$ 750 milhões, a Renault novamente incrementou sua estrutura no Paraná, com dois importantes projetos. O primeiro foi a inauguração da Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), responsável pela produção de cabeçotes e blocos em alumínio para os motores 1.0 e 1.6 SCe. A unidade industrial é a mais moderna linha de injeção da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi em todo o mundo e tem capacidade para produzir 500 mil componentes ao ano. Em segundo lugar e paralelamente, a Renault ampliou a CMO para realizar a usinagem dos blocos e cabeçotes fabricados na CIA. CVP, CVU, CMO e CIA são hoje exemplos de unidades fabris inseridas no contexto da indústria 4.0, reunindo uma série de inovações em nome da qualidade do processo final, da segurança dos colaboradores, da eficiência e da produtividade. 

 

 

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