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Primeiro workshop do Sindirepa-SP mostra quais caminhos as oficinas devem seguir na internet

Especialistas dão dicas de como o negócio do aftermarket pode crescer, mas alertam que resultados podem demorar e que a mudança de cultura acontece agora

Vinícius Montoia
11 de agosto de 2016

O Primeiro Workshop organizado pelo Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo) aconteceu no coração da cidade de São Paulo: na avenida Paulista, no prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Contou com a participação de diversas empresas, entidades e especialistas da reparação independente e mostrou aos profissionais presentes a importância de ter um bom relacionamento com a internet. Mesmo para quem tem uma oficina mecânica, estar em contato com clientes e fornecedores via “web” é tão importante quanto atender bem.


O meio digital é um dos caminhos mais fáceis para se obter informações e aprendizado, com dados de catálogos de autopeças on-line, publicados pelas fabricantes e lojas de peças. Alexandre de Freitas, que atua há 20 anos no mercado digital, passando por empresas como IMS Internet Media Services, Catho, Discovery Communications e UOL, foi o principal palestrante do I Workshop do Sindirepa-SP, que também reuniu diversos representantes de fabricantes, como Alfredo Bastos Jr, gerente de marketing da TEM-Thomson; Sabrina Carbone, gerente de marketing da Nakata; Marcelo Santiago, gerente de e-commerce da Chevrolet e Vinicius Dias, um dos fundadores do Canal da Peça para um debate com a presença de Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP e Nacional e o moderador Marcelo Gabriel, diretor da Cinau (Centro de Inteligência Automotiva).

Freitas, entre diversos ensinamentos, disse aos reparadores: “é preciso criar e desenvolver a presença do negócio de vocês no ambiente digital para aproveitar o que este instrumento pode trazer, como gerar maior volume das vendas, ser mais eficiente e ainda sobrar mais tempo para nos dedicarmos a outras coisas”. Mas o instrutor fez questão de deixar claro que os resultados não aparecem do dia para a noite. Ou seja, é preciso persistir!

 “É preciso criar e desenvolver a presença do negócio de vocês no ambiente digital para aproveitar o que este instrumento pode trazer, como gerar maior volume das vendas, ser mais eficiente e ainda sobrar mais tempo para nos dedicarmos a outras coisas” Alexandre de Freitas
O palestrante deu várias dicas aos empreendedores da reparação independente sobre o que devem fazer no meio digital. Entre elas é ter planejamento de médio e longo prazos, buscar ajuda profissional para usar as ferramentas mais adequadas ao negócio e à complexidade exigida. Depois do debate foi promovido um painel com os representantes das marcas Chevrolet, MTE-Thomson, Canal da Peça e Nakata.

Sabrina Carbone destacou que o marketing possui um sistema de planejamento e diferentes formas para atingir cada público: “é fundamental traçar o público da oficina e segmentá-lo para se comunicar com cada um”. Ela explicou que a Nakata está em diversas mídias, inclusive rádio para falar com o consumidor final e os profissionais do setor: “vocês precisam atingir o público de maneira mais direta, por isso pensem no meio digital porque é mais rápido e com menor investimento”, afirmou. “Tem que se direcionar um percentual do faturamento para a comunicação com o seu público-alvo. E com esse recurso é preciso fazer o máximo. Isso significa que você deve conseguir, no nosso caso, promover a lembrança da marca. Mas isso precisa estar carregado de prestígio, de boa lembrança, qualidade, e isso é feito ‘tijolo por tijolo’, não é rápido. Hoje em dia não dá mais para entregar panfletos pela vizinhança avisando que há uma oficina ali perto. Isso não existe, pois se não sabe, por exemplo, quem tem carro 0 km e vai à concessionária e quem realmente pode ser cliente da sua oficina.”

 “Vocês precisam atingir o público de maneira mais direta, por isso pensem no meio digital porque é mais rápido e com menor investimento” Sabrina Carbone
Alfredo Bastor Jr disse que o sistema digital da MTE-Thomson foi desenvolvido e, em seguida, começaram as medições. Há 3 mil visualizações por dia e 10 mil alunos, entre eles, estudantes, reparadores e consumidores, no curso on-line Oficina do Saber. “A grande vantagem do meio digital é a possibilidade de medir o quanto do seu investimento está retornando. O nosso tipo de produto é um pouco mais complexo, então nós partimos para um sistema on-line que ajudasse a fazer o diagnóstico. Ou seja, se eu facilitar o entendimento do reparador e o diagnóstico, facilito também a venda do produto. Esse é o caminho que adotamos e, segundo os números, acredito que estamos na direção correta. 10 mil alunos no curso on-line eu nunca imaginaria no nosso setor, mas  está acontecendo!”, ressalta o gerente da MTE. “Hoje uma oficina consegue pensar em cada cliente individualmente graças aos recursos digitais”. Bastos lançou um desafio para os reparadores que estavam presentes no Workshop: “pesquisem o nome da oficina de vocês no Google. A partir daí vocês poderão ter uma noção do quanto ainda precisam trabalhar para que o seu negócio avance mais no meio digital”, afirmou o gerente da MTE-Thomson.

Alfredo Bastos Jr (esquerda), diretor de marketing da MTE-Thomson e Marcelo Gabriel, diretor da Cinau

“A grande vantagem do meio digital é a possibilidade de medir o quanto do seu investimento está retornando. O nosso tipo de produto é um pouco mais complexo, então nós partimos para um sistema on-line que ajudasse a fazer o diagnóstico. Ou seja, se eu facilitar o entendimento do reparador e o diagnóstico, facilito também a venda do produto”

Alfredo Bastos Jr.

Marcelo Santiago, da GM, afirmou que há necessidade de uma mudança cultural: “hoje nós vemos, na reparação automotiva, que o meio digital é algo presente no dia a dia, mas ainda há dificuldade de entender como isso pode ajudar no negócio. E sinto hoje, com mais de um ano na Chevrolet, que este é o momento da mudança cultural do aftermarket. Ou seja, diversas indústrias já passaram por essa evolução e agora chegou a nossa vez. 

Vinicius Dias afirmou que a internet é um meio para procurar peças, preços, informações técnicas e outras ações: “a web é aberta e democrática”. Dias perguntou quantos reparadores já haviam pesquisado sobre informações técnicas e dicas de reparação no YouTube, e a maioria dos convidados levantou a mão. “A nossa expectativa era a de que as pessoas entrassem na internet para buscar informações e esse setor, mais do que qualquer outro, é o que mais necessita de informações: os carros são complexos, todos os dias temos novos produtos sendo lançados, novas tecnologias, etc. Mas algumas esquecem de avisar os reparadores disso e como mexer com essas novas peças. Aí as pessoas recorrem à internet, que é democrática e aberta, para conseguir instruções de como trabalhar com determinado produto.

“A web é aberta e democrática e os internautas podem tirar o máximo de informações”
Antonio Fiola afirmou que a internet está presente em sua empresa em 100% do tempo: “a gente começa o dia com o registro do funcionário em um software que é on-line. Aí outros abrem os e-mails para verificar se há alguma vistoria de carro agendada. Logo depois fazemos o orçamento e enviamos também por e-mail. E a parte da mecânica, por mais que não dependa diretamente da internet para resolver os problemas de conserto, a internet é essencial para tirar as dúvidas de diagnóstico, constatar defeito e comprar peças. E as dúvidas são tantas que nós não saímos da internet”, conclui o presidente do Sindirepa.

“A parte da mecânica, por mais que não dependa diretamente da internet para resolver os problemas de conserto, é essencial para tirar as dúvidas de diagnóstico” Antonio Fiola
O reparador Reinaldo Nadim, da oficina Fox Car, afirmou: “nesse workshop deu para perceber a tendência de mercado e no que devemos investir para melhorar o nosso negócio na parte de internet. Eu já estava pensando em melhorar o site da minha oficina e agora já quero fazer isso também para quem acessar o meu site pelo smartphone”.

“Eu já estava pensando em melhorar o site da minha oficina e agora  quero fazer isso também para quem acessar o meu site pelo smartphone” Reinaldo Nadim
Tenório Jr, da JR Mecânica Automotiva e colaborador técnico do Jornal Oficina Brasil, esteve presente no I Workshop Sindirepa-SP e relatou sobre os próximos passos em sua empresa: “Eu me motivei ainda mais para produzir vídeo, direcionados aos meus clientes. Porque aí eu posso mostrar o que vai ser feito e posso fazê-lo entender como é o meu trabalho. Aí ele passa a acreditar mais no meu trabalho”, finalizou o reparador.

“Eu me motivei ainda mais para produzir vídeo, direcionados aos meus clientes. Porque aí eu posso mostrar o que vai ser feito e posso fazê-lo entender como é o meu trabalho. Aí ele passa a acreditar mais no meu trabalho” Tenório Jr.

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