Em Foco - Da Redação

Roberto Di Stefano é o novo responsável pela Magneti Marelli na América Latina

O executivo italiano é membro do Conselho Executivo da empresa desde abril de 2016

A Magneti Marelli tem um novo responsável pela região da América Latina (Latam). Trata-se do executivo italiano Roberto Di Stefano, que em 2016 assumiu a função de Head da Unidade de Negócios Amortecedores, empresa líder de mercado no Brasil e com importante participação a nível global. Concomitantemente a essa posição, Di Stefano acaba de assumir também a responsabilidade pelas operações da Magneti Marelli na América Latina.

Sua principal missão como responsável pela Magneti Marelli Latam é manter o forte compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentado na região e com um abrangente plano de crescimento, baseado numa visão de médio e longo prazo e na convicção de que, apesar das dificuldades circunstanciais da economia, o forte potencial da região se mantém inalterado, assim como sua importância para a Magneti Marelli.

Di Stefano se apoiará muito na vivência internacional como um importante diferencial para explorar todas as oportunidades de negócios que a América Latina e, em especial, o Brasil, oferecem, impulsionando uma forte integração e otimização das diferentes unidades de negócios.

A área Latam é vital para a estratégia de crescimento da Magneti Marelli, pois responde por 20% de seu faturamento global, com fábricas e centros de pesquisa e desenvolvimento no Brasil e na Argentina, além de presença em todos os países da região, através da exportação de autopeças no mercado de aftermarket.

Prova desse forte compromisso é o grande investimento realizado no estado de Pernambuco, com a implantação, em 2015, de cinco fábricas equipadas com máquinas e tecnologias de última geração e que já está apresentando resultados muito importantes. Roberto assume o comando da Magneti Marelli Latam num momento difícil do setor automotivo, fruto de grave crise econômica, mas reúne todas as condições e capacidade para conduzir a empresa e responder aos desafios desse período, assim como prepará-la para o novo ciclo de recuperação e desenvolvimento. 

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