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Mito ou Verdade? Adicionar aditivo em veículos que nunca utilizaram, pode causar problemas?

Entenda os riscos da falta de aditivo e os cuidados corretos na manutenção do sistema de arrefecimento

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O uso de aditivos no sistema de arrefecimento ainda gera muitas dúvidas entre motoristas e até mesmo reparadores. Uma das mais comuns é: “se eu começar a usar aditivo em um carro que nunca utilizou, posso causar danos ao sistema?”

A resposta é clara: não, isso é um mito. O verdadeiro problema está justamente na falta de aditivo, e não em sua utilização.

Por que o aditivo é indispensável?

O sistema de arrefecimento trabalha sob altas temperaturas e pressão, sendo responsável por manter o motor na faixa ideal de funcionamento. Quando o aditivo está ausente ou em quantidade incorreta, diversos componentes ficam vulneráveis à corrosão, oxidação e falhas prematuras. Entre os mais afetados estão:

  1. Bomba d’água – pode enferrujar e travar devido à ação da água pura.
  2. Bombas auxiliares elétricas – comprometidas pela formação de resíduos e ferrugem.
  3. Válvula termostática – sujeita a travamentos e perda de eficiência.
  4. Sensores de temperatura – sofrem com incrustações e leituras incorretas.
  5. Radiador e trocadores de calor – podem corroer internamente e perder capacidade de dissipação.
  6. Selos do motor – enfraquecem e podem gerar vazamentos.

Em alguns casos, a ausência de aditivo pode gerar cavitação, a formação de microbolhas que corroem superfícies metálicas internas, antecipando falhas críticas.

Como aplicar o aditivo corretamente?

  1. Quando um veículo nunca utilizou aditivo ou ficou por um período prolongado apenas com água, a recomendação é sempre realizar uma limpeza completa do sistema antes de introduzir o produto. O procedimento correto envolve:
  2. Drenar o fluido antigo e eliminar impurezas do circuito.
  3. Verificar componentes sensíveis como bomba d’água, válvula termostática, radiador e selos.
  4. Preencher o sistema com aditivo na proporção correta, diluído em água desmineralizada, conforme especificação do fabricante.
  5. Monitorar a temperatura de trabalho do motor após o serviço.
  6. Observar possíveis vazamentos iniciais, que geralmente são resultado de danos anteriores causados pela corrosão e não pelo aditivo.

O aditivo não danifica o sistema de arrefecimento, pelo contrário, é ele quem garante a proteção, a durabilidade dos componentes e a eficiência térmica do motor. A crença de que sua introdução em carros que nunca usaram pode gerar problemas é um mito. O que realmente compromete o sistema é a falta de manutenção preventiva.
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