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Abeifa aguarda por liberação de cotas não utilizadas em 2016 e fim dos 30 pontos percentuais

Antecipação do fim dos 30 pontos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pode auxiliar a movimentar a economia brasileira, ao criar mais empregos e recolher mais impostos

Da Redação
18 de abril de 2017

Contingenciadas pelas cotas proporcionais, até o teto máximo de 4.800 unidades por ano, sem a incidência dos 30 pontos percentuais do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), as 18 marcas filiadas à Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores) veem suas vendas minguarem neste primeiro bimestre do ano. Foram emplacados no período 3.631 veículos importados, 44,5% inferior aos primeiros dois meses de 2016, quando foram anotadas 6.543 unidades vendidas.

 

“Estamos cientes de que a alíquota extraordinária de 30 pontos percentuais do IPI e a limitação da cota com teto máximo de 4.800 unidades por ano sem a sobretaxa vão cair a partir de primeiro de janeiro de 2018. Mas a nossa preocupação em relação à subsistência da rede autorizada de concessionárias é premente. Temos ainda dez meses pela frente. Por isso, a liberação das cotas não utilizadas em 2016 seria providencial”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Em fevereiro último, as associadas à Abeifa comercializaram apenas 1.686 unidades, queda de 13,3% em relação a janeiro, quando foram vendidas 1.945 veículos importados. Mas persiste forte a queda ante a fevereiro de 2016, de 41,3%, quando foram vendidas 2.871 unidades.

“O total de emplacamento de veículos importados, de empresas sem fábrica no país, representou apenas 1,27% do mercado interno de 132.405 unidades. E market share de apenas 1,32% no acumulado do bimestre. Se nós considerarmos, para o mercado interno, um total de 2.046.000 unidades este ano, e o setor de importados de 30.000 unidades, nossa participação será de 1,46%, percentual insignificante que não ameaça a produção local”, sustenta Gandini.

“Por isso, volto a insistir que os nossos pleitos pelo fim dos 30 pontos percentuais no IPI precisam ser atendidos, para que possamos recuperar especificamente o setor de veículos importados. Mas, por ora, mantemos o pleito de ao menos a liberação das cotas não utilizadas por outras marcas em 2016. Com esta alteração não há benefícios fiscais, pois as cotas existem e não estão sendo utilizadas por algumas marcas que perderam seus canais de distribuição ou encerraram suas atividades ou até foram descredenciadas do Inovar-Auto, portanto sem qualquer renúncia fiscal. Com esta simples alteração, não corremos o risco de gerar mais desemprego no setor com o fechamento de mais concessionárias e com certeza aumentaremos nossos recolhimentos de tributos aos cofres públicos, mas sobretudo estaremos em consonância com a agenda positiva que o governo Temer deseja estabelecer para o país”, enfatiza Gandini.

 

Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de fevereiro com 853 unidades emplacadas, total que representou queda de 12,3% em relação ao mês anterior. Comparado a fevereiro de 2016, houve um aumento de 63,7%, quando foram emplacadas 521 unidades nacionais. Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 1.826 unidades emplacadas, alta de 58,1% ante as 1.155 unidades (à época, ainda sem a produção da Jaguar Land Rober e também da Mini).

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