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Evento - Da Redação

Novos lubrificantes da Castrol prometem proteger o motor do desgaste causado pelo anda e para

Fórmula exclusiva do Castrol MAGNATEC STOP-START foi lançada no fórum ‘Trânsito: Problemas e Soluções’, que trouxe dados sobre paradas e partidas na Semana Nacional do Trânsito

A Castrol realizou no dia 20 de setembro, no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza, em São Paulo, o fórum Trânsito: Problemas e Soluções, que discutiu os impactos do crescente “anda e para” nas principais metrópoles brasileiras, na Semana Nacional de Trânsito. De acordo com um estudo global provovido pela TomTom e Castrol, a média mundial de paradas e partidas dos motoristas é de 18 mil vezes ao ano, o que resulta em danos ao motor do carro, já que os motores são construídos para trabalhar de forma mais eficaz em regime de altas velocidades, com poucas variações.  Como solução para o problema, a Castrol lançou no evento o produto Castrol MAGNATEC STOP-START, desenvolvido para motores que trabalham nessas condições, conferindo até 20% maior proteção do motor nestas condições de anda e para. 


Com fórmula 100% sintética, a nova linha possui moléculas que protegem o motor do carro desde o momento da partida e toda vez que se anda e para. Para esse lançamento foram desenvolvidos lubrificantes em duas viscosidades: 5W-30 (A5) e 5W-40 (A3/B4). “As moléculas do MAGNATEC STOP-START aderem às partes metálicas do motor, formando uma camada autorregeneradora que, além de proteger o motor na partida a frio, momento em que ocorre até 75% do desgaste, ainda confere 20% melhor proteção contra o desgaste causado pelo anda e para. O desenvolvimento da tecnologia STOP-START demandou aproximadamente quatro anos de pesquisas e rigorosos testes em diversos centros de tecnologia e laboratórios credenciados mundialmente pela Indústria, para comprovação de seu desempenho e dos benefícios oferecidos”, explica Adelita Malacarne, engenheira da Castrol.

Adelita apresentou as características do produto durante o fórum, que teve como mediador o piloto Cacá Bueno e contou com as presenças do diretor de Operações da TomTom para América Latina, Marcelo Fernandes; do perito em trânsito, Flamínio Fichmann; e do professor Silvio Sumioshi, da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI). 

Sumioshi explicou o impacto do trânsito congestionado sobre o motor do carro. “O movimento de anda e para resulta no desgaste de diversos componentes do motor do carro e até 75% deste desgaste ocorre no momento em que o carro dá a partida. O carro faz um esforço muito grande a cada vez que para e vai sair novamente. Assim, é necessária uma boa lubrificação do motor para evitar o desgaste de componentes essenciais para o bom funcionamento do motor, como a parede do cilindro, as válvulas, além do virabrequim”.

Trânsito no Brasil

O evento antecipou parte de um estudo global, ainda em andamento, que traz dados inéditos relacionados ao anda e para dos veículos em quatro cidades brasileiras que estão acima da média mundial: Belo Horizonte (MG) com 18.480, Curitiba (PR) com 19.680, Salvador (BA) com 20.520 e São Paulo (SP) com 22.800. Estas cidades estão acima da média mundial, que é de 18 mil paradas/ano.

Em comparação com o mesmo estudo divulgado em 2013, as quatro cidades mantiveram patamares semelhantes, acima da média mundial. Enquanto Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo tiveram ligeira melhora, a cidade de Salvador teve um pequeno aumento no número anual de “anda e para”, o que reforça a falta de soluções eficientes para combater o tempo perdido no trânsito diariamente. 

Com a mediação do piloto Cacá Bueno, pentacampeão da Stock Car Brasil, o evento, promovido pela Castrol em parceria com a TomTom Brasil discutiu problemas como o maior tempo gasto pelos brasileiros no trânsito e os prejuízos causados ao motor por conta do ritmo “anda e para”. O fórum antecipou parte dos dados de um estudo global, ainda em andamento.

“Nós conseguimos calcular, por meio desta parceria com a Castrol, a quantidade de vezes em que um carro andou e parou dentro de um determinado percurso. A média é de 18.000 vezes por ano no mundo, sendo que em São Paulo, por exemplo, essa média é de 22.800 vezes, acima da média mundial, o que gera um grande desperdício de tempo para a população”, afirma Marcelo Fernandes, Diretor de Operações na América Latina da TomTom. 

De acordo com o consultor de trânsito Flamínio Fichmann, o conceito de congestionamento está vinculado ao de capacidade da via e de nível de serviço. O especialista lembra que São Paulo aumentou de 14 mil para 17 mil quilômetros a extensão de vias pavimentadas na cidade desde a década de 80, enquanto que a frota passou de 1,6 milhão para 7,7 milhões de veículos no mesmo período – ou seja, o espaço físico foi ampliado em 21% para atender a uma demanda que cresceu 480%. “Está no DNA do brasileiro o gosto pelo carro. Hoje temos uma frota de mais 17 milhões de automóveis no estado de São Paulo, com uma proporção de quatro habitantes por automóvel no Brasil inteiro. O automóvel representa mais de 25% do modo de deslocamento na região metropolitana de São Paulo”, afirma Fichmann.

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